VITÓRIA - Os serviços da Santa Casa de Misericórdia de Vitória serão ampliados. Nesta sexta-feira (12), um convênio foi assinado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) para o repasse de R$ 7,5 milhões para a ampliação e reformas de leitos e aquisição de equipamentos para a unidade, como parte do projeto de fortalecimento dos filantrópicos do Governo Estadual. Com a reforma de leitos na Enfermaria de Oncologia São Francisco, a Santa Casa passa a ser mais uma referência para o tratamento do câncer no Estado.
"A Santa Casa é um hospital que passa a se complexificar, para se adensar e atender a população em várias especialidades, uma delas é a oncologia, com toda a alta complexidade. Nós tínhamos só o Santa Rita e agora temos também a Santa Casa e também o Evangélico de Vila Velha", ressalta o secretário de Estado da Saúde, Anselmo Tozi.
Ao todo, 27 leitos na Enfermaria de Oncologia São Francisco serão reformados. Outros 30 leitos intensivos também passarão por reforma, sendo que 20 serão de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e dez são de Unidade de Alta Dependência de Cuidado (UADC), aumentando o número de vagas na unidade, que hoje conta com dez leitos intensivos, segundo Tozi.
Além disso, todo o parque tecnológico da Santa Casa de Misericórdia está sendo renovado. Os novos equipamentos, desde endoscópios a ventiladores, foram adquiridos com verba do Governo no valor de R$ 4,7 milhões, sendo que ainda restavam o repasse de R$ 2 milhões, realizado com a assinatura do convênio. A Central de Material Esterilizado também será reformada. E para dar conta de atender a população, o contrato de prestação de serviço da unidade com a Sesa é de R$ 30,4 milhões por ano.
Informatização
O hospital também será totalmente informatizado, segundo o secretário de Estado da Saúde, Anselmo Tozi. O sistema de informatização está em fase de implantação na unidade e faz parte do Projeto de Qualificação da Gestão dos Hospitais Filantrópicos.
A medida é para facilitar o agendamento de consultas, a gestão de estoque de material e até a melhor acessibilidade ao prontuário do paciente. Para implantar o sistema, o Governo está investindo cerca de R$ 7,6 milhões. Não há previsão para quando a implantação será concluída.
Antecipação
A partir deste ano, seis dos 16 hospitais filantrópicos que firmaram contratos com a Secretaria de Estado da Saúde passarão a receber antecipadamente, até o quinto dia útil do mês corrente, os recursos para para a realização de procedimentos de alta complexidade que, para 2010, chegam ao valor total de R$ 67 milhões.
A medida é para ampliar o atendimento e negociar melhor os preços. Este modelo de antecipação já era adotado no repasse para a média complexidade das 16 unidades. De 2002 a 2010, o valor da contratualização assinado entre Governo do Estado e hospitais filantrópicos passou de R$ 42 milhões para R$ 236 milhões.
A anúncio da antecipação dos recursos foi feita durante evento realizado no Palácio Anchieta, que teve a participação do governador Paulo Hartung.
12/03/2010 - Melina Mantovani para Gazeta on-line
BARRETOS - A carreta do Hospital de Câncer de Barretos estará durante esta sexta-feira (12/3) no distrito de Simonsen para atender as mulheres que precisam fazer exames de mamografia com idade entre 40 e 69 anos. Interessadas devem procurar a unidade que ficará estacionada em frente à praça.
A unidade móvel conta com equipe especializada formada por enfermeiros e técnicos de radiologia e está na cidade desde janeiro com o objetivo de realizar a cobertura populacional de exame de mamografia em 75% das mulheres nesta faixa etária.
Segundo a enfermeira do Hospital de Câncer de Barretos, Tânia Silveira Lourenço, mais de 2,2 mil mulheres já realizaram o exame durante a passagem da carreta por Votuporanga. O programa de rastreamento mamográfico criado pelo Hospital do Câncer de Barretos já percorreu os bairros Parque das Nações, Pró-Povo, Pozzobom, Parque Guarani e Palmeiras.
A partir da próxima segunda-feira (15/03) a carreta estará na praça da Igreja Matriz atendendo as mulheres que moram na região central da cidade. O atendimento é totalmente gratuito e os resultados serão entregues às pacientes nos postos de saúde e na Secretaria Municipal de Saúde.
Mais informações podem ser obtidas na Secretaria de Saúde, pelo telefone 3405-9787.
12/03/2010 - Assessoria de Imprensa para o Regiãonoroeste.com
RIO DE JANEIRO - Estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca) apontam que mais de 52 mil brasileiros vão descobrir que são portadores de câncer de próstata este ano. Para minimizar essa estatística trágica, o deputado Antonio Brito (PMDB) apresentou em sessão plenária da Assembleia Legislativa, um projeto de lei que institui o Dia Estadual de Combate e Conscientização do Câncer de Próstata, inserindo a data no calendário oficial da área de saúde.
"As previsões são assustadoras, somente na Região Centro-Oeste, o câncer de próstata vai acometer 48 homens a cada cem mil habitantes. São números que precisam ser reduzidos. E a forma mais eficaz para combater a doença é a informação", esclarece.
Brito ressalta ainda que os homens precisam se prevenir através de consultas periódicas e exames médicos. "Toda doença tratada no início leva à maior probabilidade de cura, com o câncer não é diferente. Pais de família estão morrendo por falta de conhecimento".
A divulgação das informações será feita através promoção de exames, seminários, palestras, workshops, teatro e exposições de painéis alusivos à doença.
A maioria dos doentes da próstata tem idade superior a 50 anos. No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens. No mundo, ocupa a sexta colocação, representando 10% do total de cânceres.
Uma das grandes preocupações do Inca é a detecção da doença, já que são necessárias em média quatro biópsias para o diagnóstico. Sendo inclusive, preciso realizar o exame de toque, em função de que 10 a 20% dos casos não serem descobertos por meio da dosagem do Antígeno Prostático Específico (PSA).
