Notícias no Portal da ABIFICC 2011

A ABIFICC completa 20 anos

Logotipo da Abifcc SÃO PAULO - No dia 30 de maio de 2010 foi realizado, no Terraço Itália, um jantar para 80 talheres em comemoração aos 20 anos da Associação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Combate ao Câncer - ABIFCC. Na mesma ocasião festiva, foi lançado o livro: "20 anos de Luta da ABIFCC".

No dia seguinte, 31 de maio, aconteceu a Reunião Geral dos Associados à ABIFICC no Hotel Comfort Downtown, na rua Araújo 141, no centro da cidade de São Paulo.
07/04/2010 - Diretoria ABIFCC

Hospitais da região são certificados por concessionária por economizar energia

Instituição associada à Abifcc BAURU - Doze hospitais de Bauru e região receberam certificação em um programa da CPFL que certificou 42 unidades hospitalares no Estado de São Paulo. Em Bauru, o Hospital de Base e a Maternidade Santa Isabel, da Associação Hospitalar de Bauru (AHB), receberam a avaliação na categoria prata, juntamente com o Hospital de Agudos, Santas Casas dos municípios de Dois Córregos, Duartina, Macatuba, Pederneiras e Ibitinga, Hospital Nossa Senhora da Piedade de Lençóis Paulista e Hospital Casa Pia de São Manuel. As Santas Casas de Bariri e Barra Bonita foram certificadas na categoria bronze. O Hospital Amaral Carvalho de Jaú alcançou avaliação na categoria ouro.

A certificação é outorgada no Programa CPFL de Revitalização dos Hospitais Filantrópicos. O programa avalia com critérios de excelência de gestão, sistematizados pela Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). Durante dois anos é oferecida consultoria direta do Centro de Estudos da Santa Casa de São Paulo (CEALAG). O Programa mobiliza gestores e consultores na construção do planejamento estratégico anual, criação e revisão de indicadores administrativos e financeiros, revisão de procedimentos do corpo clínico e de enfermagem, ambientais e sociais. Periodicamente, os participantes são auditados pelo Compromisso pela Qualidade Hospitalar (CQH).

A avaliação divide as instituições hospitalares por categorias (ouro, prata e bronze), de acordo com a pontuação obtida pelas instituições. Os critérios foram definidos pelo CQH para hospitais com mais de 150 leitos. Outro critério de avaliação, criado pela CPFL em parceira com o CEALAG para hospitais de 50 a 150 leitos, também possui as mesmas três categorias e reconhece os esforços das instituições para melhorar os seus processos internos.

O Programa de Revitalização Hospitalar privilegia as instituições filantrópicas de municípios atendidos pelas distribuidoras de energia elétrica do Grupo CPFL Energia no Estado de São Paulo.

Implementado desde 2005 pela concessionária de energia, o Programa já beneficiou mais de 70 entidades do Interior, capacitou mais de 5 mil profissionais diretamente e 20 mil indiretamente, beneficiando 4,5 milhões de pessoas, num investimento total de R$ 1,4 milhão por ano.
28/12/2011 - da Redação do JCNET

Leilão para Hospital do Câncer de Barretos arrecada mais de R$ 128 mil em Vicentina

Instituição associada à Abifcc VICENTINA - A região dos municípios de Vicentina e Jateí deram uma prova viva que o espírito de solidariedade é uma marca constante na sua gente, quando foram arrecadados R$ 128.327,25 no Leilão Direito de Viver, que foi doado ao Hospital do Câncer de Barretos, administrado pela Fundação Pio XII.

O evento realizado no dia 11 deste mês teve inicio, com o almoço no Salão Paroquial da Igreja Matriz de Vicentina, e contou com a maciça presença de pessoas e de lideranças dos municípios. Dando seqüência no evento beneficente aconteceu no recinto o leilão do gado, doado pelos criados de ambos os municípios que teve a presença de vários pecuaristas da região.

O prefeito de Vicentina Marcos Benedetti Hermenegildo “Marquinhos do Dedé” (PMDB), que se fez presente durante todo o evento, ressaltou que o resultado obtido, é fruto da união de esforços de toda sua equipe e principalmente da população, produtores e compradores que colaboraram para que o evento beneficente superasse todas as expectativas, se consolidando assim como uns dos maiores leilão beneficente da região.

Para o ex-prefeito de Jateí e Assessor do Governado do Estado, Eraldo Jorge Leite, “a união dos municípios de Jateí e Vicentina por uma causa justa, através da sua gente estão de parabéns pelo tamanho deste evento o que mostra este espírito de solidariedade que tanto já tinha ouvido e agora pude comprovar. E quem sai ganhando com a grandeza deste gesto é todos aqueles que procuram o Hospital de Câncer de Barretos”.

A comissão Direito de Viver Vicentina/Jateí-MS, vem a público agradecer a todos os doadores e colaboradores, que engajados pelo amor e em respeito ao próximo, nos ajudaram a realizar um grande evento em favor da vida.

“O apoio recebido de todos que nos ajudaram nesta causa e por fazerem parte desta luta, sua doação foi preciosa, juntos conseguimos conquistar nossos objetivos”, disse a presidente da Comissão Josiane Oliveira.

Todo o dinheiro arrecadado com o Leilão Direito de Viver é enviado para o Hospital do Câncer de Barretos, Fundação Pio XII, que atende a pacientes com câncer e é referência no tratamento da doença em toda a América Latina.
28/12/2011 - Washington Lima para o FátimaNews

Agência européia aprova Avastin® (bevacizumabe) para câncer de ovário

A Comissão Européia aprovou o uso de Avastin® (bevacizumab) na primeira linha de tratamento pós-cirurgia para mulheres com câncer de ovário avançado.

O medicamento Avastin® (bevacizumabe) acaba de ser aprovado pela Agência Européia de Medicina (EMA) para o tratamento de mulheres com diagnóstico recente de câncer de ovário metastático. O medicamento é considerado o primeiro grande avanço no combate à doença, nos últimos 15 anos. Até então, a terapia era limitada à cirurgia e à quimioterapia.

O câncer de ovário é o mais letal entre os tipos de câncer ginecológicos. Aproximadamente 220 mil mulheres são diagnosticadas por ano, no mundo, sendo que 140 mil morrem da doença1. No Brasil, estimativa do Inca (Instituto Nacional de Câncer) para 2012 é de 8.190 novos casos da doença2.

A aprovação do Avastin® foi fundamentada em dois estudos de fase III (GOG0218 e ICON7) comprovando que mulheres submetidas ao medicamento associado à quimioterapia viveram significativamente mais tempo sem o agravamento da doença (sobrevida livre de progressão) em comparação com o esquema terapêutico tradicional.

O medicamento biológico inibe a ação do fator de crescimento vascular endotelial (VEGF), uma proteína associada ao crescimento do tumor e à metástase. O medicamento Avastin® já tem aprovação na Europa para o tratamento de câncer de mama, colorretal, rins e de pulmão do tipo de não pequenas células. Todos em fase avançada.

No Brasil, o medicamento está em análise pela Anvisa, (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), desde dezembro de 2010, para a indicação do tratamento de câncer de ovário, nos casos avançados em primeira linha e para pacientes com doença recorrente, segunda linha.

Referências:
1: WHO, IARC GLOBOCAN, Cancer Incidence and Mortality Worldwide in 2008.
2: Instituto Nacional do Câncer (INCA), Câncer de Ovário, estimativa 2012. http://www.inca.gov.br/estimativa/2012/. Consulta em 13/12/2011.
26/12/2011 - Júlio Zanella para o Segs

Hospitais filantrópicos que atendem pelo SUS vão receber incentivo financeiro

BRASÍLIA - Hospitais filantrópicos que atendem exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) vão receber um adicional de 20% do valor total destinado à assistência hospitalar de média complexidade.

De acordo com o Ministério da Saúde, o objetivo é ajudar na manutenção dos serviços oferecidos nessas unidades. Estimativas do governo apontam que os hospitais filantrópicos são responsáveis por cerca de 50% do atendimento na rede pública de saúde.

Para aderir à iniciativa, os gestores municipais e estaduais devem solicitar o incentivo, atestando que a unidade está dentro dos pré-requisitos. Além do atendimento 100% SUS, o local deve fazer parte do Programa de Reestruturação e Contratualização dos Hospitais Filantrópicos ou do Programa de Reestruturação dos Hospitais de Ensino Públicos e Privados.

Ainda segundo a pasta, os hospitais selecionados serão acompanhados e terão que cumprir metas como, por exemplo, manter alta a taxa de ocupação dos leitos e fazer a classificação de risco no atendimento de urgência e emergência, como previsto no programa Saúde Toda Hora.

Também este mês, foram destinados R$ 220 milhões para as 663 unidades que participam do Programa de Reestruturação e Contratualização dos Hospitais Filantrópicos.
26/12/2011 - Paula Laboissière, Repórter da Agência Brasil

Coordenador do Hospital do Câncer de Barretos visitou o Acre para possível parceria

Instituição associada à Abifcc RIO BRANCO - Na última sexta-feira, 16, a secretária de Estado de Saúde, Suely Melo, recebeu a visita do coordenador de prevenção de câncer do colo do útero do Hospital do Câncer de Barretos/Fundação Pio XII, Marcelo Almeida.

Ele faz parte do Programa Municípios do hospital, que faz consultoria sobre a qualidade e eficiência dos exames de câncer em 122 municípios de três Estados brasileiros (São Paulo, Goiás e Minas Gerais).

O coordenador mostrou como foi montado o programa no Hospital de Barretos e suas características principais, que incluem implantação e organização do programa de prevenção do câncer de colo do útero, palestra com médicos, enfermeiros e profissionais da área sobre os indicadores de qualidade do que deve ou não deve ser feito na coleta e posterior exame, consultoria sobre o padrão de qualidade dos laboratórios que emitem os laudos, fluxo, incentivo aos profissionais envolvidos, capacitação dos agentes comunitários de saúde (ACS) para a busca ativa de casos, parcerias com prefeituras e secretárias do Estado para educação preventiva. "Parece óbvio, mas tudo isso implica a qualidade do resultado de exame, no diagnóstico precoce e tratamento eficaz", diz Marcelo.

Ele cita exemplos de procedimentos demorados ou falta de eficiência que acabam comprometendo a saúde da mulher, tais como profissionais não-capacitados, falha na colpocitologia; falha em todo o processo de coleta para o diagnóstico e diagnóstico tardio.

Com essa visita, a secretária vai discutir com o governador Tião Viana a possibilidade de contratar esse serviço para o Centro de Controle Oncológico do Acre (Cecon). “O Cecon já faz um trabalho de ótima qualidade, mas queremos fazer um trabalho de excelência e saber se estamos no caminho certo”, completa a secretária Suely Melo.

Segundo Marcelo, a Região Norte é a que apresenta mais casos de câncer de colo do útero - 23 para cada 100 mil mulheres. “Mesmo assim, o Acre apresenta índices bons se comparado aos outros Estados da Região Norte”, compara Marcelo.

Sobre o Hospital de Câncer de Barretos
Criada em 1967, a Fundação Pio XII atende pacientes portadores de câncer. Na época o hospital contava com apenas quatro médicos: Paulo Prata, Scylla Duarte Prata, Miguel Gonçalves e Domingos Boldrini. Em 1989, com a ajuda de fazendeiros da cidade e da região, Henrique Prata, filho do casal de médicos fundadores do hospital, consegue construir o pavilhão onde funciona o ambulatório do novo hospital, inaugurado em 6 de dezembro de 1991.

Com a ajuda da comunidade, de artistas, da iniciativa privada e com a participação financeira governamental, outras áreas do hospital estão sendo construídas para atender, via SUS, os pacientes com câncer que chegam de todo o país.

Em 2011, Garth Brooks, o maior astro da música country, torna-se um parceiro do Hospital de Câncer de Barretos. Também este ano o hospital inaugurou o Instituto de Treinamento em Técnicas Minimamente Invasivas e Cirurgia Robótica (IRCAD). O Departamento de Radioterapia do Hospital inicia a técnica de radiocirurgia com pacientes e fecha parceria com uma agência da Agência Internacional de Energia Atômica da ONU e também firma parceria com o governo de Rondônia e assume a gestão do Hospital de Base em Porto Velho, com o início da construção de um pavilhão anexo especializado no tratamento de câncer que atenderá 97% dos pacientes oncológicos do Estado, evitando, assim, o deslocamento de 2.500 quilômetros para serem atendidos em Barretos.
21/12/2011 - Surama Chaul (Assessoria Sesacre)

Primeiro hospital especializado em Câncer no interior de Minas Gerais a receber Acreditação Nível II pela ONA

Instituição associada à Abifcc MURIAÉ - Uma nova conquista do Hospital do Câncer de Muriaé vai provar a grandeza da instituição não somente pela estrutura, mas sim em qualidade. Em apenas oito anos de existência o hospital acaba de ser certificado como Acreditado Pleno Nível II, pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), sendo o primeiro hospital do interior a receber essa certificação, e atualmente, o único no estado especializado em câncer.

Diretoria do hospital com avaliadores do IQG

Com o passar do tempo, as instituições tiveram que se adaptarem as exigências de um mercado globalizado, exigente e dinâmico. Ao se tratar de organizações ligadas à saúde as exigências não poderiam ser diferentes, e isto, leva ao desenvolvimento de programas que visam o melhor atendimento das necessidades sociais. As certificações de qualidade representam a responsabilidade e comprometimento com a segurança, com a ética profissional, com os procedimentos que realiza e com a garantia da qualidade do atendimento à população.

Dentro do Sistema Brasileiro de Acreditação, o processo de avaliação para a certificação é de responsabilidade das Instituições Acreditadoras Credenciadas pela ONA. Nos dias 15 e 16 de setembro, o Hospital recebeu a equipe de avaliadores do Instituto Qualisa de Gestão (IQG) que estiveram nos variados setores da instituição para observar se o padrão de gestão implantado corresponde aos requisitos do órgão.

O resultado positivo foi apresentado no último dia, no auditório da instituição, para todos os gestores. Nessa reunião, a avaliadora líder do IQG, Silvana Camilotti, citou os pontos fortes do Hospital, sendo estes o diferencial entre os demais que já foram avaliados por eles. Ao todo são oito: Constância de propósito da Alta Administração com o processo de Acreditação; Entusiasmo e comprometimento da equipe multiprofissional com as práticas de segurança e qualidade; Ações focadas no desenvolvimento das lideranças; Campanhas de prevenção para a comunidade, realizadas com ônibus consultório; Programa de Musicoterapia para os pacientes; Estrutura para acolhimento dos pacientes e acompanhantes na Casa de Apoio; Programa de motivação aos colaboradores; e Veículos de comunicação para interno e externo - Informe Hospital do Câncer e Conversa Pessoal.

De acordo com a coordenadora da Qualidade do HCM, Dulce Silvestre a certificação nível dois avalia a interação entre os processos que refletem na eficácia do atendimento e tratamento do paciente e reforça a melhoria contínua dos procedimentos realizados. "O paciente é o nosso foco de atenção e com a Acreditação eles podem contar com serviços controlados, que conferem mais segurança e qualidade, além da melhoria contínua na gestão hospitalar".

Para o Diretor Administrativo, Sérgio Henriques, o pensamento não é diferente. Dos aproximados sete mil hospitais públicos e privados registrados, somente cerca de 200 deles possuem certificação em qualidade ONA, o que traz muito orgulho para todos da instituição. "Estamos felizes com a conquista, que além de ser um diferencial no mercado, comprova que estamos no caminho certo e realizando um excelente trabalho".
19/12/2011 - Larissa de Assis da Assessoria de Comunicação

À batida do martelo

CUIABÁ - Constitucionalmente saúde é direito do cidadão e dever do Estado. Mas, na prática este princípio legal não é respeitado. No Brasil o cidadão que depende do SUS não tem atendimento médico satisfatório, a capacidade operacional hospitalar é deficitária e o mesmo se verifica nas áreas laboratorial, odontológica e outras.

O cenário da saúde nacional se reproduz bem em Mato Grosso e, pior, com alguns complicadores em razão da dimensão territorial, grande distância do domicílio do cidadão ao hospital de especialidades, falta de leitos e de UTIs e uma série de outros problemas.

A limitação e o engessamento do SUS levam o cidadão a usurpar no melhor sentido da palavra à função do Estado na área de saúde. Desse cenário surgiram entidades hospitalares filantrópicas – a exemplo de Santa Casa de Misericórdia. Muitas dessas instituições realmente praticam ações humanitárias dignas de reconhecimento. Porém, algumas se transformam naquilo que se convencionou chamar de “pilantropia”.

Infelizmente não se pode pensar na solução do problema da saúde em Mato Grosso em curto espaço de tempo. Um dos entraves para tanto é a burocracia que complica o funcionamento do SUS e dificulta o melhor desempenho dos entes federativos tripartites que o constituem. Diante dessa realidade, o povo mato-grossense é constantemente convidado a participar de ações de benemerência para assegurar funcionamento de hospitais, clínicas, laboratórios e o conjunto das unidades hospitalares públicas ou filantrópicas.

Em nome da benemerência será realizado amanhã, o 3º Leilão pela Vida, em prol do Hospital do Câncer de Cuiabá e que atende pacientes de todos os municípios mato-grossenses e até de estados vizinhos. O evento acontecerá no recinto do Parque de Exposição Senador Jonas Pinheiro, da Acrimat.

O leilão será eclético, com bovinos, jóias, roupas, eletroletrônicos, animais de estimação e outros itens, que poderão ser arrematados para pagamento em até 12 parcelas mensais – o que reforçará a carteira do Hospital do Câncer. A realização do evento é iniciativa do hospital e sua execução, a exemplo das edições anteriores, será da empresa Estância Bahia Leilões, do empresário e prefeito de Água Boa, Maurício Tonhá, que é figura nacionalmente respeitada no setor leiloeiro.

Mato Grosso deve participar do leilão, quer seja doando, quer seja arrematando ou fazendo doações financeiras ao hospital durante o evento. Informações serão repassadas pelos telefones (prefixo 065) 3648.7575, 8411.4123, 8426.0391 e 2121.6700.

Que o leilão alcance o melhor resultado possível, porque o Hospital do Câncer precisa e não consegue se manter somente com os repasses efetuados pelo SUS. Esse evento atesta a incompetência dos governos na área de saúde, mas esse assunto deve ser tratado pelo eleitorado mato-grossense – e cuiabano -, com seriedade, no momento certo, nas urnas, porque o momento agora não é de ensinar a pescar, mas sim de doar o peixe à batida do martelo na Acrimat.
17/12/2011 - Editoriais do Diário de Cuiabá

Ministério da Saúde estuda vacinar meninas de 9 a 13 anos contra o HPV

BRASÍLIA - O Ministério da Saúde avalia vacinar meninas de 9 anos a 13 anos contra o HPV, o papilomavírus humano, causador do condiloma acuminado, doença sexualmente transmissível que pode provocar câncer de útero. A informação é do secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.

O HPV pode atingir mulheres de qualquer idade. No entanto, a ideia é imunizar adolescentes que ainda não iniciaram a vida sexual. A vacina não tem eficácia em mulheres adultas, com vida sexual ativa, que já foram expostas à infecção pelo HPV, segundo o secretário. A prevenção, nesse caso, deve ser feita por meio do exame papanicolau, que identifica o câncer no colo do útero.

Barbosa estima um custo anual de R$ 600 milhões para incluir a vacina contra HPV no calendário de imunização das adolescentes. O equivalente a um terço do que o governo gasta com todas as vacinas, segundo o ministério.

O secretário participou de debate na Comissão de Assuntos Sociais do Senado sobre projeto de lei da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) que prevê vacinação gratuita contra o HPV para o público feminino na faixa etária de 9 anos a 40 anos.

Atualmente, existem mais de 100 tipos de HPV - alguns deles podem provocar câncer, principalmente no colo do útero e do ânus. De acordo com o ministério, a infecção pelo HPV é comum e na maioria dos casos não resulta em câncer. A principal forma de transmissão é pela relação sexual sem preservativo. Os sintomas frequentes são verrugas nos órgãos genitais.
13/12/2011 - Carolina Pimentel para Agência Brasil

Diretor do Icesp fala sobre prevenção ao vivo no Twitter

SÃO PAULO - O oncologista Paulo Hoff, diretor geral do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), estará nesta terça-feira, 13 de dezembro, a partir das 11h, em uma transmissão ao vivo no Twitter para tirar dúvidas dos internautas sobre a doença.

O encontro virtual pretende promover a cultura da prevenção, esclarecer dúvidas sobre o câncer, além de orientar sobre a importância do diagnóstico precoce. O médico também falará sobre novos tratamentos disponíveis e avanços da medicina no tratamento da doença.

"Estou entusiasmado em utilizar as redes sociais para falar de um assunto tão importante. Embora atue diretamente na assistência, pesquisa e ensino, o Icesp assume, como uma de suas missões, o estimulo à prevenção primária do câncer", afirma.

Hábitos saudáveis como não fumar, não abusar de bebidas alcoólicas, praticar atividades físicas e manter uma alimentação balanceada podem ajudar a prevenir o câncer. Além disso, ressalta o diretor do Icesp, o diagnóstico precoce é fundamental para aumentar as chances de cura da doença.

Para assistir, basta acompanhar o perfil do Instituto no Twitter @Icesp_ . A transmissão poderá ser acompanhada através da hashtag #Icesp_previne.

Icesp no Twitter
Desde fevereiro deste ano o Icesp está presente no Twitter. Diariamente, são postadas dicas de prevenção, serviços e novidades sobre o Instituto. As conferências via Twitcam começaram em setembro, tendo como foco o câncer, de maneira geral. Já foram realizadas entrevistas sobre câncer de próstata, de mama e nutrição, entre outras. Depois de encerradas as vídeo-conferências, o conteúdo é disponibilizado no canal do Instituto no Youtube (InstitutodoCancer).

Twitcam sobre câncer e prevenção
Data: terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Horário: 11h
Acesso: http://twitcam.livestream.com/7iwon
11/12/2011 - Sala de imprensa Icesp

Corrida em benefício a doação de medula reúne 3 mil participantes

RIO DE JANEIRO - A terceira edição da Corrida e Caminhada Com você, pela vida – Doe medula óssea reuniu cerca de 3 mil participantes na manhã deste domingo, no Aterro do Flamengo, na Zona Sul do Rio. O evento, promovido pela Fundação do Câncer (www.cancer.org.br), marcou a abertura da Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea e mobilizou 406 pessoas a se cadastrarem como doadores em unidade móvel do Hemorio.

Para o superintendente da Fundação do Câncer, Jorge Alexandre Cruz, o evento está se consolidando no calendário carioca de corridas e de conscientização sobre hábitos saudáveis. "A corrida é um dos principais eventos de mobilização promovidos pela Fundação. Nosso objetivo é estimular a adoção de práticas saudáveis, fundamentais para a prevenção do câncer, e conscientizar as pessoas para a importância da doação de medula óssea", disse.

Pódio
No percurso de 10km, com 35’22’’, Ivandro Bernardo dos Santos ficou em primeiro lugar na categoria masculino. Os segundo e terceiro lugares ficaram para José Pinheiro de Sousa e Marcos Antonio Gomes de Lima que completaram o percurso em 35’40'' e 36’39’’, respectivamente. No feminino, Raimunda Fonseca chegou primeiro com 40’45’’, seguida por Monique Floret Guedes e Cristiane Sousa Braga, com 43’48'' e 50’21''. Todos receberam um troféu da Fundação do Câncer.

No percurso de 6 km, masculino, a primeira colocação coube a Ricardo Marinho da Silva, com 20’14’’. Na segunda posição, Rafael Ferreira dos Santos, 20’32’’, e na terceira, Rafael Vitor Max da Costa, 21’23’’. No feminino, Luciene de Souza Barbosa foi a primeira colocada, com 25’55, seguida por Almerita Rosa dos Santos, com 26’24’’, e Kavin Mercedes, com 27’18’’.

Como doar medula óssea
Para se tornar um doador é preciso procurar o hemocentro da cidade, onde será coletada uma pequena quantidade de sangue (5ml) e preenchido um formulário com dados cadastrais. Qualquer pessoa, entre 18 e 55 anos de idade e que não tenha doença infecciosa transmissível pelo sangue pode se cadastrar. Se for verificada compatibilidade com algum paciente, o doador é, então, convocado para fazer testes confirmatórios e realizar a doação.

O transplante de medula óssea é um tratamento indicado para pessoas com doenças de sangue, como leucemias, linfomas e alguns tipos de anemias. Informações no site do INCAwww.inca.gov.br – ou pelo telefone (21) 2506-6064.
11/12/2011 - O Dia online

Ricardo Brentani, diretor-presidente da FAPESP, morre aos 74 anos

SÃO PAULO - Ricardo Renzo Brentani, diretor-presidente da FAPESP, morreu nesta terça-feira (29/11), vítima de infarto. O velório será na quarta-feira (30/11), no Anfiteatro José Ermírio de Moraes do Hospital A.C. Camargo, Rua Tamandaré, 766, Liberdade, São Paulo. O sepultamento ocorrerá às 12h30 no Cemitério do Morumbi, Rua Deputado Laércio Corte, 468.

Dr. Ricardo Brentani Professor emérito da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), Brentani era presidente da Fundação Antônio Prudente, que mantém o Hospital A.C. Camargo, e coordenador do Centro Antonio Prudente para Pesquisa e Tratamento do Câncer, um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão da FAPESP. Foi diretor do Instituto Ludwig de Pesquisa sobre o Câncer.

"Lamento profundamente o inesperado falecimento do querido amigo professor Ricardo Brentani, presidente do Conselho Técnico-Administrativo da FAPESP. Professor Brentani, professor emérito da FMUSP, liderança acadêmica e grande pesquisador com reconhecimento internacional, mobilizador de equipes e consolidador de instituições como o Hospital A.C. Camargo, deu, com sua forte personalidade e aguda inteligência, uma contribuição inestimável para a elevação do patamar de qualidade da FAPESP. Sua falta será sentida por todos nós, seus companheiros e colegas de trabalho”, disse Celso Lafer, presidente da FAPESP.

Membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC), Brentani recebeu diversos prêmios e condecorações, como a Ordem Nacional do Mérito Científico (Grã-Cruz), o Prêmio Costa Junior, da Academia Nacional de Medicina, e o Prêmio Ciência e Cultura da Fundação Conrado Wessel.

Em agosto, foi agraciado com o Prêmio Octavio Frias de Oliveira, na categoria “Personalidade de Destaque”. Promovido pelo Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), em parceria com o Grupo Folha, o prêmio tem o objetivo de reconhecer a produção de conhecimento na prevenção e combate ao câncer.

"Se tenho algum mérito que justifique minha indicação para o prêmio, preciso dividi-lo com minha mulher, Maria Mitzi Brentani, com Isaias Raw, que me ensinou a gostar de estudar e crescer, e com um número enorme de jovens que acreditou em mim ao longo da minha carreira", disse Brentani ao receber o prêmio.

Um dos principais nomes no mundo em pesquisa do câncer, Brentani atuava principalmente com estudos relacionados ao papel do nucléolo no processamento de mRNA, à caracterização de mRNAs de colágenos e à adesão celular e metástase.

Foi o primeiro professor titular da disciplina de Oncologia em uma universidade brasileira, como lembra Roger Chammas, professor da FMUSP e membro da Coordenação de Área de Saúde da FAPESP.

"Cada um de nós saberá identificar um traço da personalidade de Brentani, que se destacou como gestor, acadêmico, educador e formador de instituições. Como ex-orientando de Brentani, posso destacar sua posição de cientista ousado e à frente de seu tempo", disse.

Segundo Chammas, na década de 1960, na FMUSP, Brentani já estudava a capacidade informacional do nucléolo, tema que ainda hoje é pouco explorado. “Nas décadas de 1960 e 1970, ele introduziu pesquisas pioneiras na área atualmente conhecida como biologia molecular, mas que ainda não tinha esse nome. Os estudos dessa época foram precursores da biotecnologia”, destacou.

No início dos anos 1980, Brentani foi indicado como a pessoa ideal para liderar a filial paulista do Instituto Ludwig de Pesquisa sobre o Câncer. A instituição se tornaria logo um centro de referência nacional e internacional de estudos na área de oncologia e um grande celeiro de lideranças científicas.

“Dessa forma, ele formou diferentes grupos de pesquisa, nas áreas de epidemiologia, imunologia, biologia celular, genética e genômica do câncer, bioinformática, neurobiologia, patologia molecular e um grupo muito forte de pesquisa clínica. A cada grupo formado, o professor Brentani conseguia se reinventar”, disse Chamas.

Brentani também idealizou e implementou o primeiro curso de pós-graduação em um hospital privado brasileiro, o Hospital do Câncer A.C. Camargo, instituição de referência em pesquisa, ensino e assistência oncológica.

"Ser o primeiro é sempre uma tarefa árdua. Ele deu início à carreira de oncologia na época em que o conceito era muito novo e nem sempre aceito na comunidade médica e universitária. Seus esforços tornaram possível a grande capacidade instalada que temos hoje na área e foi o embrião de tudo o que estamos vendo na USP em relação à pesquisa sobre câncer", disse Paulo Hoff, diretor-geral do Icesp, diretor do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês e professor de Oncologia do Departamento de Radiologia da FMUSP.

"Todo esse trabalho na área de oncologia na FMUSP e no Hospital das Clínicas teve início com a atividade desenvolvida por Brentani, que teve o grande mérito de levar adiante uma missão que era quase impossível: articular as diferentes especialidades clínicas e cirúrgicas existentes para a constituição de um núcleo oncológico, que foi evoluindo até desencadear o programa piloto que deu origem ao Icesp”, afirmou Hoff.

Nascido em 21 de julho de 1937, em Trieste, Itália, filho de Segismundo e Gerda, Brentani cursou o secundário no Instituto Mackenzie de 1949 a 1955. Graduou-se pela FMUSP em 1962. Doutorou-se em 1966 pelo Departamento de Química Fisiológica e Físicoquímica da FMUSP, tendo como orientador Isaias Raw.

Em outubro, Brentani participou da FAPESP Week, em Washington, quando falou sobre o tema "Molecular genomics and genetics in the management of cancer". Era diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo da FAPESP desde 2004.
30/11/2011 - Agência FAPESP

Fiocruz lança livro sobre história do Patrimônio Cultural da Saúde de São Paulo

RIO DE JANEIRO - O terceiro livro da coleção História e Patrimônio da Saúde mescla a história das instituições de saúde da capital paulista com a de suas edificações. Ao longo de seis capítulos, História da saúde em São Paulo: instituições e patrimônio arquitetônico (1808-1958) proporciona novos ângulos de análise e ressalta o valor de fontes documentais até agora pouco exploradas pelos pesquisadores. O lançamento acontece no dia 30 de novembro, às 18 horas, na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

Vendido com um CD-ROM, que traz informações históricas e arquitetônicas sobre as instituições, o livro narra a importância dos hospitais da cidade no primeiro capítulo, intitulado Guerra e paz: alguns cenários da vida hospitalar. Escrito pela historiadora Denise Bernuzzi de Sant’Anna, o início da obra faz um diálogo com a moderna historiografia sobre o assunto, mostrando como a saúde, a doença e a assistência tornaram-se objetos do ambiente hospitalar.

A autora propõe ainda uma reflexão sobre o papel do hospital na contemporaneidade, focando na atuação dos médicos e no funcionamento do sistema de saúde. Além disso, as transformações históricas que marcaram os hospitais podem ser acompanhadas, por exemplo, pelas diferentes nomenclaturas recebidas ao longo do tempo: abrigo, asilo, assistência médico-cirúrgica, casa de maternidade, casa de saúde, clínica, enfermaria, instituto, policlínica, pronto-socorro, sanatório, entre outras.

O segundo capítulo – Arquitetura hospitalar em São Paulo –, foi escrito por Renato Gama-Rosa Costa, arquiteto e pesquisador da Casa de Oswaldo Cruz (COC). Ele aborda as transformações dos espaços de saúde a partir do trabalho dos principais arquitetos dedicados à construção de hospitais na capital paulista entre a Primeira República e meados do século 20. Gama-Rosa convida o leitor a conhecer e refletir sobre a tradução dos preceitos médicos no traçado arquitetônico de nomes como Ramos de Azevedo, Ernesto de Souza Campos e Rino Levi.

A historiadora Márcia Regina Barros da Silva é autora do terceiro capítulo – Concepção de Saúde e doença nos debates parlamentares paulistas entre 1830 e 1900 –, sobre as Atas do Poder Legislativo de São Paulo que, segundo a pesquisadora, constituem o caminho de investigação sobre a história da saúde na cidade.

O quarto capítulo foi escrito por Maria Lúcia Mott, Henrique Sugahara Francisco, Olga Sofia Fabergé Alves, Karla Maestrini e Cristiano Douglas Afonso da Silva. O grupo analisa o tema das associações civis durante a Primeira República e mostra os diferentes tipos de sociedades – mutuais, filantrópicas e caritativas; “não oficiais”, como as kardecistas, de trabalhadores de saúde, entre outras –, e como elas se constituíram na principal instituição de assistência à saúde no período, ocupando o lugar do Estado republicano, que restringia sua ação ao combate de surtos epidêmicos na capital federal e nos principais portos do País.

Para o capítulo intitulado de Assistência à saúde, filantropia e gênero: as sociedades civis na cidade de São Paulo (1893-1929) foram usados como fonte documentos do 1º Cartório de Notas da Capital (1880-1935), encontrados no Arquivo Público de São Paulo.