Sintomas
O câncer da próstata em sua fase inicial tem uma evolução silenciosa. Muitos pacientes não apresentam nenhum sintoma ou, quando apresentam, são semelhantes ao crescimento benigno da próstata (dificuldade miccional, freqüência urinária aumentada durante o dia ou a noite). Uma fase avançada da doença pode ser caracterizada por um quadro de dor óssea, sintomas urinários ou, quando mais grave, como infecções generalizadas ou insuficiência renal.
A previsão fatídica é de que o câncer resulte em 7,6 milhões de mortes no mundo.
11/03/2010 - Da Assessoria para O Documento
SÃO PAULO - O ranking dos melhores hospitais públicos e filantrópicos de São Paulo, segundo avaliação dos usuários, foi divulgado ontem pela Secretaria de Estado da Saúde. Entre os 35 mais bem avaliados, somente 3 são gerenciados diretamente pelo Estado. Oito deles, inclusive os dois primeiros colocados, foram terceirizados para entidades privadas sem fins lucrativos por meio do modelo de Organizações Sociais de Saúde (OSS).
O primeiro colocado no chamado Provão do SUS foi o Hospital Estadual de Ribeirão Preto. Em segundo lugar ficou o Instituto do Câncer de São Paulo. Em nono, o Hospital Regional de Assis é o único representante da administração direta entre os dez mais.
A pesquisa ouviu 158 mil pacientes que passaram por internações e exames em 630 estabelecimentos conveniados à rede pública entre março de 2009 e janeiro de 2010. A secretaria não divulgou o ranking completo nem todas as informações referentes à metodologia. Segundo a assessoria de imprensa da pasta, a nota média foi 8,65 e a menor nota, 7,3.
"É difícil saber a representatividade da pesquisa sem saber quantos deixaram de responder. O que normalmente se percebe é que quem foi bem-sucedido no tratamento tende a responder, mas quem está insatisfeito pensa duas vezes, pois tem de explicar o motivo e um dia ele pode precisar do hospital", diz Oswaldo Tanaka, da Faculdade de Saúde Pública da USP.
Para o professor da Faculdade de Medicina da USP, Paulo Eduardo Elias, chama a atenção o fato de apenas três, de 40 hospitais administrados diretamente pelo Estado, figurarem na lista. "Já 30% das OSS (8 de 25) estão bem avaliadas. Esse modelo tem mostrado mais resultado porque tem mais flexibilidade na gestão hospitalar, tanto de material quanto de recursos humanos. Além disso, a maioria desses hospitais está buscando certificação de qualidade (uma espécie de ISO) e isso melhora o funcionamento."
Das instituições na lista dos 35 melhores, a maior parte é entidade privada que presta serviços ao Serviço Único de Saúde (SUS), como Santas Casas e hospitais filantrópicos.
O Ranking dos Melhores
Hospital Estadual de Ribeirão Preto (9,49)
Instituto do Câncer de São Paulo (9,46)
Fundação Pio XII de Barretos (9,45)
Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais de Bauru (9,38)
Hospital do Câncer A. C. Camargo (9,37)
Hospital Evangélico de Sorocaba (9,34)
Hospital Regional de Divinolândia (9,34)
Hospital Amaral Carvalho de Jaú (9,33)
Hospital Regional de Assis (9,32)
Santa Casa de Ibitinga (9,32)
04/03/2010 - Karina Toledo para O Estado de São Paulo
BRASÍLIA - O Instituto Nacional do Câncer (Inca), vinculado ao Ministério da Saúde, convocou os mais de 27 mil candidatos inscritos na seleção que oferece 191 vagas e cadastro reserva para a realização das provas objetivas e discursivas. As avaliações serão aplicadas no dia 7 de março, tanto no horário da manhã (nível superior) quanto no da tarde (nível médio).
O concurso está sob a responsabilidade do Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB). Haverá ainda avaliação de títulos para os candidatos com graduação. As informações estão no Diário Oficial da União desta terça-feira (2/3), na página 76 da terceira seção.
Oportunidades
Quem tem nível superior terá a opção de dois cargos. Um deles é o de analista em ciência e tecnologia júnior, com oferta de vagas para as especialidades de Relações Públicas, Jornalismo, Direito (legislação pública em saúde), Engenharia em diversas áreas, gestão de Recursos Humanos, Gestão Pública, Planejamento Estratégico e Medicina do Trabalho.
Também há oportunidades para o cargo de tecnologista júnior, nas especialidades de Assistência Social, Biblioteconomia (divulgação científica na área da saúde), Biologia e Biomedicina em diversas áreas, Desenho Industrial e Comunicação Visual (programação visual) e Enfermagem e Medicina em diversos campos, além de muitos outros.
Aqueles que possuem nível médio podem se inscrever em duas funções. A primeira delas é a de assistente, com vagas nas áreas de apoio técnico/administrativo e Enfermagem do Trabalho. Há chances também no posto de técnico, nas áreas de Enfermagem (diversos campos de atuação), Farmácia Hospitalar e Análise Clínica, entre outros.
As remunerações básicas para nível superior são de R$ 2.419,07, além de retribuição de titulação que varia de R$ 822 a R$ 3.199, gratificação por desempenho de atividade (R$ 1.501,60) e gratificação temporária (R$ 628,96).
Já para nível médio os salários básicos são de R$ 1.331,97, além de gratificação por aperfeiçoamento/especialização que varia de R$ 452 a R$ 1.762, gratificação por desempenho de atividade (R$ 826,40) e gratificação temporária (R$ 346,31).
02/03/2010 - Larissa Domingues para o Correio Braziliense
BRASÍLIA - Hospitais que contam com Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) terão que cumprir novas regras. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, na quinta-feira (25/02), a Resolução RDC nº 7, que dispõe sobre os requisitos mínimos para o funcionamento das UTIs.