No quinto capítulo, O discurso da excelência em solo paulista– Marchas e contramarchas na criação e instalação do Hospital das Clínicas (1916-1950), de André Mota e Maria Gabriela S. M. C. Marinho, discute-se o significado da inauguração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de São Paulo, que nasceu como “o maior hospital da América Latina”.

O sexto e último capítulo, intitulado As Irmandades de Misericórdia e as políticas públicas de assistência hospitalar no Estado de São Paulo no período republicano, de Nelson Ibañez, Ivomar Gomes Duarte e Carlos Eduardo Sampaio Burgos Dias, dedica-se ao estudo das relações entre os poderes públicos e as Santas Casas da Misericórdia paulistas. O objetivo é analisar a dependência dos serviços de saúde das Santas Casas, considerando a antiga relação entre o estado e as misericórdias, que as transforma em um relevante prestador de serviços do estado; além da capacidade de adaptação às novas exigências do tempo. Os autores analisam os relatórios da Irmandade da Misericórdia de São Paulo e uma vasta legislação estadual sobre o tema.

A obra traz ainda homenagem à organizadora Maria Lúcia Mott, que faleceu vítima de câncer em junho deste ano. Segundo Gisele Sanglard, com quem dividiu a organização do livro, temas como a profissionalização feminina – notadamente das profissões menos valorizadas – e a ação filantrópica foram preocupações constantes da escritora ao longo de sua vida acadêmica.

Sobre a coleção
Criada pela Fiocruz, com apoio da Pfizer, a coleção História e Patrimônio da Saúde integra o projeto da Rede Brasil do Patrimônio Cultural da Saúde e é dirigida pela Casa de Oswaldo Cruz (COC), trazendo histórico e imagens das instituições de saúde de nove capitais brasileiras. Cada livro traz o resultado do levantamento realizado nas respectivas regiões a que a obra se refere – primeiramente nas capitais Salvador (BA); Belo Horizonte (MG); Florianópolis (SC); São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ).

O período estudado engloba um histórico de 150 anos e a pesquisa foi realizada por uma equipe multidisciplinar de historiadores, arquitetos e geógrafos, que identificaram acervos documentais arquivísticos, bibliográficos e museológicos. O conteúdo é dirigido a médicos e demais profissionais da saúde, pesquisadores nacionais e internacionais, gestores hospitalares, universidades, institutos de pesquisa, entre outros.

As obras são divididas em duas partes. A primeira é composta de artigos escritos por autores convidados, acompanhados de ilustrações. Já a segunda parte traz histórias das instituições e ilustrações de hospitais, maternidades e casas de saúde, cujo papel foi preponderante para a arquitetura desses locais. Os livros são editados pelas Editoras Fiocruz e Manole.
29/11/2011 - Jornal do Brasil

INCA estima 520 mil novos casos de câncer em 2012

RIO DE JANEIRO - O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima em cerca de 520 mil novos casos doença para 2012. A informação faz parte da publicação Estimativa 2012 – Incidência de Câncer no Brasil, que o Instituto lançou nesta quinta-feira, 24, para marcar o Dia Nacional de Combate ao Câncer, celebrado hoje, dia 27 de novembro. Este ano, uma novidade no estudo: sete novas localizações de câncer entraram no ranking dos tumores mais frequentes do País. A Estimativa vale para o período 2012-2013.

O estudo destaca os tipos de câncer mais incidentes nas regiões brasileiras, como de pele não melanoma, próstata, mama e pulmão. As sete novas localizações de tumores são bexiga, ovário, tireoide (nas mulheres), Sistema Nervoso Central, corpo do útero, laringe (nos homens) e linfoma não Hodgkin – os dois últimos muito noticiados recentemente por terem acometido, respectivamente, o ex-presidente Lula, o ator Reynaldo Gianecchini e a presidente Dilma Rousseff.

Os especialistas consideram a Estimativa a principal ferramenta de planejamento e gestão da saúde pública na área oncológica no Brasil. Isso porque fornece informações necessárias para a elaboração das políticas públicas de saúde voltadas para o atendimento da população.

"A divulgação das estimativas disponibiliza aos gestores de saúde e, especificamente, aos da atenção oncológica, informações fundamentais para o planejamento das políticas públicas de forma regionalizada", diz o diretor-geral do INCA, Luiz Antonio Santini.

Desconsiderando o câncer de pele não melanoma (tumor com baixa letalidade), entre o sexo masculino o câncer de próstata permanecerá como o mais comum, seguido pelo de pulmão, cólon e reto, estômago, cavidade oral, laringe e bexiga. Já entre as mulheres, a glândula tireoide, de modo inédito, aparece no quinto lugar geral, atrás do câncer de pele não melanoma, mama, colo do útero, cólon e reto. Na sequência, vêm os tumores de pulmão, estômago e ovário.

"Ações de promoção da saúde, diagnóstico precoce e a ampliação do acesso aos serviços favorecem a longevidade. Quanto mais velha é uma população, maior as chances de alguns tipos de câncer surgirem", diz o coordenador de Ações Estratégicas do INCA, Claudio Noronha.

Metodologia
Os números de casos novos para cada tipo de câncer apresentados na publicação foram calculados com base nas taxas de mortalidade dos estados e capitais brasileiras (Sistema de Informação Sobre Mortalidade - SIM). As taxas de incidência foram obtidas nas 17 cidades em que existem Registros de Câncer de Base Populacional (RCPB). A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez uma projeção de 27 milhões de novos casos de câncer para o ano de 2030 em todo o mundo, e 17 milhões de mortes pela doença. Os países em desenvolvimento serão os mais afetados, entre eles o Brasil. Consulte a Estimativa 2012 – Incidência de Câncer no Brasil
27/11/2011 - Saúde Plena

Estado deve ter quase 13 mil casos de câncer

FORTALEZA - A estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca), revelada ontem, é que, para o ano de 2012, surjam 12.910 novos casos de câncer no Ceará. Destes, 6.240 devem atingir o sexo masculino e 6.670, o sexo feminino. As neoplasias malignas continuam com maior incidência na próstata, nos homens, e na mama, nas mulheres.

Para se ter uma ideia da situação, em todo o Estado, o câncer de próstata deve acometer 2.110 novos homens. Somente na Capital, 490 devem ter este tipo de neoplasia. A estimativa para as mulheres é que 1.770 sejam diagnosticadas com câncer de mama, destas 720 moram em Fortaleza.

O estudo, que serve para orientar as políticas públicas para o setor, aponta uma estimativa, incluindo "Pele não melanoma" (tumor com baixa letalidade), de 17.390 mil casos novos da doença para o próximo ano, no Estado.

Além disso, sete novas localizações de câncer entraram no ranking dos tumores mais frequentes do País. São eles: bexiga, ovário, tireoide (nas mulheres), sistema nervoso central, corpo do útero, laringe (nos homens) e linfoma não-Hodgkin.

Os tumores na glândula tireoide devem acometer 410 mulheres cearenses, ficando em terceiro lugar em incidência, atrás do colo de útero e mama. Também devem ser diagnosticados 250 casos novos de câncer de ovários, 220 de laringe em homens e 280 de linfoma não-Hodgkin. Com menor incidência, vem tumor de bexiga, com 130 novos diagnósticos, 90 em homens e 40 em mulheres.

Os tumores na laringe atinge o ex-presidente Lula, enquanto o ator Reynaldo Gianecchini enfrenta um linfoma não-Hodgkin, doença que acometeu a presidente Dilma Rousseff.

Avanços
O oncologista e presidente do Comitê Estadual do Câncer, Luís Porto, elogiou as iniciativas do governo federal nesta área. De acordo com ele, graças ao Sistema de Informação do Câncer de Mama (SISmama), em 2008, foi possível aumentar em cinco vezes o número de mamografia no Ceará.

"No ano passado, realizamos 12 mil exames desta natureza. Já em 2011, nós ainda nem terminamos o ano, e já fizemos 60 mil mamografia", informou Luís Porto. Ele atribui este resultado ao incentivo do Ministério da Saúde, que paga os exames.

Segundo Porto, hoje não existe mais fila para mamografia no Estado. Porém, ele acrescenta que, mesmo assim, é preciso multiplicar esta oferta por quatro, pois, uma grande parte das mulheres entre 50 e 69 anos ainda não fez o exame. "A grande maioria não fez mamografia porque desconhece a necessidade do exame, não quer fazer ou não foi orientada pelo médico", disse Porto. Ele afirma que, para alcançar esse grande número de mulheres, no primeiro trimestre de 2012, será ofertado um treinamento para mobilizar os profissionais de saúde, como médicos ginecologistas, mastologistas, enfermeiros e agentes de saúde, a captarem essas pacientes.

Não faltam mamógrafos, porém as filas para exames de biopsia ainda duram 60 dias, e é o alvo da atenção no Estado, pois, ao identificar um tumor com grandes chances de ser maligno, a espera para retirada é de dois meses, o que compromete o tratamento da neoplasia. Sobre esta questão, Porto admite ser um problema a se resolver. "Logo estaremos com as policlínicas, que permitirão uma assistência mais efetiva".

Em todo o Brasil, o estudo do Inca aponta uma estimativa de 520 mil casos novos de câncer para o próximo ano. Desconsiderando o câncer de pele não-melanoma, entre o sexo masculino, o câncer de próstata permanecerá como o mais comum, seguido pelo de pulmão, cólon e reto, estômago, cavidade oral, laringe e bexiga. Já nas mulheres, a glândula tireoide aparece no quinto lugar geral, do câncer de pele não-melanoma, mama, colo do útero, cólon e reto. Na sequência, vêm os tumores de pulmão, estômago e ovário.

Mudança
Ontem, o Hospital do Câncer do Ceará anunciou que passará a se chamar Hospital Haroldo Juaçaba, em homenagem ao médico responsável pela fundação do Instituto do Câncer do Ceará (ICC), em 1944, e considerado o precursor da cancerologia no Estado.

"É uma homenagem digna a um dos médicos pioneiros da Oncologia no Ceará. Sua dedicação para promover o tratamento humanizado é exemplo para toda a sociedade cearense", afirmou o médico Sérgio Juaçaba, filho de dr. Haroldo e diretor geral do ICC. O Hospital é certificado no Nível 1 da Acreditação Hospitalar, sendo a única instituição filantrópica do Ceará a conquistar esse padrão de excelência.
25/11/2011 - Thays Lavor para O Diario do Nordeste

Exames gratuitos de câncer de pele na praça e mutirão de mamografias em Jaraguá do Sul

JARAGUÁ DO SUL - Em 1988 uma portaria do Ministério da Saúde escolheu 27 de novembro como o Dia Nacional de Combate ao Câncer. Criado com o intuito de ampliar o conhecimento da população a respeito do tratamento e prevenção da doença, a data é comemorada em todo o país, principalmente, com campanhas preventivas. Jaraguá também tem sua programação. No próximo sábado, dia 26, a Sociedade Brasileira de Dermatologia em Jaraguá do Sul (SBD), a Secretaria Municipal de Saúde e a Fundação Cultural promovem a 3ª edição da Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer de Pele. O evento será na praça Ângelo Piazera, das 9 às 15h, com atendimentos gratuitos.

A campanha ocorre simultaneamente em diversas cidades do Brasil. Em Jaraguá, a dermatologista Fabíola Anders é quem coordena a ação. Segundo ela, no ano passado, das 150 pessoas que passaram pela praça, 16 saíram com encaminhamentos para exames e consultas. A SBD não possui o número de moradores do Vale do Itapocu que estão em tratamento. No entanto, ela conta que, todas as semanas, é detectado um caso suspeito, diagnóstico firmado ou lesões pré-cancerígenas. Quatro dermatologistas estarão na praça para realizar exames clínicos. Haverá também palestras e vídeos. "O objetivo é a conscientização e orientação", afirma. Segundo Fabíola, pessoas de todas as idades são examinadas durante a campanha. Enfermeiras e funcionários da Secretaria de Saúde fazem parte da estrutura do evento. "Tiramos todas as dúvidas, inclusive em relação ao uso correto do filtro solar", complementa.

Prevenindo o câncer de mama
Um mutirão de mamografias será realizado pela Rede Feminina de Combate ao Câncer no próximo domingo, dia 27. Os exames ocorrerão das 9 às 16h na sede da Rede. Mulheres de 40 a 49 anos são o público alvo da ação. No entanto, há critérios para o atendimento: não ter plano de saúde e residir em Jaraguá. São necessários os seguintes documentos: RG, CPF, comprovante de residência e carteira SUS (Sistema Único de Saúde). É a primeira vez que a entidade realiza o mutirão. "Ainda não temos previsão de quantas pessoas passarão pela rede", diz a presidente Rozanda Balestrin. Oito médicos e mais 40 voluntários acompanharão os atendimentos.
25/11/2011 - Lorena Trindade para O Corréio do Povo

Fórum de Hospitais fecha ciclo de audiências em GN

GUARAMIRIM – O Fórum dos Pequenos Hospitais, presidido pelo deputado Mauro de Nadal, encerrou na sexta-feira (18) o ciclo de audiências públicas que debateu a situação econômica dos hospitais filantrópicos e fundações hospitalares de Santa Catarina. O último encontro foi na Câmara de Guaramirim e reuniu as últimas sugestões e reivindicações que farão parte do relatório a ser entregue ao Governo do Estado pelos membros do Fórum.

Durante explanação sobre as principais questões pendentes no setor, apresentadas ao longo dos encontros pro administradores e servidores da saúde, Nadal destacou a defasagem da tabela do SUS e a falta de uma política pública para assegurar os custeios para manter as unidades hospitalares, sendo que atualmente os governos municipais vêm investindo em saúde mais do que os 15% determinados por lei.

Como presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, o deputado Volnei Morastoni, que participou de todos os encontros, acredita que, além da regulamentação da Emenda 29, que prevê aumento dos investimentos em saúde por parte do Governo Federal e da atualização da tabela do SUS, é preciso também criar uma política pública para o custeio dos pequenos e médios hospitais, tratando também da vocação de cada hospital. "A intenção é fazer com que o governo cumpra com a sua responsabilidade em relação aos 12% dos recursos destinados à saúde", disse.

O prefeito de Guaramirim, Nilson Bylaardt, observou a dificuldade que os municípios enfrentam para manter os hospitais funcionando. "Com essa responsabilidade passamos a atuar como grandes postos de saúde atendendo em torno de cinco mil pessoas por mês em um pequeno hospital do município. Diante desse fato, o número de internações reduziu por falta de atendimento em alta complexidade", lamentou.

O debate envolveu lideranças das SDRs de Jaraguá do Sul, Mafra, Joinville, Itajaí, Blumenau e Timbó. Além dos deputados Mauro e Morastoni participaram também o deputado Carlos Chiodini e o presidente da Associação dos Hospitais de SC, Dario Clair Staczuk, mais o representante da Secretaria de Estado da Saúde, Ivanor Bez.
24/11/2011 - Jornal do Vale do Itapocu

Dia Azul vai divulgar em Londrina os cuidados ao câncer de próstata

LONDRINA - Será lançado oficialmente nesta terça-feira (22), às 15h, durante a sessão ordinária da Câmara Municipal de Londrina, o "Dia Azul", voltado para conscientizar a população masculina sobre a importância da prevenção ao câncer de próstata. Criado pela lei 11.322 de autoria do vereador Rodrigo Gouvea (PTC), o "Dia Azul" faz parte do calendário oficial do município e será comemorado anualmente no dia 27 de novembro, data alusiva ao Dia Nacional de Combate ao Câncer.

Os convidados para a solenidade desta terça-feira, homens e mulheres, estão sendo orientados para comparecerem ao evento usando uma peça de roupa azul ou algum acessório neste tom.

O médico urologista Ricardo Brandina, que fará uma breve intervenção durante o lançamento do "Dia Azul", afirmou que a prevenção ao câncer de próstata é fundamental, uma vez que 1 em cada 6 homens poderá desenvolver a doença.

"É importante que todos os homens, principalmente após os 40 anos, façam o exame de PSA (sangue), ou o exame de toque retal. O câncer de próstata não tem sintomas visíveis e por isso muita gente pode estar desenvolvendo a doença sem que sinta qualquer alteração importante. Caso a doença seja detectada precocemente, nós registramos mais de 80% de chance de cura por meio de cirurgia ou da radioterapia", explicou.

Brandina afirmou que a população masculina pode procurar informações e solicitar exames preventivos nas próprias unidades básicas de saúde, porque os clínicos gerais também estão preparados para este atendimento. "É claro que o médico urologista poderá informar mais detalhes, mas o clínico geral pode solicitar o exame e detectar o problema. Iniciativas como esta do vereador Rodrigo Gouvêa e da Câmara de Vereadores irão ajudar bastante a conscientizar a nossa população masculina da importância e da necessidade do exame preventivo", afirmou.

De acordo com o vereador Rodrigo Gouvêa a ideia do projeto criando o "Dia Azul" surgiu com a divulgação do Outubro Rosa, também criado por lei, que busca a conscietizaçao das mulheres para a prevenção ao câncer de mama. "Sentimos a necessidade criação de uma data no calendário municipal para auxiliar na ampliação e divulgação dos riscos aos quais os homens estão sujeitos, caso não façam exames periódicos e adotem medidas preventivas para o combate à doença. O câncer de próstata é responsável por milhares de mortes todos os anos no Brasil, e Londrina enfrenta a mesma realidade", afirmou.

No lançamento oficial desta terça-feira na Câmara, será divulgada a programação alusiva a data, este ano comemorada no próximo domingo (27), dia em que serão desenvolvidas uma série de atividades para divulgação de medidas de prevenção e combate à doença.

Entre outras atividades, a equipe do vereador Rodrigo Gouvêa montará um quiosque na entrada principal do Mercado Shangri-lá, na manhã do próximo domingo, oportunidade na qual será feira a distribuição de panfletos e outros materiais à população com informações sobre as medidas preventivas ao câncer de próstata.
21/11/2011 - Redação de odiario.com

Campanha busca prevenir o câncer

CUIABÁ - A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) realiza no próximo dia 26 de novembro, a 13ª edição de sua já tradicional Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer da Pele (CNPCP), com atendimento gratuito simultâneo em 23 estados e no Distrito Federal.

A campanha será realizada das 9h às 15h, ininterruptamente, em hospitais públicos credenciados, postos de saúde e tendas montadas em pontos de grande circulação. Os pacientes serão atendidos pelas equipes médicas e, apresentando suspeita de câncer da pele, serão encaminhados para tratamento totalmente gratuito. Nos postos, estão previstas atividades educativas, como aulas expositivas que trazem orientações sobre fotoproteção e como suspeitar do câncer da pele.

Os endereços dos locais de atendimento poderão ser consultados pelo site da SBD (www.sbd.org.br), e também gratuitamente pelo número 0800-7013187. A Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer da Pele atendeu cerca de 390 mil pessoas desde seu início, em 1998.

"Este tipo de câncer oferece a possibilidade de prevenção primária, ou seja, é possível impedir que ele aconteça. Este é o foco fundamental da campanha. As pessoas devem ser orientadas a não tomar sol de forma exagerada para evitar o câncer da pele. A prevenção secundária também é importante e é nosso objetivo com os atendimentos: diagnosticar precocemente a doença. Uma vez diagnosticado, este paciente deve ser acompanhado para a vigilância do câncer tratado e de outros que por ventura possam surgir", explica o Dr. Marcus Maia, coordenador da campanha que, em 2010, atendeu 32.310 pessoas, sendo 20 mil mulheres.
20/11/2011 - da Redação do Diário de Cuiabá

Oncologistas esclarecem dúvidas do público sobre câncer de boca, laringe e garganta ao vivo no dia 29

Instituição associada à Abifcc SÃO PAULO - Acostumado a ser palco de Congressos, Simpósios, apresentações de teses e dissertações e outros eventos científicos, o Auditório do Hospital A.C.Camargo será transformado dia 29 em um palco para compartilhamento de questões sobre câncer de médicos para mais 300 pessoas. O público poderá interagir com oncologistas especializados em Cirurgia de Cabeça e Pescoço, Otorrinolaringologia e Fonoaudiologia do Núcleo de Excelência em tratamento de câncer de boca, laringe e garganta do Hospital, liderado por Luiz Paulo Kowalski, que dirige o Núcleo de Excelência em Cabeça e Pescoço do A.C.Camargo.

Com vagas limitadas e inscrição prévia pelo e-mail enco...@accamargo.org.br, o evento será aberto também para participação por meio de envio de perguntas pelos perfis oficiais no Facebook (www.facebook.com.br/HospitalACCamargo) e Twitter (www.twitter.com/haccamargo). Jornalistas interessados em cobrir o evento podem confirmar presença em mou...@comunique.srv.br. Está é a quarta edição do Encontro com Especialistas que, nos meses anteriores, abordou câncer de mama, próstata e pulmão.

De acordo com Kowalski, oncologista com mais de 400 artigos publicados em periódicos de alto impacto e mais de 6 mil cirurgias ao longo de três décadas, o foco será alertar sobre a perigosa relação entre tabagismo e tumores de cabeça e pescoço. Outros fatores de risco importantes são abuso no consumo de álcool e exposição sem proteção ao sol, além de ter explodido na última década o aumento de casos associados à infecção pelo vírus HPV.

Por negligência de sintomas como rouquidão, feridas nos lábios, engasgos frequentes, perda de peso, dificuldade para engolir e falta de ar, os tumores de cabeça e pescoço são descobertos em estágios avançados em 75% dos casos, quando as chances de cura são menores e os tratamentos mais agressivos. O dado é de um estudo sobre o perfil epidemiológico desses cânceres no estado de São Paulo feito pelo Hospital A.C.Camargo junto a 16 mil pacientes atendidos entre os anos de 2000 e 2006.

Estima-se que os cânceres de boca e orofaringe (garganta), os mais frequentes dessa categoria, somam aproximadamente 390 mil novos casos a cada ano no mundo. O Brasil se destaca como um dos países com maior incidência desses tumores devido à exposição aos fatores de risco. Em se tratando de câncer de laringe, a cidade de São Paulo tem incidência três vezes maior que a média mundial.

SERVIÇO
Encontro com Especialistas do Hospital A.C.Camargo
Data: terça-feira, 29 de novembro de 2011.
Local: Hospital A.C.Camargo - Auditório José Ermírio de Moraes.
Endereço: Rua Professor Antônio Prudente, 211, Liberdade, São Paulo
Horário: 17h30.
Inscrições gratuitas: enco...@accamargo.org.br

Sobre o Hospital A.C.Camargo - Instituição filantrópica criada em 1953 por Antônio e Carmen Prudente, o Hospital A.C.Camargo é um dos maiores centros de tratamento oncológico da América Latina. De forma integrada e multidisciplinar, atua na prevenção, diagnóstico e tratamento ambulatorial e cirúrgico dos mais de 800 tipos de câncer identificados pela Medicina, divididos em mais de 40 especialidades. A cada ano identifica e trata 14 mil novos casos da doença, com pacientes de diversas partes do país e exterior, totalizando mais de 950 mil atendimentos (consultas, exames laboratoriais e por imagem, internações, cirurgias, quimioterapia e radioterapia, entre outros). Seu corpo clínico é composto por uma equipe fechada de 403 médicos especialistas, a maior parte com mestrado e doutorado. A dedicação e interação destes profissionais em atividades interdisciplinares resulta em um tratamento com melhores índices de sucesso, só comparáveis aos observados nos maiores centros oncológicos do mundo.

Na área de ensino, o A.C.Camargo criou a 1ª Residência em Oncologia do país, em 1953, tendo formado em 2010 o seu milésimo residente. É também responsável pela formação de um em cada três oncologistas em atividade no Brasil. Sua pós-graduação, criada em 1997, é a única em um hospital privado reconhecida pelo Ministério da Educação e foi avaliada com nota máxima durante toda essa década pela CAPES, tornando-se assim, entre escolas públicas e privadas, a melhor do país em Oncologia e uma das duas melhores em Medicina. Tem a maior produção científica da área, com mais de mil trabalhos publicados na última década nas principais revistas internacionais de alto impacto. Centralizou em 2000 o Genoma do Câncer no Brasil, financiado pela FAPESP e Instituto Ludwig.

Em 2009, o Hospital foi apontado pela edição 500 Melhores Empresas da revista Istoé Dinheiro como uma das melhores em Saúde pelo terceiro ano consecutivo. No mesmo ano foi eleito pelo Guia Você S/A Exame como uma das Melhores Empresas para Você Trabalhar e pela segunda vez consecutiva está entre as 10 melhores empresas de serviços médicos do Brasil na Gestão de Pessoas, de acordo com o anuário Valor Carreira.

Mais informações ao público: www.accamargo.org.br
17/11/2011 - Moura Leite Netto para o Portal de Seguros

Hospital de Câncer de Barretos deixa de atender 450 pacientes ao dia

Instituição associada à Abifcc BARRETOS - Referência no país e no exterior, o Hospital de Câncer de Barretos, no interior de São Paulo, está deixando de atender diariamente 300 pessoas. O motivo é falta de mão de obra especializada: a instituição está com um deficit de 38 oncologistas.

O problema afeta também outra unidade. Na filial do hospital em Jales,são 150 atendimentos diários a menos. Maior instituição da área oncológica no país, o Hospital de Câncer atende 3.000 pessoas por dia pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Segundo o diretor dos hospitais Henrique Prata, o problema se agravou há dois anos. "Tenho espaço para produzir e não tenho profissional para atender a demanda. A situação é gravíssima."
15/11/2011 - da Redação do RegiãoNoroeste

Meta de Papanicolau atinge 71% em faixa prioritária

BARRETOS - Dados inéditos do Ministério da Saúde revelam que, somente no primeiro semestre de 2011, foram realizados mais de 5,6 milhões de exames de citologia, o conhecido exame de preventivo contra o câncer de colo de útero ou de Papanicolau. Para o público prioritário, mulheres entre 25 e 64 anos, desse total, foram realizadas 4,3 milhões de exames, o que corresponde a 71% da meta – a geral ficou em 47%, no período. Esse grupo concentra o maior risco e a maior incidência da doença. Em julho, a faixa de rastreamento prioritária foi ampliada. Para mamografia, meta para faixa prioritária atingiu 50%. Nesta sexta-feira (11), o ministério lançou consulta pública para melhorar qualidade das mamografias.

O Papanicolau é um exame laboratorial realizado com o objetivo de prevenir e detectar precocemente o câncer de colo do útero. Por detectar lesões precursoras, a sua realização periódica concorre para o tratamento nesta fase, reduzindo a incidência de casos novos e, consequentemente, a mortalidade por esse tumor. Em março, o Ministério da Saúde lançou a rede para a Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Câncer de Colo de Mama e de Útero.

"Os dados mostram que estamos firmes no objetivo de compor um conjunto de ações para melhorar a saúde da mulher, em especial a prevenção, o diagnóstico e o tratamento do câncer de mama e de colo do útero. Queremos garantir serviços de qualidade no Sistema Único de Saúde", disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Para as ações de detecção de câncer de colo do útero, que provoca mais de 18 mil novos casos por ano, com 4,9 mil óbitos (2010 preliminar), o investimento é de R$ 93,9 milhões em 2011. O previsto é aplicar R$ 382,4 milhões até 2014.

MAMOGRAFIAS - Os dados do Ministério da Saúde mostram também que, no primeiro semestre, foram realizados mais de 1,6 milhão de mamografias de rastreamento, para a detecção de câncer de mama, o que corresponde a 43% da meta de realizar 3,8 milhões de exames este ano. Do total de exames de mama em 2011, mais de 8,8 mil foram realizados em mulheres na faixa etária entre 50 a 69 anos, grupo que concentra a maior número de casos. Isso representa 50% da meta para este grupo. No primeiro semestre de 2010 o percentual foi de 41%.

O câncer de mama é o que mais mata as mulheres entre os cânceres que as acometem. De acordo com estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca), do Ministério da Saúde, o Brasil deve registrar 49,2 mil casos novos em 2011. Em 2010, 12.638 brasileiras perderam a vida vítimas desta doença. Neste ano, o investimento total nas ações de detecção é de R$ 201,2 milhões. Até 2014, serão R$ 754,9 milhões.
13/11/2011 - Jornal de Barretos

Hospital do Câncer pede ajuda da população de Londrina para ampliação

Instituição associada à Abifcc LONDRINA - Na manhã deste sábado (12), o Hospital do Câncer de Londrina lançou uma campanha para ampliar suas instalações. Atualmente, ele tem 5.000 pacientes em tratamento e faz cerca de 1.000 atendimentos diários.

Construído há 47 anos, a instituição precisa ampliar o espaço para atender a demanda crescente dos 117 municípios em que é referência. Sem recursos em caixa, o hospital aposta em uma campanha para que a comunidade possa ajudar na obra.

O projeto "Adote um metro quadrado do Hospital do Câncer" quer convocar os londrinenses a assumirem os custos de uma pequena porcentagem da construção. O objetivo é ampliar a sala de espera, a ala de diagnósticos e construir dois novos andares, humanizando o atendimento, tanto dos pacientes quanto dos acompanhantes, segundo informou a diretora de ações estratégicas da instituição, Mara Fernandes.

"Quando o hospital foi construído quase todo o tratamento era feito através de internação. Hoje mudaram as formas de tratamento e hospital ficou pequeno. Quase todo o tratamento atualmente é ambulatorial, o que é muito importante. Nós tínhamos que encontrar uma forma de ampliar. Estávamos com dificuldade financeiras e graças à comunidade isso já começou a melhorar", disse.

Para finalizar a construção o hospital precisa de 5.300 pessoas que assumam um metro quadrado, pelo valor de R$ 1.500. O pagamento pode ser dividido em até 20 parcelas. O prazo de construção é de dois anos e as obras já começaram no mês de outubro.

O publicitário Gabriel Henrique Nerger explicou que os interessados em aderir às doações devem procurar o hospital e solicitar a ficha. Eles vão receber um boleto bancário, de acordo com o número de prestações desejadas.

"90% dos leitos do hospital estão ocupados. Quem puder ir até a rua do hospital de manhã vai ver 1.000 pessoas aguardando atendimento. Essa nova ala vai possibilitar um atendimento de melhor qualidade aos pacientes", comentou.

A população poderá acompanhar em tempo real todo o andamento da ampliação, através do site do Hospital do Câncer. A expectativa é no dia 2 de maio de 2012 inaugurar a primeira etapa da obra.
12/11/2011 - Pauline Almeida para O Diário.com

Diagnóstico de câncer é tardio para paciente da rede pública no País

RIO - Mais de 80% dos pacientes com linfoma de Hodgkin — câncer que afeta células de defesa — que dependem da rede pública de saúde recebem diagnóstico tardio da doença. Somente 18,4% conseguem tratamento no estágio inicial. Nos hospitais particulares, o índice sobe para 38,7%. Os dados foram apresentados ontem no Congresso Hemo-2011, em São Paulo.

Segundo o diretor da Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia, Carlos Chiattone, que coordenou a pesquisa, o problema pode ser causado pela dificuldade do paciente em chegar ao especialista.

"Vamos fazer um levantamento para saber quanto tempo demora até que a pessoa consiga fazer a cirugia de biópsia para ter o diagnóstico. Imagino que essa espera ultrapasse seis meses. Isso faz com que o câncer avance", diz Carlos.

Foram acompanhados 519 pacientes, 434 deles atendidos em hospitais públicos de São Paulo e 85 em instituições privadas. "É um linfoma com 80% de chance de cura. Não é questão de verba, mas de gestão", completa.

O principal sintoma do tumor — o mesmo que o ator Reynaldo Gianecchini enfrenta — é o aumento dos gânglios nas regiões do pescoço, pélvis e axilas sem que haja infecção. "Esses nódulos são indolores e ganham a consistência de borracha", explica.
12/11/2011 - Clarissa Mello para O Dia Online

Câncer de Lula ‘amplia debate’ sobre tratamento no SUS, diz ministro

BRASÍLIA - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou nesta quinta-feira (10) que o tratamento do câncer do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em hospital particular "amplia o debate" sobre o tratamento oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e os direitos de quem paga um plano médico particular.

"É muito comum as pessoas pagarem plano de saúde ao longo da sua vida e, na hora do tratamento de câncer, sabe quem salva essas pessoas? É o Sistema Único de Saúde. Porque há muitos planos de saúde que não arcam com tratamento mais caro, como câncer", afirmou Padilha durante o programa "Bom Dia Ministro".

A divulgação de que o ex-presidente foi diagnosticado com um tumor na laringe e começou poucos dias depois o tratamento no hospital particular Sírio-Libanês, em São Paulo, fez com que muitos o criticassem, sugerindo que deveria usar o atendimento público de saúde, o SUS. Em redes sociais como o Facebook e o Twitter, o tema gerou discussões sobre o serviço público. O assunto chegou a se tornar um dos mais populares no Twitter.

De acordo com o ministro, uma pessoa que paga durante trinta anos um plano de saúde como o ex-presidente Lula tem o direito de receber o melhor tratamento e o plano tem o dever de oferecer o melhor.

Padilha comentou ainda que o SUS é responsável por 80% dos tratamentos de câncer no país e que a atual situação de Lula "vai ajudar com que a gente acabe com o preconceito e estigma sobre o câncer, vai ajudar as pessoas a terem mais coragem de fazer o diagnóstico precoce".

Programas
O ministro da Saúde explicou também o programa ‘Melhor em Casa’, lançado na última quarta (8) por ele e pela presidente Dilma Rousseff. O programa prevê que os pacientes do programa recebem leito hospitalar e tratamento médico em casa.