A resolução se aplica a todas as Unidades de Terapia Intensiva do país, sejam públicas, privadas ou filantrópicas; civis ou militares O objetivo é reduzir os riscos aos pacientes, visitantes, profissionais e meio ambiente. Com a medida, a Anvisa também busca elevar a qualidade do atendimento, com a conseqüente redução do tempo de tratamento de pacientes graves nesses setores. Assim, mais pacientes poderão usufruir do tratamento especializado oferecido nas unidades.
A nova regra traz parâmetros tanto para estrutura, organização e processos de trabalho quanto para a obtenção e monitoramento de indicadores de saúde que retratem o perfil assistencial da unidade. Entre os indicadores a serem monitorados estão, por exemplo, os de densidade de incidência de Infecção Primária da Corrente Sanguínea Relacionada ao Acesso Vascular Central e os de Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica.
Os hospitais têm prazo de seis meses para adequação à nova resolução, sendo que para cumprimento de alguns itens relacionados a recursos materiais e humanos o prazo é de três anos. Segundo dados do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), o Brasil dispõe de 27.026 leitos de UTI (dez/09).
Confira os principais pontos da resolução:
A preservação da identidade e da privacidade do paciente deve ser assegurada por todos os profissionais que atuam na UTI. O paciente que estiver consciente e o seu responsável legal devem ser informados quanto aos procedimentos que serão adotados.
As equipes de UTI e a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) são co-responsáveis pelas ações de prevenção e controle de infecções relacionadas à assistência à saúde.
O hospital deve realizar gerenciamento dos riscos inerentes às atividades realizadas na unidade, bem como aos produtos submetidos ao controle e fiscalização sanitária.
As preparações alcoólicas para higienização das mãos devem estar na entrada da unidade, entre os leitos e em outros locais estratégicos definidos pela Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH).
A CCIH deve divulgar os resultados das vigilâncias e o perfil de sensibilidade dos microrganismos à equipe multiprofissional da UTI, visando a avaliação periódica das medidas de prevenção e controle. A equipe da UTI deve proceder ao uso racional de antimicrobianos, estabelecendo normas e rotinas de forma interdisciplinar e em conjunto com CCIH, Farmácia Hospitalar e Laboratório de Microbiologia.
01/03/2010 - Daniele Carcute - Imprensa/Anvisa
SÃO PAULO - Se você tem plano de saúde, fique atento às novidades. A partir de 7 de junho de 2010, os usuários deste sistema terão a lista de coberturas médicas e odontológicas ampliada. Novos 70 procedimentos serão abrangidos. A atualização foi divulgada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) no Diário Oficial da União do último dia 12 de janeiro, através da Resolução Normativa (RN) nº. 211, que garante o direito às pessoas que contrataram planos médicos ou odontológicos após janeiro de 1999 - quando passou a vigorar a Lei nº 9.656/98 que regulamenta o setor de saúde suplementar.
Entre as mudanças previstas, estão a atenção multiprofissional e tratamento especial aos obesos mórbidos, estímulo ao parto natural, direito a cirurgias de vasectomia, colocação e custos do Dispositivo Intra Uterino (DIU), mamografia digital, mamotomia, videolaparoscopia e exames de DNA para tratamento de doenças genéticas.
Também consta na lista de novos procedimentos obrigatórios o transplante alogênico de medula óssea, ou seja, de uma pessoa para outra, que é indicado principalmente para tratar o câncer nas células do sangue, a leucemia. Este procedimento custa ao governo entre R$60 mil e R$80 mil.
O Hospital Amaral Carvalho de Jaú, referência no tratamento e prevenção do câncer, é um dos hospitais mais especializados em transplante de medula óssea da América Latina. Para o diretor de Planejamento e Controle, José Antônio Barata de Almeida Bueno, a entrada em vigor da RN-211 com a inclusão de procedimento de TMO alogênico não trará nenhum tipo de custo extra para o HAC, já que o hospital realiza este tipo de procedimento há muitos anos. "O que deve ocorrer é um aumento na demanda por nossos serviços. Quanto ao aspecto financeiro certamente haverá uma melhora, embora pequena, já que estamos trabalhando no nosso limite", diz.
A Resolução Normativa prevê também a inclusão de alguns tipos de exames na área de genética e outros feitos por vídeo. Um deles é o PET-Scan, sofisticado exame capaz de detectar câncer pulmonar de células não-pequenas e linfomas. "Essa normativa confirma o que nós, médicos nucleares, já sabíamos. O PET-CT é imprescindível para a oncologia. Na verdade, não importa o número de equipamentos, que tenderão a crescer sim, mas a qualidade e a seriedade dos serviços de medicina nuclear, que é nossa marca registrada há 40 anos. Nosso departamento ficou extremamente feliz com essa normativa, pois provamos mais uma vez que estamos sempre um passo à frente. Investimos nesse equipamento antes mesmo de ter sido incluso no SUS ou nos convênios", diz o médico nuclear, Alexandre Brandão.
Novas regras vêm com ampliação do atendimento
Além da lista de novas coberturas, a RN nº 211 traz também uma série de mudanças, que ampliarão o atendimento ao consumidor. Uma dessas é a cobertura pelos planos coletivos aos acidentes de trabalho e aos procedimentos de saúde ocupacional.
26/02/2010 - Bruna Oliveira para Portal Nacional de Seguros
SÃO PAULO - O Instituto Nacional do Câncer (Inca) reconheceu ontem que alguns estabelecimentos do País podem ter baixa produtividade de seus mamógrafos por causa de características individuais, mas questionou a suposta ociosidade apontada no relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), segundo o qual 40% dos 1.686 mamógrafos em uso registrados no Brasil não teriam produção alguma.
No entanto, o Inca - órgão que dita as políticas de câncer no País - explicou que parte dos aparelhos pode estar operando fora do sistema de faturamento federal, utilizado pelo TCU para aferir se as máquinas estariam trabalhando. Nesses casos, os mamógrafos poderiam estar produzindo e Estados e municípios, remunerando o trabalho sem que o tribunal pudesse medir a sua realização. Os questionamentos do instituto foram acolhidos pelo tribunal no relatório que foi divulgado ontem.