Padilha afirma que município ou estado devem apresentar o pedido de contratação de equipes. O ministério, então, irá cadastrar essas equipes – de médicos, enfermeiros, terapeutas, fonoaudiólogos - e repassar recursos para atuação dos profissionais.

Ele ressaltou ainda que vai haver fiscalização rigorosa na liberação das verbas e que os municípios devem atualizar o cadastro mensalmente. Caso contrário, os profissionais serão descadastrados e os recursos não serão repassados, afirmou Padilha.
10/11/2011 - G1 em Brasília

O SUS que temos e o SUS que merecemos

MARÍLIA - Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os investimentos em assistência à saúde no Brasil são parcos. Entre as 192 nações avaliadas, ocupamos a 151º posição. A despeito de ser considerado o 7º maior PIB (Produto Interno Bruto) do planeta, o país gasta US$ 317 por pessoa/ano, 20 vezes a menos que a campeã Noruega. No financiamento público em saúde, nosso investimento é 40% mais baixo do que a média internacional (US$ 517).

Os problemas históricos do sistema têm relação direta com a carência de recursos. Só para se ter uma ideia, o orçamento privado é 2,4 vezes superior ao público, proporcionalmente à população coberta pelos planos de saúde e pelo Sistema Único de Saúde.

O resultado é um atendimento sem qualidade: macas nos corredores das enfermarias e pronto-socorros, hospitais e santas casas à beira da falência, dificuldades para o agendamento das mais simples consultas. Isso sem falar na desvalorização dos recursos humanos. Médicos e demais profissionais de saúde recebem salários irrisórios e a tabela do SUS não é corrigida há anos.

Em nova tentativa de ajudar a solucionar os principais entraves da rede pública, foi lançado recentemente o Movimento Saúde e Cidadania em Defesa do SUS. Encabeçado pela Associação Médica Brasileira, Associação Paulista de Medicina e representações de especialidades médicas, como a Sociedade Brasileira de Clínica Médica.

Trata-se de uma frente ampla de entidades da sociedade civil da maior respeitabilidade que reúne também a Ordem dos Advogados do Brasil/SP, a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor – ProTeste, o Sindhosp, a Associação Nacional de Hospitais Privadas, a Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas, o Conselho Regional de Odontologia de São Paulo, o Idec, entre dezenas de outras.

As bandeiras principais do Movimento são assistência de qualidade à população, mais recursos para a saúde pública, valorização dos profissionais de saúde, apoio aos hospitais filantrópicos e reajuste da tabela do SUS. Enfim, reivindicações justas, necessárias e inadiáveis, pois, sem elas, o SUS certamente enfrentará sérias dificuldades. Seria o triste fim de um projeto entendido, na teoria, como referência em todo o mundo por universalizar integralmente a saúde.

Durante anos o Ministério da Saúde viu o SUS ruir sem esboçar reações. Felizmente agora temos uma boa perspectiva com o ministro Alexandre Padilha. Médico, infectologista de formação, ele tem um olhar cidadão para a saúde e está sensível a resolver os gargalos do SUS. Tem lutado por mais verbas, incentivado a Residência Médica e apoiado entidades e academia com o intuito de melhorar a assistência aos brasileiros e resgatar a dignidade dos profissionais do setor.

Esperamos que seja forte para suportar aqueles que terão os interesses contrariados, podendo levar a fundo as reformas que a saúde exige. O trabalho é árduo e exigirá muita obstinação. Afinal, existe longa distância entre o SUS que temos e o SUS que merecemos.
08/11/2011 - Antonio Carlos Lopes, presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica para O Jornal Diário de Marília

Governo e hospitais debatem novo modelo de atenção à Saúde

CURITIBA - Com o tema "Santas Casas e Hospitais Filantrópicos: construindo um novo modelo de atenção à saúde", o 4° Seminário Femipa (Federação das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais Beneficentes do Estado do Paraná) vai promover o debate entre gestores públicos e administradores de hospitais de 9 a 11 de novembro em Curitiba (PR). O evento deve mobilizar não somente o Paraná, mas especialistas, políticos e autoridades de outros Estados em torno das discussões que afetam, principalmente, o Sistema Único de Saúde (SUS).

A programação inclui discussões a respeito da legislação da filantropia, modelos de remuneração, ferramentas de gestão, segurança do paciente, custo hospitalar e redes de atenção à Saúde. O secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Miranda Magalhães Jr, ao lado do secretário de Estado da Saúde do Paraná, Michele Caputo Neto, da secretária de municipal de Saúde de Curitiba, Eliane Chomatas, e do economista Luiz Nelson Porto Araújo, farão uma análise setorial e apontarão as perspectivas para o setor. A mesa será moderada pela presidente do Conselho Estadual de Saúde do PR, Rosita Márcia Wilner.

Outra palestra programada é Ferramentas de Gestão e a Acreditação Hospitalar. "O painel tem o objetivo de demonstrar como a adoção do modelo da acreditação e suas ferramentas de gestão poderão auxiliar os gestores e líderes na condução diária das instituições, em especial na abordagem da gestão por processos", explica Fábio de Araújo Motta, presidente do Instituto Paranaense de Acreditação em Serviços de Saúde (IPASS).

Já a assessora executiva da Fundação Amaral Carvalho, Shirley Batista, vai abordar o tema captação de recursos. "A captação de recursos junto ao governo federal é de extrema importância para as entidades. Os hospitais precisam conhecer o processo que, apesar de trabalhoso, trás muitos benefícios. A única contrapartida é prestar um bom serviço para a comunidade", diz a palestrante.

Para o diretor geral da Santa Casa de Curitiba, Flaviano Venturim, o evento é de extrema importância para as entidades filantrópicas. "A participação da Santa Casa é fundamental, visto que o Seminário apresentará os assuntos mais pertinentes às instituições filantrópicas. Junto às entidades co-irmãs teremos a oportunidade de discutir, trocar ideias e compartilhar problemas e soluções, além de fomentar novas discussões", argumenta.

Com a proposta de levar aos hospitais experiências de fora da área, o empresário Miguel Krigsner, presidente do Conselho de Administração do Grupo Boticário, vai apresentar a história de sucesso do negócio que nasceu em 1977, com uma pequena farmácia de manipulação. "O objetivo é estimular os administradores dos hospitais a conhecerem novas visões empresariais para melhorar ainda mais a gestão das instituições filantrópicas", explica o presidente da Femipa, Maçazumi Furtado Niwa.

Feira
Este ano, o evento contará com a Feira de Produtos e Serviços Médico-Hospitalares e Tecnologia. Empresas como Micromed, Wheb Sistemas, MV Sistemas, MecFarma, Formathos, GHR Consultoria, Sismatec, Unicred e Unimed Paraná irão mostrar tecnologias e serviços que auxiliam na gestão hospitalar. Parceira da Femipa há um ano, a Bionexo apresentará a plataforma de gestão de compras.

Mais informações: www.femipa.org.br.

Serviço
4° Seminário Femipa
Tema: “Santas Casas e Hospitais Filantrópicos: construindo um novo modelo de atenção à saúde”
Data: 9 a 11 de novembro
Local: Associação Médica do Paraná, Rua Cândido Xavier, 575, Curitiba (PR)
Inscrições: (41) 3016 1780 / contato@confianceeventos.com.br
Informações: www.femipa.org.br
Promoção: Federação das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais Beneficentes do Estado do Paraná
31/10/2011 - julianeatinteractcomunicacao.com.br

Médicos fazem mobilização em defesa do SUS

RIO CLARO - A Associação Paulista de Medicina (APM) e a Associação Médica Brasileira (AMB) iniciam no dia 25 de outubro, junto a importantes representações da sociedade, o Movimento Saúde e Cidadania em Defesa do SUS, por assistência médica de qualidade à população, considerando que o Sistema Único de Saúde é patrimônio de todos os brasileiros.

Segundo o médico oftalmologista Osmar Gaiotto, presidente da APM Piracicaba, a regional acompanha as orientações e diretrizes da APM de São Paulo quanto ao andamento das ações nacionais, estaduais e locais em defesa do SUS. O movimento é nacional e apóia toda ação que proponha melhorias ao sistema público de saúde como um todo.

"A mobilização faz parte de um movimento nacional em defesa do SUS, que vem sendo denominado de Movimento Saúde e Cidadania em defesa do SUS, objetivando melhorá-lo ainda mais", informa Gaiotto. A mobilização foi idealizada pela Comissão Pró-SUS, composta pela AMB, Conselho Federal de Medicina e Federação Nacional dos Médicos.

O presidente eleito da Associação Médica Brasileira (AMB), Florentino Cardoso, deixa claro que mais uma vez as entidades tomam a defesa do SUS. "São necessárias mudanças importantes para qualificá-lo. É fundamental ter mais verbas para o setor, remuneração digna para os recursos humanos, inclusive os médicos, e condições adequadas a uma assistência digna para os pacientes".

As principais reivindicações do Movimento Saúde e Cidadania em Defesa do SUS são mais recursos para a saúde pública, valorização dos profissionais de saúde, apoio aos hospitais filantrópicos e reajuste da Tabela do SUS. "Devemos apoiar toda a ação positiva que venha no sentido de garantir melhorias contínuas para a saúde pública de nossa comunidade e de nosso país", ressalta Gaiotto.

A mobilização dos médicos tem forte valor simbólico para a área da saúde. Ela acontece no mês em que o SUS comemora 23 anos e às vésperas da 14ª Conferência Nacional de Saúde, prevista para acontecer entre 14 e 18 de novembro, em Brasília, quando milhares de representantes da sociedade discutirão propostas para o setor.

Um ponto importante nesse processo, e que deve contribuir para o sucesso da mobilização, é o apoio declarado dos prestadores de serviços hospitalares. A Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB) declarou, em assembléia geral, apoio ao movimento dos médicos.
22/10/2011 - Canal Rio Claro Notícias

Comissão discutirá criação de crédito para entidades filantrópicas

BRASÍLIA - A Comissão de Seguridade Social e Família realiza nesta terça-feira (18) audiência pública para discutir a criação de uma linha de crédito especial para santas casas, hospitais e entidades filantrópicas. O requerimento foi feito pelos deputados Saraiva Felipe (PMDB-MG) e Antonio Brito (PTB-BA).

Os deputados que propuseram a audiência afirmam que, durante a terceira reunião da Frente Parlamentar de apoio às Santas Casas, Hospitais e Entidades Filantrópicas na Área da Saúde e o 21º Congresso das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos, a principal reivindicação do setor foi a criação de uma linha de crédito do BNDES, com juros diferenciados, para reestruturar a saúde financeira dessas entidades. As entidades lembraram que linha de crédito nesses moldes já existiu no passado.

“Embora atualmente exista uma linha de crédito chamada Caixa Hospital, que vem sendo operada pela Caixa Econômica Federal, a alta taxa de juros praticada, acima da utilizada pelo mercado, inviabiliza ou torna extremamente caras as operações de crédito”, afirmam Saraiva Felipe e Antonio Brito.

Os parlamentares argumentam que a audiência permitirá que representantes desses órgãos expliquem as medidas que estão sendo tomadas para assegurar a continuidade dos trabalhos das santas casas e dos hospitais filantrópicos.

Convidados
Foram convidados para a audiência:

A audiência está marcada para as 14h30, no Plenário 5.

Debate
Na quarta-feira (19), às 8 horas, no Salão Verde, a frente parlamentar realizará sua quarta reunião de trabalho, acompanhada de um café da manhã, com o apoio da CMB.

O objetivo da reunião é debater o reajuste da tabela do SUS, uma fonte de financiamento para o setor e o resultado da audiência pública do dia anterior.
17/10/2011 - da Redação/MM - Agência Câmara de Notícias

Segunda fase da campanha contra câncer do colo do útero inicia dia 17

ITU - A segunda fase da campanha de vacinação pública contra o HPV oncogênico – “Itu contra o câncer do colo do útero” acontece de 17 a 24 de outubro, com exceção do dia 23, das 8 às 17 horas, no Ambulatório de Moléstias Infecciosas (AMI), localizado na rua José de Paula Leite de Barros, 136, centro, e no Pronto Atendimento Municipal da Vila Martins, na rua Itagiba Vilaça, s/nº, Vila Martins.

Meninas nascidas em 2000, na cidade de Itu, que já receberam a primeira dose da vacinação, devem procurar um dos pontos de vacinação, mediante apresentação da Carteira de Vacinação. A vacinação é gratuita e a expectativa é imunizar aproximadamente 1,2 mil meninas contempladas pela campanha.

A vacina aplicada na campanha de Itu protege as meninas contra os HPVs oncogênicos 16, 18, 31 e 45, responsáveis por mais de 80% dos casos de câncer do colo do útero. Sua aplicação deve ser feita em meninas que, presumivelmente, ainda não iniciaram sua vida sexual e que, portanto, não tiveram contato com o vírus HPV.

A campanha foi idealizada no ano passado pela Prefeitura de Itu, iniciativa até então inédita no Estado de São Paulo.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que, a cada ano, 500 mil mulheres em todo o mundo sofrem de câncer do colo do útero, das quais pelo menos 250 mil morrem. No Brasil, a doença é a segunda maior causa por morte de câncer entre as mulheres, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca).

Segundo dados do Ministério da Saúde, no Brasil são registradas mais de 7 mil mortes/ano por câncer do colo do útero. Anualmente, surgem mais de 18 mil casos novos da doença no Brasil; são 51 casos novos/dia e 21 mortes/dia.

O papiloma vírus humano (HPV) é responsável por 99,7% dos casos de câncer do colo do útero. O câncer se desenvolve quando uma infecção pelo HPV se torna persistente e progride. O contágio com o vírus se dá através de contato e relações sexuais.

A infecção pelo HPV, na maior parte das vezes, não apresenta sintomas. Portanto, é fundamental que a mulher faça o exame de papanicolau periodicamente para verificar se está com HPV. O tratamento de mulheres com HPV é individualizado, dependendo do grau, extensão, número, localização e aspecto das lesões, sendo definido pelo médico.
12/10/2011 - Camila Bertolazzi para Itu.com.br

Sírio Libanês e Instituto Ludwig firmam parceria para criação do Centro de Oncologia Molecular

SÃO PAULO - O Hospital Sírio-Libanês (HSL) e o Instituto Ludwig de Pesquisa sobre o Câncer firmaram uma parceria para a criação do Centro de Oncologia Molecular.

Com foco na pesquisa aplicada, o objetivo do centro será desenvolver pesquisas buscando avanços no diagnóstico, na compreensão dos fatores prognósticos dos diferentes tumores, na capacidade de prever a resposta aos tratamentos e nos próprios recursos terapêuticos.

A unidade de pesquisa será coordenada por Anamaria Aranha Camargo, pesquisadora do Instituto Ludwig, que se transferirá juntamente com todo o grupo de pesquisa em biologia molecular e genômica para o Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa (IEP), em São Paulo.

Atualmente, Camargo conduz o projeto “Tratamento neoadjuvante em câncer de reto: identificação de uma assinatura gênica capaz de predizer a resposta ao tratamento e desenvolvimento de biomarcadores personalizados para avaliar doença residual mínima”, com apoio da FAPESP.

O trabalho realizado pelo grupo da pesquisadora no Centro de Oncologia Molecular contará com o apoio financeiro do Instituto Ludwig e do Hospital Sírio-Libanês.

"Trata-se de uma associação que já nasce vencedora. A extensa experiência do Instituto Ludwig na implantação de programas de pesquisa na área de genética do câncer e no desenvolvimento de novas drogas irá se somar à excelência no tratamento oncológico do Hospital Sírio-Libanês, gerando novas perspectivas para os pacientes, dentro e fora da instituição", disse Camargo.

De acordo com o diretor de pesquisa do IEP, Luiz Fernando Lima Reis, o instituto poderá expandir o conhecimento e tornar ainda maior sua contribuição para o desenvolvimento de novos e melhores profissionais da saúde. "Com a realização de novas pesquisas, ganham a ciência, os pacientes e a sociedade", afirmou.

Reis também realiza atualmente o projeto "A interferência de irf-1 e PKR na ação antitumoral das drogas inibidoras de Mdm2", com apoio da FAPESP, e é um dos pesquisadores principais do “Antonio Prudente Cancer Research and Treatment Center” – um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP.
11/10/2011 - Agência FAPESP no Jornal do Brasil

RJ pode ser o 1º Estado a ter vacina contra HPV

RIO DE JANEIRO - O Rio de Janeiro pode se tornar o primeiro Estado da federação a oferecer a vacina contra o vírus do papiloma humano (HPV), responsável por alguns tipos de câncer, como o de colo do útero e de pênis. Foi publicada em Diário Oficial, hoje, lei que estabelece a criação de um "Programa Estadual de Vacinação contra o HPV", sem esclarecer, no entanto, qual será o público alvo, o tipo de vacina ou data para o início da imunização.

"Fizemos uma lei bem ampla para que a secretaria possa se organizar. A ideia é começar com uma campanha de conscientização, porque não adianta comprar a vacina e as pessoas não aparecerem no posto", afirmou o deputado Bernardo Rossi (PMDB), coautor da lei. A Secretaria de Estado de Saúde limitou-se a informar que a lei ainda será regulamentada pelo poder executivo.

A vacina contra o HPV é oferecida na rede pública em alguns municípios brasileiros, como Itu (SP), Campos dos Goytacazes (RJ) e São Francisco do Conde (BA). Mas é a primeira vez que um Estado anuncia a vacinação em todo o seu território. Para a infectologista Isabella Ballallai, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, seção Rio (SBI-RJ), a falta de definições na lei é preocupante. "Quando Campos anunciou a vacina, por exemplo, ela já havia sido comprada, a estratégia estava definida. É complicado criar expectativa na população. Não se implanta vacina por lei, é preciso traçar uma estratégia, estabelecer o custo-benefício - até porque uma das preocupações da OMS (Organização Mundial da Saúde) é garantir a continuidade da vacinação", afirmou.

Ela estranhou ainda o fato de a lei prever um "calendário anual de vacinação". "A vacina de HPV é uma vacina de rotina, que deve ser tomada em três doses num prazo de seis meses. Não é vacina de campanha anual".

Para o infectologista Mauro Romero, coordenador do Departamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis da Universidade Federal Fluminense, o anúncio da vacinação no Rio de Janeiro é uma iniciativa "muito bacana". "Não é uma medida isolada no mundo. Outros países já oferecem a vacina na rede pública. HPV não é responsável apenas pelo câncer de colo de útero, mas também de pênis, laringe, faringe. Não é raro o aparecimento de verrugas de candiloma na língua, na boca. A vacina pode prevenir contra outros tipos de câncer também", afirmou.

Em 2008, parecer do grupo de trabalho do Ministério da Saúde recomendava a não incorporação da vacina em território nacional. Naquele momento, o custo seria de R$ 1,85 bilhão, para vacinar meninas de 11 e 12 anos, enquanto o orçamento do Programa Nacional de Imunização era de R$ 750 milhões ao ano. O grupo de trabalho recomendou o fortalecimento das ações para prevenir o câncer de colo de útero (incentivo à realização de exames preventivos e uso de preservativos) e a criação de condições para produção nacional da vacina, com transferência de tecnologia.
10/10/2011 - Agência Estado no dgabc

Gestão do conhecimento ajuda pesquisa sobre câncer e remédios

SÃO PAULO - O desenvolvimento de produtos pela indústria farmacêutica e pesquisas de prevenção e combate ao câncer são temas de cases do 10º Congresso Brasileiro de Gestão do Conhecimento (KM Brasil 2011). O evento, realizado pela Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento (SBGC), acontece nos dias 5, 6 e 7 de outubro, na cidade de São Paulo (SP). As inscrições ainda estão abertas, mas as vagas são limitadas.

No KM Brasil 2011 haverá palestras sobre Gestão do Conhecimento na saúde.

A área da saúde é um dos setores que mais tem se beneficiado com as práticas de Gestão do Conhecimento. Para falar sobre a importância da disseminação e do compartilhamento de soluções estratégicas para aprimorar a pesquisa e o desenvolvimento no Brasil, no dia 7 de outubro, KM Brasil 2011 apresentará os cases da Biolab Sanus Farmacêutica e do Instituto Nacional de CâncerINCA. O encontro será mediado pela especialista em Saúde Pública Tatiana Pereira das Neves Gamarra, da Agência Nacional de Saúde (ANS).

Maurício Matteis Alário, diretor de Gestão do Conhecimento da Biolab, falará sobre a experiência do laboratório farmacêutico, considerado como um dos que mais investem em inovação tecnológica e científica no Brasil. Alário abordará a importância da disseminação e compartilhamento do conhecimento na capacitação das companhias que prezam pela pesquisa e desenvolvimento. "A Biolab é uma empresa que busca prestigiar a pesquisa no Brasil", revela.

O laboratório mantém um grupo de gestão do conhecimento que faz o mapeamento das linhas de pesquisa das universidades no desenvolvimento de produtos. Para isto, a empresa firmou parcerias com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o Instituto Butantã e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Na sequência, Rosamélia Queiroz da Cunha, chefe de Gabinete do Instituto Nacional de Câncer (INCA) apresenta a situação do câncer que, na atualidade, se constitui em importante problema de saúde pública, bem como discute a relevância do INCA como componente do Sistema Nacional de Inovação em Saúde (SNIS), apresentando análise das competências para inovar da instituição.

Segundo Rosamélia, o objetivo é "contribuir para o desenvolvimento técnico-científico em câncer, atendendo às demandas da atenção oncológica no Brasil, por meio da estratégia de formação de rede, capaz de conferir sinergia à produção do conhecimento, formação de recursos humanos, divulgação do conhecimento científico e sua transferência para a sociedade e o governo".

Estes e outros assuntos fazem parte da programação KM Brasil 2011, que acontece na AMCHAM, em São Paulo na primeira semana de outubro. O evento é formado pelo 10° Congresso Brasileiro de Gestão do Conhecimento; pela Galeria de Práticas, área onde as empresas poderão expor as melhores práticas de Gestão do Conhecimento; e pela 1ª Feira de GC, Inovação e Tecnologia, para exposição e lançamento de produtos, serviços e negócios.

Dirigido a pesquisadores, consultores, professores e estudantes, empresários, profissionais do terceiro setor e representantes do governo, o KM Brasil 2011 discutirá o tema “Gestão do Conhecimento alinhada à cultura organizacional e redes sociais”. Inscrições abertas no site www.kmbrasil.com.

Acompanhe a programação sobre a área da saúde, dia 06 de outubro (quinta), das10h30 às 12 horas|Talk Show: A Gestão do Conhecimento na visão dos CEO’s | Painelistas: Luiz Eduardo Barata (CCEE), Dante Alário (Biolab) | Moderador: Ney Grando.

Dia 07 de outubro (sexta), das10h30 às 12 horas|Painel 13: Gestão do Conhecimento na Saúde |Painelistas: Maurício Alário (Biolab), Rosamélia Queiroz da Cunha (Inca)| Moderador: Tatiana Gamarra das Neves (ANS).

KM Brasil 2011 – 10º Congresso Brasileiro de Gestão do Conhecimento, dias 05, 06 e 07 de outubro de 2011, das 8h às 17h.Tema principal: “Gestão do Conhecimento alinhada à cultura organizacional e redes sociais”.

1º Feira de GC, Inovação e Tecnologia, das 10h às 19h,no Centro de Convenções da AMCHAM–SP Rua da Paz, 1431 - São Paulo (SP).Investimentos: de R$ 250 a R$ R$ 1.850 (hospedagem não inclusa).

Mais informações e inscrições: (11) 3063-4360 | inscricao@sbgc.org.br | @kmbrasil2011 | Fan page no Facebook ou o hotsite www.kmbrasil.com | http://twitter.com/@linkportal

SBGC (www.sbgc.org.br):Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento -Fundada em 2001, a SBGC – Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento é uma “Organização da Sociedade Civil de Interesse Público” (OSCIP), cujo objetivo é estimular a Gestão do Conhecimento no Brasil. Com esse fim, a instituição reúne profissionais e organizações em um grande fórum de discussão sobre os temas como: inovação e aprendizagem organizacional, colaboração e redes de valor, inteligência competitiva e de negócios, gestão de capital intelectual, economia criativa e trabalho, dentre outros de relevância para a Gestão do Conhecimento.

Pesquisadores como Ikujiro Nonaka (Japão), Thomas Davenport (EUA) e Karl Sveiby (Suécia) contribuíram com muitos dos conceitos que hoje são a base da Gestão do Conhecimento (Knowledge Management). O sistema ganhou grande impulso, a partir dos anos 90, com a crescente importância do conhecimento como recurso estratégico para a geração de valor agregado a produtos, serviços e processos. Hoje, sua disseminação em empresas brasileiras é fundamental para o desenvolvimento e para a competitividade do País. Entre os benefícios das boas práticas de Gestão do Conhecimento estão: ganhos de produtividade, maior capacidade de inovação, maior agilidade, eficiência, lucratividade, competitividade e sustentabilidade.

Atualmente a SBGC conta com treze unidades regionais nos estados de São Paulo (Capital e Centro Paulista), Rio Grande do Sul, Bahia, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais, Goiás, Espírito Santo, Pernambuco, Santa Catarina, Pará e no Distrito Federal. Entre as suas principais ações está a realização anual do Congresso Brasileiro de Gestão do Conhecimento (KM Brasil), o qual congrega os setores acadêmico, público, privado e terceiro setor em torno debates sobre diversos assuntos de interesse estratégico.

Até o momento, a SBGC conta com 26.000 membros cadastrados, sendo mais de 5 mil empresas nacionais. [http://twitter.com/@sbgcnacional | http://twitter.com/@kmbrasil2011].
01/10/2011 - Portal Fator Brasil

Governo Tarso apresenta nova proposta para Hospitais

CACHOEIRA DO SUL - Governo do Estado apresentou, na tarde desta quinta-feira, 22, uma nova proposta frente às reivindicações do movimento dos hospitais filantrópicos. A proposta estabelece o repasse de cerca de R$ 150 milhões até fevereiro 2012, além da liberação imediata de R$ 70 milhões por meio do Fundo de Apoio e Recuperação dos Hospitais do Estado do RS (Funafir).

De acordo com o vice-governador Beto Grill, ainda neste mês serão liberados recursos estaduais, em uma parcela, por meio do programa de incentivo de Ações de Apoio aos Hospitais Vinculados ao SUS, no valor de R$ 47,89 milhões. Deste total, já foram pagos R$ 9,13 milhões restando como saldo R$ 38,75 milhões.

Também serão repassados, com recursos do Tesouro do Estado, mais R$ 50 milhões, a serem alocados como Termo Aditivo aos contratos dos hospitais credenciados às Ações de Apoio dos Hospitais Vinculados ao SUS. Este repasse será efetivado mediante cálculo de proporcionalidade, conforme desempenho da produção de média complexidade dos hospitais, do período de junho de 2010 a maio de 2011. Recursos serão repassados em parcela única no mês de outubro de 2011.

Ainda em 2011, o Governo do Estado propõe a liberação imediata de R$ 70 milhões, por meio do Funafir. O financiamento será via Banrisul, com prazo de carência de 12 meses e prazo para pagamento de 36 meses, além de juros subsidiados de 1,5%, dos quais 0,75% são pagos pelo tomador e 0,75% pelo Tesouro Estadual.

Para 2012, serão liberados recursos do Governo do Estado, no valor de mais R$ 50 milhões, com previsão de pagamento em janeiro ou fevereiro. O repasse se dará com distribuição definida mediante cálculo de proporcionalidade conforme desempenho da produção da média complexidade dos hospitais, tendo como base o período de 12 meses mais recente, na época da liberação.
22/09/2011 - Rádio Fandango

Projeto cria campanha de prevenção ao câncer

CUIABÁ - Na Sessão Ordinária de quarta-feira (21), o presidente da Comissão de Direitos Humanos, Cidadania e Amparo a Criança, ao Adolescente e ao Idoso, deputado estadual Emanuel Pinheiro (PR) defendeu a importância da prevenção ao câncer de mama, que segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA) é o segundo tipo mais freqüente no mundo e o que mais leva mulheres à morte no Brasil. Na oportunidade o parlamentar apresentou um Projeto de Lei que institui a campanha de prevenção ao câncer de mama denominada mundialmente de "Outubro Rosa".

O presidente da comissão disse que a proposta é sensibilizar as mulheres para que realizem os exames necessários à prevenção do câncer de mama. “Todas as ações vão ser direcionadas a conscientização da prevenção pelo diagnóstico precoce”, destacou Pinheiro.

O deputado explica que no Brasil já existe um movimento conhecido internacionalmente com o nome “Outubro Rosa”. Pinheiro contou que o nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. “Este movimento começou nos Estados Unidos, onde os vários Estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama e ou mamografia no mês de outubro, posteriormente com a aprovação do Congresso Americano o mês de outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama”, explicou.

Emanuel Pinheiro disse que para propagar ainda mais a campanha no Estado de Mato Grosso, sugere que os municípios sejam enfeitados com laços rosas, principalmente nos locais públicos, sejam realizado desfiles de moda com sobreviventes (de câncer de mama), partidas de boliches e outros entretenimentos que influencie a participação da sociedade.

"A popularidade do “Outubro Rosa” alcançou o mundo de forma bonita, elegante e feminina, motivando e unindo diversos povos em torno de tão nobre causa, e o Estado de Mato Grosso não pode ficar fora dessa luta contra o câncer de mama que ceifa a vida de tantas mulheres", argumentou o deputado Emanuel Pinheiro.
22/09/2011 - da Assessoria para O Documento

Lerin conquista mais R$ 4 milhões para o Hospital Dr. Hélio Angotti

UBERABA - Depois de ter o pedido protocolado há um ano e meio, sem retorno, o Hospital Dr. Hélio Angotti obteve a liberação de R$ 4 milhões, por meio do Pro-Hosp, programa do governo de Minas Gerais que viabiliza recursos financeiros para hospitais públicos e filantrópicos para ampliação de sua capacidade de atendimento, reforma da infra-estrutura, compra de equipamentos, modernização gerencial e custeio hospitalar. A verba foi anunciada ontem (19/9) na capital mineira, em audiência com o vice-governador, Alberto Pinto Coelho, da qual participaram o deputado estadual Antônio Lerin (PSB), o presidente do hospital, Délcio Scandiuzzi, o deputado federal Marcos Montes (DEM), o secretário do governador, Bruno Cordeiro, e o gestor do hospital, José Carlos de Almeida.

"Estamos muito bem representados na capital mineira, pelo deputado Antônio Lerin. Graças a ele, hoje, temos nossa população valorizada. Sua interferência foi decisiva para agilizar a liberação desse dinheiro. Essa é uma causa de todos nós. E a verba vem em boa hora, principalmente por se tratar de final de ano, quando o hospital tem custos ainda maiores", destaca o presidente da instituição, Délcio Scandiuzzi. O custo operacional para que o hospital continue funcionando gira em torno de cerca de R$ 1 milhão e 600 mil ao mês, de acordo com Scandiuzzi.

Antônio Lerin lembra a competência da diretoria do hospital, que não tem medido esforços para garantir a qualidade no atendimento aos pacientes. Para o gestor do hospital, José Carlos de Almeida, o trabalho feito em equipe é o diferencial. "Temos uma equipe que trabalha com dedicação e que é muito competente. Os esforços e as conquistas são de todos eles. Mas temos, também, muito a agradecer aos nossos parceiros, os deputados Lerin e Marcos Montes. Lerin, por exemplo, abraçou a causa do hospital de tal forma que tem sido determinante nessas conquistas", afirma.

Os R$ 4 milhões anunciados serão divididos em duas parcelas, sendo a primeira liberada ainda este ano, no valor de R$ 2 milhões, e a outra liberada em 2012. O deputado estadual Antônio Lerin, ainda considera pouco o valor, em relação ao montante necessário para sustento do bom atendimento do hospital, mas garante que esse trabalho não para por aqui. "Essa é uma bandeira que faço questão de levantar, porque essa instituição é importante não só para Uberaba, mas para toda a região. São inúmeros atendimentos, feitos com qualidade. O câncer é uma doença de difícil tratamento e uma luta que envolve toda a família do paciente", ressalta o deputado.
20/09/2011 - Jornal de Uberaba

Campanha contra o câncer do colo do útero segue até sexta

ITU - A primeira fase da campanha de vacinação pública contra o HPV oncogênico – “Itu contra o câncer do colo do útero”, promovida pela Secretaria da Saúde de Itu, prossegue até sexta-feira (23 de setembro). No último sábado (17), quando a campanha teve início, foram vacinadas 271 meninas nascidas em 2000, público-alvo da campanha neste ano.

A vacinação acontece das 8 às 17 horas, no Ambulatório de Moléstias Infecciosas (AMI), localizado na rua José de Paula Leite de Barros, 136, centro, e no Pronto Atendimento Municipal da Vila Martins, na rua Itagiba Vilaça, s/nº, Vila Martins.

A expectativa é vacinar gratuitamente cerca de 1,2 mil meninas nascidas em 2000, que devem apresentar Carteira de Vacinação, RA Escolar, e comprovante de residência no nome dos pais da menina (caso não disponha desse documento, deve apresentar um comprovante de matrícula).

A vacina aplicada na campanha de Itu protege as meninas contra os HPVs oncogênicos 16, 18, 31 e 45, responsáveis por mais de 80% dos casos de câncer do colo do útero. Sua aplicação deve ser feita em meninas que, presumivelmente, ainda não iniciaram sua vida sexual e que, portanto, não tiveram contato com o vírus HPV.