"O fato de os mamógrafos existirem, mas não aparecerem no sistema de faturamento do TCU, não significa que estejam ociosos", afirmou o técnico da Divisão de Apoio à Rede de Atenção Oncológica do Inca, Ronaldo Corrêa. O especialista enfatizou ainda que o parâmetro de 25 exames por dia para a produção, que é do Inca e foi adotado pelo TCU no trabalho, não é meta obrigatória, "mas o razoável". "O fato de produzir pouco pode ter várias explicações. Cada caso teria de ser avaliado individualmente."
O Ministério da Saúde reservou R$ 12 milhões até 2011 para melhorar a cobertura do exame, destacou. Procurada, a pasta não se manifestou ontem. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
26/02/2010 - AE
BRASÍLIA - A Câmara analisa o Projeto de Lei 6759/10, já aprovado pelo Senado, que obriga o Sistema Único de Saúde (SUS) a assegurar, por meio de serviços próprios, conveniados ou contratados, a realização de exames para identificação de biomarcadores para os cânceres do colo uterino e de mama nas mulheres com antecedentes pessoais ou familiares dessas doenças.
O projeto, da senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE), altera a Lei 11.664/08, que estabelece a gratuidade da assistência integral à saúde da mulher, incluindo prevenção, detecção, tratamento e controle dos cânceres do colo uterino e de mama. A lei cita especificamente o exame citopatológico do colo uterino a todas as mulheres que já tenham iniciado sua vida sexual, independentemente da idade; e o exame mamográfico a todas as mulheres a partir dos 40 anos de idade.
Segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca), nos dois últimos anos foram registrados no Brasil 49 mil casos novos de câncer de mama e 19 mil de câncer de colo. Além de ocupar o primeiro lugar em incidência, o câncer de mama é o que causa o maior número de óbitos em mulheres de 40 a 60 anos. Já o câncer de colo de útero ocupa o terceiro lugar em incidência e o quarto em mortalidade.
A senadora lembra que, embora sejam oferecidos serviços de prevenção e detecção em estágios iniciais da doença, por meio de ações do Ministério da Saúde e dos estados, verifica-se que as ações de controle do câncer de mama direcionadas para a detecção precoce, por meio do auto-exame das mamas, do exame clínico e da mamografia, não estão obtendo o êxito desejável.
Estágios avançados
Maria do Carmo também cita dados divulgados pela imprensa em 2009 segundo os quais aproximadamente 80% dos tumores de mama são descobertos em estágios avançados no Brasil, ao contrário do que ocorre em países desenvolvidos. "Muitos de nossos maiores especialistas em oncologia consideram que não existe, no País, um programa nacional capaz de detectar precocemente a doença", afirma.
Para a parlamentar, a descoberta tardia é um dos fatores que dificultam o tratamento, pois, além de comprometer a eficácia dos tratamentos, diminui as chances de vida das pacientes. "Nos países mais desenvolvidos a redução da taxa de mortalidade por câncer é devida, em boa parte, às evoluções na área da genética e da biologia molecular", observou.
Tramitação
O projeto tramita em regime de prioridade e em caráter conclusivo nas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
25/02/2010 - WS + Laís Braz para Câmara dos Deputados
BELEM - A diretoria do Hospital Ophir Loyola (HOL), referência no tratamento do câncer na rede de saúde pública do Norte e Nordeste, reuniu nesta terça-feira (23) com a Associação Colorindo a Vida e membros do Instituto Ronald MacDonald (IRM), que estão empenhados na construção da Casa de Apoio para Crianças e Adolescentes com Câncer, vindos do interior do Pará e de estados vizinhos, para tratamento no HOL.
No encontro, foi discutido o fortalecimento da rede de atenção oncológica em Belém, avaliadas possibilidades de apoio dos serviços e levantadas diversas informações sobre oncologia pediátrica e tratamento no HOL.
Participaram da reunião o diretor clínico Luiz Nazareno França de Moura, representando a diretoria do Hospital Ophir Loyola; a oncopediatra do Hospital, Rita Carneiro; o diretor de Ensino e Pesquisa do HOL, Bruno Mendes Carmona; a presidente da Associação Colorindo a Vida, Dyrce Wagner; o diretor do Instituto Ronald MacDonald, Roberto Mack; o presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica e membro do conselho científico do Instituto, Renato Melaragno; Carla Lettieri, analista de Projetos do Instituto Ronald MacDonald e Kemel Kalif, embaixador do IRM.
A presidente da Associação Colorindo a Vida, Dyrce Wagner, fez uma exposição sobre os fundamentos da Associação e destacou o excelente nível da equipe de oncologia e pediatria do Hospital Ophir Loyola.
O diretor clínico Luiz Nazareno mostrou que, apesar das dificuldades enfrentadas pelos hospitais públicos, o HOL tem recebido todo apoio do governo estadual e muitos problemas estão sendo sanados pela diretoria atual do Ophir Loyola, que assumiu há apenas sete meses, mas tem tomado todas as providências para modernizar, aumentar o quadro de profissionais e ampliar os serviços oferecidos pelo HOL, fato que não ocorria há 20 anos.
Uma das dificuldades é a carência de médicos especialistas em oncologia. "O estado do Pará com uma dimensão continental conta com apenas duas oncopediatras e estas profissionais estão no Hospital Ophir Loyola", disse. A implantação da Casa de Apoio será desta forma uma ajuda a mais que fará a diferença na qualidade de vida de crianças e adolescentes com câncer.
A Associação Colorindo a Vida, de caráter beneficente, fundada em 2007 e com sede no HOL, será a responsável pela manutenção da Casa de Apoio que vai garantir de forma gratuita, hospedagem, alimentação temporária e assistência a famílias de pacientes infanto-juvenis de 0 a 19 anos, sob tratamento de câncer em Belém, além de buscar desenvolver atividades que visem a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer infanto-juvenil. A previsão de inauguração da Casa em Belém é para dezembro de 2010.