A campanha foi idealizada no ano passado pela Prefeitura de Itu, iniciativa até então inédita no Estado de São Paulo. A Lei Municipal Nº 1224, de 10 de setembro de 2010, autoriza o Poder Executivo a instituir, na rede pública de Saúde, o Programa de Prevenção e Tratamento contra o Câncer do Colo do Útero, e dá outras providências.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que, a cada ano, 500 mil mulheres em todo o mundo sofrem de câncer do colo do útero, das quais pelo menos 250 mil morrem. No Brasil, a doença é a segunda maior causa por morte de câncer entre as mulheres, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca).

Segundo dados do Ministério da Saúde, no Brasil são registradas mais de 7 mil mortes/ano por câncer do colo do útero. Anualmente, surgem mais de 18 mil casos novos da doença no Brasil; são 51 casos novos/dia e 21 mortes/dia.

O papiloma vírus humano (HPV) é responsável por 99,7% dos casos de câncer do colo do útero. O câncer se desenvolve quando uma infecção pelo HPV se torna persistente e progride. O contágio com o vírus se dá através de contato e relações sexuais.

A infecção pelo HPV, na maior parte das vezes, não apresenta sintomas. Portanto, é fundamental que a mulher faça o exame de papanicolau periodicamente para verificar se está com HPV. O tratamento de mulheres com HPV é individualizado, dependendo do grau, extensão, número, localização e aspecto das lesões, sendo definido pelo médico.
20/09/2011 - Camila Bertolazzi para o Itu.com.br

Sociedade Americana do Câncer homenageia o Brasil

NOVA YORK - Em cerimônia na qual representou a presidenta da República, Dilma Rousseff, o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, recebeu da na noite dessa segunda-feira, na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, o prêmio da Sociedade Americana do Câncer.

O prêmio foi concedido pelo empenho da presidenta Dilma e do governo brasileiro no combate ao câncer por meio da promoção da conscientização da importância da prevenção e sobre métodos humanizados e eficientes.

"Países em desenvolvimento têm uma capacidade menor de responder ao desafio do câncer. Portanto, é essencial que instituições como a OMS (Organização Mundial de Saúde) continuem a promover a conscientização sobre as doenças não transmissíveis para que possam, assim, melhorar práticas para seu combate", disse Padilha no discurso de agradecimento.

O ministro brasileiro lembrou que tais doenças são responsáveis por 72% das mortes e que as mulheres são mais acometidas por tais enfermidades. "As mulheres foram desproporcionalmente afetadas pelos fatores de risco crescente. O uso nocivo de álcool e obesidade entre as mulheres têm crescido bem. Mortes associadas a doenças cardiovasculares são responsáveis por aproximadamente um terço das mortes entre elas no Brasil. Estamos atentos à gravidade do problema e estamos reagindo com todos os esforços possíveis para a urgência desta questão exige", destacou.

Por fim, Padilha disse que que as iniciativas em curso na saúde brasileira foram desenvolvidas com a colaboração muito importante da OMS e do Fundo das Nações Unidas e ressaltou a importância na luta contra as doenças não-transmissíveis. "Também quero agradecer mais uma vez, em nome da nossa presidenta, Dilma Roussef, por este prêmio e que ele sirva para fomentação da importância na luta contra doenças não transmissíveis no Brasil e no mundo. Muito obrigado". Finalizou.
19/09/2011 - Zeca Moreira para a Agênica Saúde

Falta de dinheiro fecha Hospital do Câncer em Fernandópolis

FERNANDÓPOLIS - Por falta de verba, o Hospital do Câncer de Fernandópolis fechou as portas na quinta-feira (15). Os pacientes que eram atendidos no local terão de procurar outra unidade para continuar o tratamento.

De acordo com o hospital, a prefeitura, que é responsável por parte das despesas, não fez o repasse das verbas nos últimos meses. Enquanto o impasse não é resolvido, os pacientes estão sendo encaminhados para outros hospitais e alguns estão tendo de entrar na fila de espera. Com o hospital fechado, cerca de cem pessoas estão deixando de ser atendidas todos os dias. São moradores da região e até de outros estados.

Além deles, pacientes que recebiam acompanhamento em casa também ficaram sem o serviço. Segundo o hospital, o município deixou de repassar mais de R$ 400 mil. O Ministério Público Federal pediu explicações à prefeitura sobre essas verbas. A Prefeitura de Fernandópolis disse que cumprirá a determinação da Justiça.
16/09/2011 - Agência BomDia

1ª fase da campanha contra o câncer do colo do útero tem início dia 17

ITU - A primeira fase da campanha de vacinação pública contra o HPV oncogênico - principal causador da doença - acontece no período de 17 a 23 de setembro, com exceção do dia 18, das 8 às 17 horas, no Ambulatório de Moléstias Infecciosas, situado no centro de Itu, ou no Pronto Atendimento Municipal (PAM), localizado no bairro Vila Martins. Neste ano, a ação beneficiará aproximadamente 1,2 mil meninas nascidas no ano 2000.

Lançamento da campanha
A prefeitura da cidade, por meio da Secretaria da Saúde, lançou a ação no último dia 8, no auditório do Sincomercio.

Durante o evento, o secretário municipal de Administração, Antonio Luiz Carvalho Gomes, elogiou a iniciativa da Secretaria da Saúde e destacou a importância da campanha que pode salvar vidas. O secretário da Saúde, Marco Aurélio Bastos, fez um breve esclarecimento técnico sobre o vírus HPV e o câncer do colo do útero, além de agradecer o empenho da atriz Bianca Bin, que novamente é a madrinha da campanha.

"Os pais compreenderam nossa preocupação e colaboraram para que a campanha tivesse 77% de adesão em 2010. É importante que os pais ou responsáveis por meninas nascidas em 2000 colaborem com a campanha deste ano, afinal, essa é uma forma gratuita de proteção contra uma grave doença", disse Bastos.

Entre as autoridades presentes no lançamento da campanha estavam o vice-prefeito Josimar Ribeiro; os secretários municipais da Saúde, Marco Aurélio Bastos, de Administração, Antonio Luiz Carvalho Gomes (Tuíze), que representou o prefeito Herculano Passos Junior, da Promoção e Desenvolvimento Social, Angela Maria Lopes Ferraz de Almeida; o presidente da Câmara de Vereadores de Itu, Givanildo Soares da Silva; o vereador Emerson Cury; e Margarete Ferreira, que representou a deputada estadual Rita Passos. Elisabeth Francischinelli Bin, mãe da atriz Bianca Bin, madrinha da campanha, também esteve presente.

A campanha
A campanha foi idealizada em 2010 pela Prefeitura de Itu, iniciativa até então inédita no Estado de São Paulo. Para garantir sua continuidade e consequente proteção ao público feminino, a prefeitura instituiu a obrigatoriedade da vacinação contra o HPV na rede municipal de saúde por meio de legislação específica.

A Lei Municipal Nº 1224, de 10 de setembro de 2010, autoriza o Poder Executivo a instituir, na rede pública de Saúde, o Programa de Prevenção e Tratamento contra o Câncer do Colo do Útero, e dá outras providências.

A vacina aplicada na campanha de Itu protege as meninas contra os HPVs oncogênicos 16, 18, 31 e 45, responsáveis por mais de 80% dos casos de câncer do colo do útero. Sua aplicação deve ser feita em meninas que, presumivelmente, ainda não iniciaram sua vida sexual e que, portanto, não tiveram contato com o vírus HPV.

Câncer do colo do útero
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que, a cada ano, 500 mil mulheres em todo o mundo sofrem de câncer do colo do útero, das quais pelo menos 250 mil morrem. No Brasil, a doença é a segunda maior causa por morte de câncer entre as mulheres, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca).

Segundo dados do Ministério da Saúde, no Brasil são registradas mais de 7 mil mortes/ano por câncer do colo do útero. Anualmente, surgem mais de 18 mil casos novos da doença no Brasil; são 51 casos novos/dia e 21 mortes/dia.

O papiloma vírus humano (HPV) é responsável por 99,7% dos casos de câncer do colo do útero. O câncer se desenvolve quando uma infecção pelo HPV se torna persistente e progride. O contágio com o vírus se dá através de contato e relações sexuais.

A infecção pelo HPV, na maior parte das vezes, não apresenta sintomas. Portanto, é fundamental que a mulher faça o exame de papanicolau periodicamente para verificar se está com HPV. O tratamento de mulheres com HPV é individualizado, dependendo do grau, extensão, número, localização e aspecto das lesões, sendo definido pelo médico.

Madrinha
A exemplo do ano passado, a atriz Bianca Bin é a madrinha da campanha. Ela reiterou seu apoio à campanha e não cobrou cachê por sua participação. Ao receber o convite, no ano passado, para ser madrinha da campanha, Bianca Bin parabenizou o prefeito e o secretário da Saúde de Itu e afirmou que a iniciativa deveria se estender também para o Estado de São Paulo e todo o Brasil.

Nascida em Jundiaí, Bianca se mudou para Itu com apenas um mês de vida, onde residiu até iniciar sua carreira como atriz. Atualmente, ela interpreta a personagem Açucena, da novela Cordel Encantado, da TV Globo.

Serviço
Campanha de Vacinação contra o HPV – “Itu contra o câncer do colo do útero”
Período: 1ª dose – 17 a 23 de setembro, com exceção do domingo, dia 18
Demais fases da campanha: 2ª dose – 17 a 24 de outubro, com exceção do domingo, dia 23; 3ª dose – 17 a 23 de março de 2012, com exceção do domingo, dia 18
Local: Ambulatório de Moléstias Infecciosas (AMI), localizado à Rua José de Paula Leite de Barros, 136, Centro, e Pronto Atendimento Municipal da Vila Martins, à Rua Itagiba Vilaça, s/nº, Vila Martins
Horário: das 8 às 17 horas
Documentos necessários: Carteira de Vacinação, Certidão de Nascimento e comprovante de residência no nome dos pais da menina (caso não disponha desse documento, deve apresentar um comprovante de matrícula).
12/09/2011 - Jéssica Ferrari para Itu.com.br

Instituto do Câncer lança programa de prevenção no Twitter

SÃO PAULO - O Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo) vai lançar uma ação de prevenção com foco nas redes sociais, a partir da próxima quarta-feira (14). A cada 15 dias, serão realizadas "mini-conferências" entre profissionais da instituição e internautas via Twitcam.

A iniciativa visa disseminar temas relacionados aos principais tipos de câncer, como diagnóstico precoce e qualidade de vida.

A coordenadora da Oncologia Clínica do Icesp, Maria Estevez Diz, será a primeira entrevistada. Ela vai esclarecer dúvidas sobre a doença e falar sobre os novos tratamentos disponíveis e os avanços da medicina no combate ao câncer.

Para assistir, basta seguir o perfil do instituto no twitter, @Icesp_. A transmissão poderá ser vista pela hashtag #Icesp_previne. O cronograma das atividades ainda prevê a participação de especialistas para debater os tipos de câncer, como próstata, mama, pulmão, estômago, colo de útero e intestino, além da importância de praticar exercícios e ter uma alimentação saudável durante o tratamento oncológico.

Twitcam sobre câncer e prevenção
Data: quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Horário: 13h30
Convidada: Maria Del Pilar Estevez
Acesso: http://twitcam.livestream.com/6fg6h
09/09/2011 - da Redação Folha de São Paulo

Prefeitura de Londrina poderá pagar até R$ 275 de incentivo para plantões de entidades filantrópicas

LONDRINA - A Secretaria Municipal de Saúde de Londrina apresentou nesta quinta-feira (8) duas propostas sobre os incentivos para os plantões dos Hospitais Evangélico (HE), Santa Casa e Instituto do Câncer de Londrina (ICL). A prefeitura poderá pagar até R$ 275 mil por mês para as três entidades filantrópicas.

De acordo com o secretário municipal de Saúde interino, Márcio Nishida, os valores serão dividos em RS 115 mil para a Santa Casa, R$ 100 mil para o HE e R$ 60 mil para o ICL.

Além da modificação no valor do repasse, que desde maio de 2009 até o mesmo mês deste ano era de R$ 566 mil mensais, a forma de destinar os recursos também será alterada.

A primeira proposta visa manter opagamento de algumas especialidades, que seriam de trauma em ortopedia, cirurgia geral, ginecologia obstetrícia, pediatria e anestesiologia. Tais especialidades, na avaliação de Nishida, são consideradas mínimas para a manutenção do funcionamento dos pronto-socorros dos hospitais. Neste pacote, as demais especialidades ficariam como alcançáveis e pagas em até R$ 32,50 por consulta.

Já a segunda alternativa do município seria a manutenção de todos os incentivos para a unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica, UTI NeoNatal, trauma infantil e para o Sistema de Internação Domiciliar (SID) do jeito como é pago atualmente. O valor médio seria de R$ 80,00 de consulta atendida.

De acordo com ele, a intenção é priorizar os plantões permanentes e pagar pelo serviço que foi prestado. A prefeitura chegou aos valores após as entidades terem encaminhado uma planilha de serviços sobre os plantões realizados desde 2009 pela prefeitura.

O secretário interino destacou que será iniciado a partir da resposta das entidades uma auditoria operativa para melhor fiscalizar os procedimentos realizados. Ele destacou que é de competência dos hospitais o repasse do dinheiro aos médicos e fica a cargo da prefeitura estabelecer o incentivo para que os pronto-socorros não fechem, devido a importância de atendimento a paciente de Londrina e região.

Em maio deste ano, a Prefeitura de Londrina anunciou o corte do repasse mensal de R$ 566 mil para as entidades. Como medida emergencial, o governo do Estado garantiu o recurso de R$ 200 mil para o HE e para a Santa Casa, no entanto, o valor não contemplou o ICL.

A partir deste mês, a Seretaria de Estado de Saúde deu início à transferência de R$ 160 mil para a Santa Casa e o HE a partir do Programa de Apoio e Qualificação de Hospitais Públicos e Filantrópicos do SUS Paraná (HospSUS). De acordo com Nishida, a intenção é que os hospitais administrem os recursos para realizar, de forma adequada, a destinação dos valores.
01/09/2011 - Juliana Leite para O Diário

II Forum de Administração Hospitalar: "da teoria à prática

Instituição associada à Abifcc SÃO PAULO - Evento promovido pelo Instituto do Câncer Dr. Arnaldo nos dias 07 e 08 de outubro. Conheça o local, programação e outros detalhes.

Veja mais detalhes aqui.
01/09/2011 - Portal Dr. Arnaldo

Secretaria de Educação promove Curso de prevenção ao câncer

SÃO PAULO - O curso "Crescer bem: prevenção ao câncer" tem como objetivo desenvolver programas de prevenção à doença junto aos alunos do Ensino Fundamental, sua família e à comunidade. O curso é aberto para coordenadores pedagógicos e professores de Educação Infantil e Ensino Fundamental I, que atuam no 5º ano.

Estão abertas até quinta-feira (8/9) as inscrições para o curso optativo Crescer bem: prevenção ao câncer, uma parceria entre a Secretaria Municipal de Educação e a Sociedade Brasileira de Cancerologia.

O objetivo é desenvolver programas de prevenção à doença junto aos alunos do Ensino Fundamental, sua família e à comunidade. Poderão participar, prioritariamente, coordenadores pedagógicos e professores de Educação Infantil e Ensino Fundamental I, que atuam no 5º ano. Havendo vagas, poderão fazer a formação os professores dos demais anos, além dos professores de Ensino Fundamental II e Médio, diretores, supervisores, gestores dos Centros Educacionais Unificados (CEUs), coordenadores de Ação Educacional, de Esportes e de Cultura dos CEUs e assistentes técnico-educacionais.

Serão oferecidas 40 vagas, e as inscrições podem ser feitas nas DREs, por meio de memorando, acompanhado de holerite, e os seguintes dados: turma, nome, RG, registro funcional, CPF, cargo, função, unidade escolar, telefone, celular e e-mail. Os professores poderão se inscrever também por e-mail.

No conteúdo, os educadores aprenderão sobre o que é a doença, os sintomas, as possibilidades de cura e os modos de prevenção.

As aulas ocorrerão nos dias 12 de setembro, 6 de outubro e 10 de novembro, das 8h30 às 12h30, no prédio de Conae, na rua Dr. Diogo de Faria, 1.247, Vila Clementino.