Sobre a construção da Casa de Apoio, o presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica, Renato Melaragno, ressaltou que "no Brasil inteiro, neste momento, não tem lugar que justifique mais a construção do que aqui em Belém, na Amazônia". Uma prova de que o HOL é uma instituição reconhecida pela qualidade na prestação de serviços em saúde, ensino e pesquisa.
O Instituto Ronald McDonald é uma instituição sem fins lucrativos com dez anos de atuação que promove e apoia ações que combatam o câncer infanto-juvenil. Entre as campanhas coordenadas em prol destas crianças e adolescentes está o McDia Feliz. Todas as doações do Instituto são destinadas apenas para instituições reconhecidas que cuidam de crianças e adolescentes com câncer.
24/02/2010 - Diane Maués Casanova - Ascom HOL na Agência Pará de Notícias
RIO DE JANEIRO - A juíza Inês da Trindade Chaves de Melo, titular da 3ª Vara Empresarial da capital, determinou que a Amil ofereça cobertura total aos seus clientes para tratamento quimioterápico de câncer, mesmo fora de unidades hospitalares - o que inclui os medicamentos orais. A decisão tem caráter liminar e atende a pedido do Ministério Público Estadual. A Amil informou que vai recorrer.
A ação foi motivada pela recusa da empresa em fornecer os medicamentos orais. Os advogados da Amil alegaram que a operadora só tinha obrigação legal de garantir o tratamento quimioterápico em ambiente hospitalar. Mas o argumento não convenceu a juíza.
"O que se nota, em primeiro lugar, é que não se trata de mero fornecimento domiciliar de remédios, como analgésicos ou antibióticos, mas de uma etapa integrante de todo o tratamento do paciente, que assim se beneficia com a redução do tempo passado no hospital e tem, na melhoria da sua qualidade de vida, conforme relatam vários textos médicos, maior chance de sucesso no processo de reversão da enfermidade", escreveu a juíza na decisão.
Ela determinou que a Amil pague multa diária de R$ 50 mil, caso descumpra a liminar. Em nota, a operadora informou que vai recorrer da decisão, mas ressaltou que "tem como regra cumprir todas as determinações da Justiça".
O advogado Raul Peris, membro do conselho científico da Associação Brasileira do Câncer (ABCâncer), comemorou a liminar. "Já existem inúmeras ações judiciais individuais, mas uma decisão que beneficia toda a carteira de clientes de um plano acredito que seja inédita".
"A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) já estabelece a cobertura da quimioterapia como um todo. Os planos se valem que a via oral não foi especificada e se pegam em cláusulas que excluem medicamentos para não fornecer a quimioterapia em comprimidos. É um subterfúgio das operadoras", esclareceu.
A quimioterapia oral é uma opção que alguns pacientes podem ter para tratar determinados tipos de câncer - alguns casos de tumor no cérebro, intestino, pulmão, nos rins e na mama -, explicou o chefe da Oncologia Clínica do Instituto Nacional do Câncer, Daniel Herchenhorn. "Pode ser uma opção de tratamento ou a única opção. Em alguns casos, o custo do medicamento pode chegar a R$ 10 mil mensais".
23/02/2010 - Clarissa Thomé - Agencia Estado
FORTALEZA - O Hospital do Câncer do Ceará (HCC) localizado na Rua Papi Junior, em Fortaleza realiza no próximo dia 24 capacitação para voluntários da instituição. Quem tem mais de 18 anos e disponibilidade de quatro horas semanais poderá se increver na capacitação que acontecerá das 8 horas às 18 horas.
Os interessadaos podem enviar um e-mail para Debora Boni, Diretora de Responsabilidade Social do ICC informando nome, idade, grau de escolaridade, profissão e o público com o qual deseja realizar o trabalho voluntário.
O ICC tem em seu cadastro mais de 300 pessoas como voluntárias. O trabalho voluntariado no ICC é direcionado aos pacientes que ficam na Casa Vida, local onde ficam os pacientes vindos do interior do Estado para tratamento.
Maiores informações: 3288.4671 e deboraboni@hospcancer-icc-org.br
21/02/2010 - Christina Herbster para Ceará Agora
JAÚ - O exame ginecológico não deve ser encarado como mais uma avaliação e sim como uma ferramenta importante na detecção de lesões precursoras do câncer do colo do útero. Mulheres que iniciaram a vida sexual devem fazer o exame de Papanicolaou, basta agendar uma visita ao Programa de Prevenção do Câncer Ginecológico do Hospital Amaral Carvalho (HAC).
Este Programa é responsável por cerca de 10 mil exames ao ano. Em média 5% destes podem estar alterados. Espera-se que 4% sejam lesões de baixo grau e 1% lesões de alto grau.
Durante o mês de fevereiro, profissionais da área de enfermagem do HAC previamente treinados, realizam a coleta de exames de Papanicolaou nas dependências do Ambulatório de Especialidades do SUS - Núcleo de Gestão Assistencial de Jaú (NGA-25). Trata-se da campanha de prevenção do câncer ginecológico em parceria com as Secretarias Municipal e Estadual de Saúde.
Serviço
O atendimento ocorre de 1 a 12/2
Das 7h às 12h30.
O NGA-25 (SUS) fica na Rua Sebastião Toledo de Barros, 296, Vila Carvalho.
28/01/2010 - Viva o Centro - Notícias
NATAL - Um dado da Associação Brasileira de Radioterapia, divulgado este mês, revela que três em cada dez pacientes de câncer no Brasil não conseguem tratamento de radioterapia pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O número é preocupante, mas não caracteriza a realidade existente no Rio Grande do Norte. De acordo com a direção da Liga Contra o Câncer, todos os potiguares têm acesso ao tratamento. A fila de espera existente, considerada dentro da normalidade, será reduzida até o final do ano, graças à ampliação do número de aparelhos, que passarão de três para cinco.
No Rio Grande do Norte, a média de aplicações de radioterapia foi de 12.700 por mês, em 2009, o que representa cerca de 250 pacientes atendidos a cada 30 dias. A quantidade deve crescer em torno de 70% com o funcionamento dos dois novos equipamentos, cujo valor totaliza 2 milhões de dólares, sem contar os prédios onde irão ser instalados. A ampliação reduzirá pela metade o tempo de espera para se conseguir a aplicação, que atualmente é de até 30 dias.
"É praticamente zerar a fila, porque sempre haverá uma espera de 10 a 15 dias, devido ao tempo que o paciente passa pelos exames. Não existe em canto nenhum do mundo de o paciente vir para o médico e no dia seguinte ir para a radioterapia, pois há todo um processo de preparação dele, para que se inicie o tratamento", explica o superintendente da Liga, Roberto Magnus Sales.
Ele afirma que não existe, em oncologia, "principalmente na parte de quimioterapia e radioterapia", tratamento de urgência. Até mesmo os 30 dias a que chega hoje a espera não representam uma perda significativa na eficácia do tratamento. "Não vai interferir em nada na cura, ou na sobrevida do paciente", diz. Para Roberto Sales e o superintendente adjunto da Liga, Ricardo José Curioso, o reflexo maior da espera mais longa é mesmo o aumento da ansiedade gerada no paciente e na família.
"Pode se dizer que o Rio Grande do Norte tem hoje uma situação confortável e com perspectiva de solução de problemas a curto prazo", destacou Roberto Sales. A Liga oferece tratamento com radioterapia desde 1970, quando foi comprada uma "bomba de cobalto". Há cerca de 15 anos, com ajuda do governo e da população, a entidade adquiriu mais dois “aceleradores lineares”.
"Mesmo possuindo esses três, a Associação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Combate ao Câncer (Abficc) procurou o Governo Federal para tentar ampliar os equipamentos no Brasil inteiro", relata. A União não liberou as verbas. Diante da recusa, a Liga adquiriu com recursos próprios um novo acelerador linear, no valor de 600 mil dólares.
O equipamento se encontra em Natal desde o final do ano passado, mas completamente encaixotado, à espera da conclusão da casa-mata onde irá funcionar. O espaço, já em fase final de obras, foi bancado com verbas do Governo do Estado, está sendo erguido junto ao Centro Avançado de Oncologia, em Dix-sept Rosado, e representa um investimento de cerca de R$ 500 mil. Os atendimentos devem se iniciar até o final deste semestre.
Do governo estadual também virão os recursos para a compra do quinto equipamento, um acelerador linear de última geração, no valor de cerca de 1,3 milhão de dólares. O aparelho entrará em operação até dezembro. "O dinheiro já foi empenhado, falta ainda a licitação, mas já está garantido. Até o final do ano queremos os cinco funcionando", destacou Roberto Sales.
Tendência é que demanda aumente
Em média são detectados 470 novos casos de câncer no Rio Grande do Norte todos os meses, pelos profissionais da Liga. A estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca) é que surjam 5.200 em todo o Estado, em 2010. Embora nem todos necessitem de radioterapia, a tendência é que a procura pelo serviço aumente. Segundo Roberto Sales, o principal motivo é o processo de envelhecimento natural da população, por conta do aumento da expectativa de vida, que gera a consequente multiplicação da demanda por tratamentos oncológicos.
De acordo com Ricardo Curioso, os três aparelhos já existentes na Liga funcionam praticamente em tempo integral, para atender às necessidades. "Fazem aplicações de seis da manhã à meia-noite. Vamos colocar essas duas novas máquinas para funcionar e já estamos pensando em daqui a uns três anos ter de aumentar. Mas hoje 100% de nossa população é atendida", aponta. A entidade recebe, inclusive, pacientes vindos da Paraíba.
Roberto Sales revela que a grande preocupação da Liga é saber como a população será atendida daqui a uma ou duas décadas. "Tem de continuar sendo assistida como é hoje, com padrão de qualidade, pois somos uma entidade de referência não só no Nordeste, mas para grande parte do País, com um tratamento de alto padrão. Agora, não podemos encerrar o pensamento por conta desses dois novos aparelhos, já que a demanda certamente vai continuar crescendo", alerta.
Dos recurso que mantêm a liga atualmente, cerca de 70% vêm dos serviços prestados ao Sistema Único de Saúde e os demais 30% de contribuições e convênios. O Governo do Estado ajuda nos investimentos, que também são bancados através de emendas dos parlamentares federais. Atualmente, nem mesmo a rede privada mantém serviços de radioterapia no Rio Grande do Norte. O interior do estado também não conta com aparelhos, embora haja uma mobilização para que o Governo Federal ofereça o serviço em Mossoró.
24/01/2010 - Tribuna do Norte
VOTUPORANGA - Numa iniciativa do Hospital de Câncer de Barretos, em parceria com a Secretaria de Saúde da Prefeitura de Votuporanga, começa nesta quinta-feira (21/1) o atendimento na Unidade Móvel para exames de mamografia de forma gratuita em mulheres de 40 a 69 anos. Desde o início do ano, os postos de saúde da cidade fizeram o cadastro das interessadas, agendando o horário, data e local dos exames.
Um cronograma foi montado para que a carreta percorra todas as regiões da cidade realizando a mamografia. O atendimento terá início pelo Parque das Nações, neste primeiro dia das 13 às 20h30. A unidade ficará no bairro até o dia 25, com o intervalo do final de semana, em horários diversos, estacionada em frente ao PSF III - "Daniele Cristine Lamana", Rua Eduardo Morini Bortolotti, nº 1951. Depois seguirá para o Pró-Povo, Pozzobom, Parque das Nações, Pró-Povo, Pozzobom, Paineiras, Parque Guarani, Palmeiras, e assim por diante, até atingir todas as regiões.
Chamado de programa de rastreamento mamográfico na população feminina, a unidade deve ficar em Votuporanga por mais de três meses. A equipe é formada por enfermeiros e técnicos de radiologia. De acordo com a enfermeira do Hospital do Câncer do Barretos, Tânia Silveira Lourenço, o objetivo é realizar a cobertura populacional de exames de mamografia em 75% das mulheres na faixa etária de 40 a 69 anos.
Votuporanga tem hoje 11.716 mulheres nesta idade. A capacidade da carreta é de 120 exames por dia, 60 em cada aparelho de mamografia. Os resultados serão entregues às pacientes nos postos de saúde e na Secretaria Municipal de Saúde.
Cadastro
Interessadas em fazer o exame ainda podem procurar as Unidades Básicas de Saúde e os Programas de Saúde da Família de Votuporanga. Quem faz o cadastro já recebe a data, local e horário em que terá que se apresentar para realizar o exame. A população ainda não cadastrada deve procurar a unidade de saúde mais próxima de sua residência portando o xerox do CPF, RG e comprovante de residência. Outras informações na Secretaria de Saúde pelo (17) 34059787.
PROGRAMAÇÃO DA UNIDADE MÓVEL*
*outros bairros vão ser divulgados posteriormente
21/1 - PSF Parque das Nações – 13h00 às 20h30
22/1 - PSF Parque das Nações – 8h00 às 16h00
25/1 - PSF Parque das nações - 13h00 às 20h30
26/1 - PSF Pro Povo - 13h00 às 20h30
27/1 - PSF Pro Povo - 13h00 às 20h30
28/1 - PSF Pro Povo - 13h00 às 20h30
1/2 – PSF Pro Povo - 13h00 às 20h30
21/01/2010 - da Redação/Região Noroeste.com
FORTALEZA - O trabalho do Instituto do Câncer do Ceará (ICC) rompeu as fronteiras brasileiras e atingiu reconhecimento internacional. O ICC recebeu uma proposta da Câmara do Comércio e Indústria de Toulouse, na França, e firmou uma parceria com o Cancéropôle (Centro de Cancerologia) de Toulouse, a fim de efetuar trocas econômicas, institucionais, comerciais e tecnológicas. A participação do ICC nessa troca de experiências irá possibilitar a ampliação da área de atuação e desenvolvimento de trabalhos de Oncologia, beneficiando os profissionais e os pacientes.
21/01/2010 - marketing do ICC/Ceará Agora/Christina Herbster
BARRETOS - O Hospital de Câncer de Barretos disponibiliza neste sábado (16), das 8h às 17h, o Ônibus de Mamografia para as moradoras do distrito Alberto Moreira. O exame é voltado para mulheres entre 40 a 69 anos, que há mais de dois anos não fazem mamografia, um procedimento utilizado para a detecção de câncer de mama.
A aberta oficial da Campanha de Doação de Medula Óssea, a primeira marcada para este ano, tem inicio hoje com uma carreata. A concentração para a saída acontece em frente ao Supermercado Compre Bem, às 9h, passando pela avenida Centenário da Abolição, novo Fórum até a rua 32, depois sobe a rua 43, segue até a rua 22, desce a rua 13, percorre até a rua 20 e sobre até a avenida 19, chegando na esquina do Calçadão. O evento terá a participação do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, de um trio elétrico, da carreata do Hospital, chamando à atenção da população para a importância da doação. A campanha acontece de 18 a 23 de janeiro, em horário comercial, os postos de cadastramento são postinhos de saúde, Calçadão, supermercados e terminal de ônibus.
16/01/2010 - Revista do Ônibus
RECIFE - Um mutirão no Hospital de Câncer, localizado no bairro de Santo Amaro, centro do Recife, será realizado no Recife nesta sexta-feira para oferecer aos cidadãos informação e tratamento para uma doença que afeta muita gente. No Brasil, o número de mortes por câncer continua alto. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer, isso pode acontecer porque a doença ainda é diagnosticada em estágios avançados. A estimativa para 2010 é de que podem ocorrer cerca de 490 mil novos casos de câncer no País.
Cristiano Paiva, diretor do Hospital de Câncer, explica que serão atendidos os pacientes com câncer de mama que há muito tempo constavam na lista de espera. O tratamento da doença exige uma precocidade muito grande.
O câncer de mama é um dos que mais levam à morte, exigindo uma maior urgência em tratá-lo. De acordo com o diretor, o mundo inteiro assiste a um aumento de incidência da enfermidade. Em países desenvolvidos, porém, ao contrário do Brasil, não se vê aumento do número de mortes, pois eles apresentam ferramentas de combate bastante eficazes.
Ainda de acordo com o diretor, a praxe é realizar o tratamento com a mulher a partir dos 40 anos. Dados recentes, porém, indica que a doença pode ocorrer mais cedo, o que faz certos centros médicos realizarem os exames a partir dos 35 anos. O homem, é importante lembrar, também pode ter câncer de mama, mas são raríssimos os casos. O quadro da doença, entretanto, é geralmente mais agressivo. Cristiano aconselha ter controle do peso, evitar cigarros e bebidas alcoólicas e estimular a prática de esportes. Essas são algumas das medidas que ajudam a diminuir a chance do desenvolvimento da doença.
Outras unidades de saúde do Estado, além do Hospital de Câncer, oferece tratamento para a doença. Confira:
Recife:
De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, para saber os endereços, o cidadão pode ligar para o telefone: 0800 281 5656. A ligação é gratuita.
15/01/2010 - redação pe360graus
RIO DE JANEIRO - O diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Dirceu Barbano, recorreu da liminar que liberou o uso de câmaras de bronzeamento artificial para filiados à associação brasileira do setor, a ABBA. Barbano afirmou que, apesar da decisão da Justiça, a Anvisa não revogará a resolução que proíbe equipamentos que emitem radiação ultravioleta com finalidade estética.
A Anvisa está cumprindo o seu dever. "Não há motivos para o Estado autorizar uma atividade que não traz benefícios e expõe ao risco de câncer de pele", disse Barbano, lembrando que a Organização Mundial de Saúde elevou em julho o grau de perigo da técnica, classificando-a como cancerígena. "Pessoas que se submetem a esse bronzeamento têm risco 75% maior de ter câncer de pele do que os que não o fazem".
LIMINARES DERRUBADAS
Barbano afirmou que, desde a resolução que proíbe as câmaras, a Anvisa entrou com recursos e os Tribunais Regionais já derrubaram quatro liminares que autorizavam o uso do equipamento no País. "Entendemos que, se a Justiça autoriza um procedimento que causa câncer, tem que assumir a responsabilidade no lugar do agente sanitário. A Anvisa vai continuar afirmando que a técnica causa câncer".
Barbano disse ainda que a liminar do Tribunal Regional Federal da 4ª região liberou o uso das câmaras para filiados à ABBA, que representa cerca de 300 clínicas, fabricantes e importadores de equipamentos. "As pessoas que têm interesses econômicos podem procurar a Justiça para defendê-los, mas vamos nos manter sempre fiéis aos interesses da saúde pública", afirmou Barbano.
14/01/2010 - por Pámela Oliveira para O Dia
RIO DE JANEIRO - A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) incluiu na lista de procedimentos a serem cobertos pelos Planos de Saúde os transplantes de medula óssea alogênicos (com doador). Os transplantes de medula são tratamentos indicados para pacientes com doenças como leucemia, linfomas e mielomas, ou seja, doenças que atacam a medula óssea e impedem que esta produza o sangue.
Existem três tipos de transplante de medula óssea. Nos autólogos, o material é retirado da medula do paciente e, após o tratamento indicado para o tipo de câncer da pessoa, transplantado. Tratam-se de procedimentos bem mais simples e que, em alguns casos, são realizados em ambulatório (sem internação). Estes já estão na lista de procedimentos dos planos de saúde.
Já os transplantes alogênicos são mais complexos e podem ser aparentados ou não-aparentados. Além de equipe especializada, o hospital precisa ter instalações adequadas para o pós-transplante - ambiente isolado, livre de qualquer possibilidade de infecção - uma vez que o paciente precisa ficar cerca de dois meses em recuperação.
Atualmente, existem 15 centros no Brasil que fazem transplante de medula não-aparentado. Com a resolução da ANS, novos leitos podem ser incorporados ao programa de transplante de medula, o que vai significar mais agilidade na realização do procedimento.
Ao longo de um ano são realizados cerca de 1.800 transplantes de medula óssea no país. Destes, 1.000 são autólogos, 650 transplantes aparentados e 150 são não-aparentados. Hoje, 90% dos procedimentos são cobertos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo a tabela do SUS, o transplante aparentado custa R$ 54.939 e o alogênico, R$ 71.602.
12/01/2010 - do Portal do INCA.
GOIÂNIA - A rede de lojas de materiais de construção Leroy Merlin, localizada em Goiânia na Av. Anhanguera, realizou mais um Saldão Solidário nas representantes em todo o país. Durante três dias, de 08 a 10 de janeiro, 5% da renda obtida com a venda dos produtos da promoção de começo de ano serão destinados a duas instituições filantrópicas, 3% para a Gol de Letra do ex-jogador de futebol Raí e 2% para outra instituição de cada região. Na capital goiana, pelo segundo ano consecutivo, a Associação de Combate ao Câncer em Goiás (ACCG) será beneficiada. No sábado, um estande de informações da ACCG foi montado na entrada da loja.
11/01/2010 - do Portal da ACCG.
SÃO PAULO - A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou nesta terça-feira, 12, a inclusão, na cobertura mínima de planos de saúde, dos exames de imagem para detecção precoce de tumores e metástases (PET-scan) e o uso de câmaras hiperbáricas (que fornecem altas concentrações de oxigênio), mas com limitações dos tipos de doença que serão atendidos. As restrições para o PET-scan atendem a uma preocupação das operadoras, que temiam grande impacto nos custos. A cobertura só deverá ser obrigatória quando houver suspeita de câncer no tórax e mediastino.
Também foram confirmadas a inclusão dos transplantes de medula óssea de doador vivo e 25 novos tipos de cirurgias por vídeo e endoscopias, que poderão trazer maior impacto para o usuário. Já os planos odontológicos terão de oferecer dois tipos de prótese, bloco e coroa. E o número mínimo de consultas de psicologia cobertas, hoje 12 por ano, deve pelo menos dobrar.
A Associação Médica Brasileira informou que enviou 300 sugestões de inclusões à ANS, mas prevê que apenas cerca de 70 sejam acolhidas. "A rigor, o rol não deveria nem existir, mas sabemos que o sistema é suplementar e que não dá para ter tudo", disse Amilcar Giron, representante da entidade.
A ANS vinha anunciando as mudanças nos procedimentos desde outubro, quando divulgou as incorporações e uma consulta pública. As empresas deverão ter quatro meses para implantar as alterações.
Nesta última segunda-feira, a Fenasaúde, entidade que reúne as maiores operadoras do setor, informou que a inclusão de determinados tipos de próteses dentárias nos planos odontológicos pode aumentar em até 40% o preço de compra dos produtos, que não são controlados pelo governo. Também os planos coletivos podem ter incremento de cerca de 25% no preço hoje pago pelas empresas - os valores também não são controlados. A agência regula hoje apenas os reajustes dos planos individuais.
Simulações da ANS, porém, apontam que, nos planos coletivos, o impacto será pequeno no reajuste anual. Um plano custa hoje, em média, de R$10 a R$12 por mês por funcionário e os novos procedimentos aumentariam em R$0,30 o custo mensal. Para a ANS, não fazia sentido um plano bancar a restauração e não a prótese, pois é impossível ficar com um buraco aberto na boca.
Em nota, o Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo e a Associação Brasileira de Cirurgiões-Dentistas apontaram que a mudança dificultará o acesso das camadas mais pobres da população.
A última atualização do rol ocorreu há dois anos. "A agência melhorou, já ficamos cinco anos sem atualização. Mas o ideal seria termos uma câmara permanente de avaliação e incorporação de novas tecnologias", afirmou Daniela Trettel, advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).
11/01/201 - Fabiana Leite, de O Estado de S. Paulo