E.mails para inscrição
Butantã: Sun Hee Chung (schung@prefeitura.sp.gov.br)
Campo Limpo: Silvana Leite da Silva (sleitesilva@prefeitura.sp.gov.br)
Capela do Socorro: Erika Luiza da Fonseca (erikalfonseca@prefeitura.sp.gov.br)
Freguesia do Ó: Bruna Adomaitis Bruno (brunabruno@prefeitura.sp.gov.br)
Guaianases: Elisangela F.O. Chagas (elisangelachagas@prefeitura.sp.gov.br)
Ipiranga: Elizabete Iglecias Mendes (eimferreira@prefeitura.sp.gov.br)
Itaquera: Carmelita dos Santos (carmelitasantos@prefeitura.sp.gov.br)
Jaçanã: Adriana S. Bonafé Zachhber (asbonafe@prefeitura.sp.gov.br)
Penha: Marcia M.de F (mmoghetti@prefeitura.sp.gov.br)
Pirituba: Nanci Fêo (nfeo@prefeitura.sp.gov.br)
São Mateus: Ana Claudia Fidelis (anafidelis@prefeitura.sp.gov.br)
São Miguel: Shirley Tavares da Silva (shirleytavares@prefeitura.sp.gov.br)
Santo Amaro: Graça A. C. Valverde Dias (gcvdias@prefeitura.sp.gov.br)
05/09/2011 - O Noticiado

Começa neste final de semana a campanha nacional de câncer de pele

FLORIANÓPOLIS - A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) lança neste sábado, durante o 66º congresso da especialidade em Florianópolis, a 12ª Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer da Pele, que terá início com o "Tour de Prevenção". Um caminhão adaptado com um consultório percorrerá 10 mil quilômetros de sul a norte do país oferecendo à população esclarecimentos e atendimentos gratuitos sobre câncer de pele, o tumor de maior incidência entre os brasileiros, com expectativa de 110 mil novos casos em 2011, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca).

Depois de Florianópolis, o caminhão segue para o interior de São Paulo e os primeiros atendimentos serão realizados em Campinas, nos dias 10 e 11 de setembro. O Rio de Janeiro será a última cidade a ser visitada, nos dias 26 e 27 de novembro. O dermatologista Marcus Maia, coordenador da Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer da Pele (CNPCP), diz que o objetivo é a divulgação dos fatores de risco para esta doença e conscientização sobre a importância da fotoproteção. A meta é ensinar a identificar possíveis sinais dos tumores e informar quais são os serviços dermatológicos gratuitos em várias cidades.

O caminhão terá dermatologistas e ficará um final de semana em cada uma das dez cidades do roteiro, das 9h às 14h. No Rio de Janeiro, os pontos serão Ipanema, próximo à Bulhões de Carvalho, no sábado, e Barra da Tijuca, na Praça do Ó, no domingo. "Tão importante quanto diagnosticar é orientar o paciente para que ele procure um serviço credenciado. Quem tiver lesão suspeita, receberá tratamento. O caminhão será usado exclusivamente para o diagnóstico do câncer de pele", diz Maia.

No ano passado, foram atendidas gratuitamente durante o Tour 2.579 pessoas, das quais 1.339 eram mulheres e 1.240 homens. Do total de atendimentos, apenas 33,54% das pessoas disseram se expor ao sol com proteção solar e a maioria (62%) admitiu não usar proteção. Casos de câncer de pele na família foram relatados em 14,25% dos atendimentos e diagnosticadas 207 pessoas com câncer da pele, ou seja, 8%.

No dia 26 de novembro, data oficial da Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer de Pele, o "tour" será encerrado. Enquanto isso, diversas ações acontecem simultaneamente. Além do caminhão, atendimentos gratuitos serão realizados em mais de 120 postos, distribuídos por cerca de 20 estados. Em 2010, foram atendidas 32.310 pessoas, a maioria mulheres (62%). No estado de São Paulo foram registradas 9.681 consultas. Desse total, 1.043 (10,77%) tinham câncer da pele.

Mais informações sobre o roteiro do "Tour de Prevenção" podem ser obtidas pelo telefone 0800-723-9710 ou pelo site www.previnaocancerdapele.com.br. E o site da Sociedade Brasileira de Dermatologia também traz informações sobre a doença: www.sbd.org.br.
01/09/2011 - Agência Globo

Instituto do Câncer de Londrina opera há três meses sem recursos municipais

Instituição associada à Abifcc LONDRINA - O repasse efetuado emergencialmente pelo governo do Estado para auxiliar entidades filantrópicas a manter o serviço de plantão à distância não contemplou o Instituto do Câncer de Londrina (ICL). Há três meses o ICL se mantém através de doações, uma vez que o município anunciou dificuldade no caixa e cortou o incentivo.

A unidade, que recebia cerca de R$ 40 mil ao mês para manter ativo o serviço, também não vai receber valores do programa estadual de Apoio e Qualificação de Hospitais Públicos e Filantrópicos do SUS (HOSPSUS) para a rede de urgência e emergência. O programa vai destinar R$ 180 mil para o Hospital Universitário (HU) e R$ 160 para o HE e Santa Casa.

De acordo com a gestora de Assuntos Estratégicos do ICL, Mara Fernandes, apenas R$ 100 mil são repassados pelo Estado, o que torna a situação complicada na unidade. Ela pontuou à reportagem da rádio CBN Londrina que o valor não consegue diminuir o déficit que o ICL possui, de R$ 3 milhões, segundo o balanço de 2010. "Se não fosse o apoio da comunidade o hospital não sobreviveria", comentou.

Na última semana, gestores do hospital se reuniram com o secretário estadual de Saúde, Michele Caputo Neto, para solicitar auxílio. A intenção é reformar e ampliar o ambulatório, já que atende cerca de mil pacientes ao dia dos 117 municípios da região. "O hospital, há 46 anos, foi feito para o paciente ser tratado internado. Hoje o tratamento de câncer é feito ambulatorial. Não imaginávamos que ia crescer tanto. Um ambulatório é muito pequeno", afirmou.

A gestora do ICL disse que a comunidade pode contribuir com o que puder para ajudar a manter o hospital. "Pode ser com uma conta de luz, um carnê e até uma gelatina. São 2.500 refeições diárias. Uma geatina é refeição para cinco pacientes tomarem um lanche à tarde. Não é preciso muito para ajudar", declarou. O telefone para doações para hospital é o (43) 3343-3300.
30/08/2011 - Juliana Leite para O Diário de Maringá

Saúde libera mais de R$ 9 mi para tratamento de cânceres de mama e de útero

RIO DE JANEIRO - O Ministério da Saúde determinou hoje a liberação de R$ 9.331.000,00 para a prevenção, o diagnóstico e o tratamento de cânceres de mama e colo de útero. A portaria está publicada no Diário Oficial da União.

Segundo especialistas, no Brasil o câncer de mama é a maior causa de mortes pela doença entre as mulheres, principalmente as que têm de 40 a 69 anos. Um dos fatores que dificultam o tratamento é o estágio avançado em que geralmente a doença é descoberta.

A utilização dos recursos será coordenada pelo Programa Nacional de Controle do Câncer de Colo de Útero e de Mama e os departamentos de Atenção Especializada (DAE) e Regulação, Avaliação e Controle de Sistemas (Drac)

O total de R$ 9.331.000,00 está dividido em R$ 7.381.000,00 para custeio dos exames citopatológico, cérvico, vaginal e microflora, além de R$ 1.950.000,00 destinados aos estados que fazem o monitoramento externo desse mesmo teste.

O Instituto Nacional do Câncer (Inca) será responsável pelo controle, monitoramento e pela avaliação do procedimento para o controle de qualidade do exame específico que leva ao diagnóstico dos tumores.

De acordo com especialistas, o câncer de colo de útero, entre todos os tipos da doença, é o que apresenta um dos mais altos potenciais de prevenção e cura, se diagnosticado precocemente. Em geral, a incidência é mais elevada em mulheres com idade de 40 a 60 anos.

Na tentativa de impedir o avanço da doença, mulheres com idade entre 25 e 59 anos devem fazer exames de diagnóstico precoce (como o Papanicolaou e exames de confirmação diagnóstica), além do tratamento necessário de acordo com cada caso.

A prevenção pode ser feita por meio do uso de preservativos durante a relação sexual, para evitar o contágio por HPV (vírus do papiloma humano), pois esse vírus é um dos agravantes no desenvolvimento do câncer de colo de útero e das lesões que o precedem.

O câncer de mama é apontado como a maior causa de óbitos por câncer na população feminina, principalmente na faixa etária de 40 a 69 anos. A demora no tratamento é uma das principais causas desses dados, assim como a lentidão no diagnóstico. Mulheres com mais de 40 anos devem fazer o exame pelo menos uma vez por ano. Aquelas que têm de 50 a 69 devem fazer os exames a cada dois anos, assum como a mamografia.
25/08/2011 - Renata Giraldi para Agência Brasil

Sábado é dia de McDia Feliz 2011 em Campo Grande - MS

CAMPO GRANDE - Está chegando o grande dia da maior campanha em benefício de crianças e adolescentes com câncer do país, o McDia Feliz 2011. Coordenada nacionalmente pelo Instituto Ronald McDonald, Associação dos Amigos das Crianças com Câncer participa pela 13º vez do evento, e está preparando uma grande festa nos restaurantes McDonald’s de Campo Grande, Mato Grosso do Sul para este ano.

Com programações diversificadas, os três restaurantes na capital estarão envolvidos: Shopping Campo Grande, McDonald’s Drive Thru (Av. Afonso Pena) e Shopping Norte Sul Plaza. A cerimônia de abertura acontecerá no Drive Thru, às 10h com um pronunciamento da vice-presidente da AACC/MS, Therezinha Selem, seguido do hasteamento da bandeira do Brasil.

Durante todo o dia, nos três restaurantes haverá pintura facial para as crianças, modelagem de balão, animação de Palhamédicos, distribuição de balões e cobertura em mídias sociais, nos perfis da instituição com atualizações momentâneas de fotos e notícias do evento. As atrações especiais no Drive ficam por conta da apresentação de cachorros do CIGCOE; no shopping Campo Grande haverá animação com a família Jordão e brincadeiras ilusionistas com o mágico Dentinho; já no Norte Sul Plaza a atração é de bandas musicais, a partir das 17h.

A novidade deste ano é o ponto de venda de produtos promocionais do McDia no Shopping Campo Grande, que fica próximo ao Restaurante do McDonald’s, na praça de alimentação. O ponto deve permanecer até o dia da campanha. No entanto, até o dia do evento as ações não devem parar. Estão sendo vendidas, na sede da instituição, camisetas da campanha e tíquetes do sanduíche Big Mac, que custam R$20,00 e R$9,75 respectivamente. AACC/MS fica na Rua Ernesto Geisel, 3475, no bairro Orpheu Baís.

A AACC/MS e o McDia Feliz
Em 2010 AACC/MS arrecadou R$194 mil no McDia Feliz, que viabilizou a finalização da obra de ampliação da sede em mais 1.210 m² de área, espaço este que possui seis novos apartamentos, dos quais dois destinam-se a transplantados de medula óssea, ampliando a capacidade de hospedagem de 40 para 60 leitos. Este ano com a arrecadação da campanha, os valores serão investidos em na aquisição de móveis para os novos quartos e setores.

A AACC/MS atualmente atende aproximadamente 300 crianças e adolescentes com câncer do estado e regiões de fronteira. Em 13 anos de funcionamento, já passaram pela instituição mais de 1.000 atendidos. “Hoje possuímos uma boa estrutura para atender as crianças que chegam até aqui. Ações como o McDia colaboram muito, pois dessa forma podemos continuar atendendo de maneira qualificada, com um bom suporte ao tratamento dos pacientes e de sua família”, comenta Mirian Comparin, presidente da instituição.

Sobre o Instituto Ronald McDonald e programas
O Instituto Ronald McDonald é uma instituição sem fins lucrativos cuja missão é promover a saúde e a qualidade de vida de crianças e adolescentes com câncer. Para isso, a organização desenvolve e coordena Programas - Diagnóstico Precoce, Atenção Integral e Casas Ronald McDonald - que possibilitam o diagnóstico precoce, encaminhamento adequado e atendimento integral e de qualidade para os jovens pacientes e seus familiares. As principais fontes de arrecadação do Instituto Ronald McDonald são o McDia Feliz – maior e mais abrangente campanha nacional no combate ao câncer infantojuvenil – e a Campanha dos Cofrinhos, iniciativa que conta com a doação de trocos dos clientes dos restaurantes McDonald’s.

Com mais de dez anos de atuação, o Instituto Ronald McDonald articula diferentes agentes da causa e destina de recursos a projetos de construção e reforma de casas de apoio e unidades médicas, compra de equipamentos e veículos, capacitação profissional e apoio psicossocial a pacientes e familiares, entre muitos outros. Saiba mais sobre as fontes de arrecadação, os programas e as instituições beneficiadas em www.instituto-ronald.org.br
23/08/2011 - Assessoria de Imprensa AACC/MS para A Crítica de Campo Grande

Simpósio Internacional de Tratamento de Câncer Urológico

Instituição associada à Abifcc SÃO PAULO - Diferente do câncer de próstata que costuma acometer homens com mais frequênca após os 50 anos, o tumor testicular é mais comum em homens jovens. Embora agressivo, índice de mortalidade é baixo principalmente quando ocorre diagnóstico precoce. Simpósio em SP discutirá de 2 a 3 de setembro os avanços no tratamento da doença.

Levantamento realizado pelo Núcleo de Urologia do Hospital A.C.Camargo junto a 940 pacientes diagnosticados com câncer de testículo e atendidos pelo serviço desde sua fundação em 1953 até 2009 mostra que, quando descoberta em fase inicial, a doença tem cura em até 95% dos casos. Em quadros avançados, que podem incluir a metástase — quando células cancerosas do tumor original migram para outras partes do corpo, formando tumores secundários —, as chances de cura se reduzem, mas continuam maiores que 70%.

Esta experiência no tratamento de câncer de testículo será um dos temas do Simpósio Internacional de Tratamento de Câncer Urológico, promovido pelo A.C.Camargo, entre os dias 2 e 3 de setembro no Hotel Pullman, em São Paulo. Serão discutidas questões terapêuticas relacionadas à doença como linfadenectomia, quimioterapia, radioterapia, estratégias para preservação de fertilidade e como amenizar efeitos colaterais do tratamento. Simpósio abordará também os tumores de próstata, rim, pênis e bexiga. As inscrições estão abertas e a programação em http://www.accamargo.org.br/simposiourologia2011.

A evolução no tratamento do câncer de testículo ao longo das últimas décadas é um dos fatores para o baixo índice de mortalidade. "Na década de 1970, a taxa de cura nos casos em estágio inicial era de apenas 60%", afirma Gustavo Cardoso Guimarães, cirurgião oncológico e diretor do Núcleo de Urologia do Hospital A.C.Camargo. "Isso se deve à introdução de uma terapia multidisciplinar, que aumentou muito as chances de cura". Mais do que a retirada do tumor, em muitos casos os pacientes devem complementar o tratamento com quimioterapia, radioterapia e até mesmo uma nova cirurgia para retirar resíduos de massa tumoral.

O câncer de testículo é mais comum em homens jovens, principalmente na faixa entre 15 e 35 anos. Estima-se que no Brasil a doença atinja 8.300 homens e mata 350 por ano. A doença atinge mais homens brancos (a incidência é de 6,5 casos em cada 100 mil homens, enquanto para negros essa taxa é de 1,3). Os principais fatores de risco são o histórico de câncer na família e criptorquídia, condição em que o testículo não desce para o escroto após o nascimento.

Autoexame - Um importante instrumento para o diagnóstico precoce é a realização do autoexame, para tanto, o homem pode ficar de pé, de preferência em frente ao espelho, e verificar a existência de alterações em alto relevo na pele do saco escrotal. Com os dedos indicador, médio e polegar, deve-se examinar cuidadosamente cada testículo para saber se há algum nódulo, tomando cuidado para não confundir com o epidídimo, canal localizado atrás do testículo e responsável por coletar e carregar esperma. Os tumores - geralmente pouco maiores do que uma ervilha - estão localizados com mais frequência nas laterais dos testículos e menos na parte de baixo.

Serviço
Simpósio Internacional de Tratamento de Câncer Urológico
Realização: Hospital A.C.Camargo
Data: 2 e 3 de setembro de 2011
Horários: dia 2 (13h30 às 18h) e dia 3 (8h30 às 16h)
Local: Hotel Pullman – Ibirapuera
Endereço: Rua Joinville, 515, Vila Mariana, São Paulo - SP
Informações: http://www.accamargo.org.br/simposiourologia2011

Sobre o Hospital A.C.Camargo - Instituição filantrópica criada em 1953 por Antônio e Carmen Prudente, o Hospital A.C.Camargo é um dos maiores centros de tratamento oncológico da América Latina. De forma integrada e multidisciplinar, atua na prevenção, diagnóstico e tratamento ambulatorial e cirúrgico dos mais de 800 tipos de câncer identificados pela Medicina, divididos em mais de 40 especialidades. A cada ano identifica e trata 14 mil novos casos da doença, com pacientes de diversas partes do país e exterior, totalizando mais de 950 mil atendimentos (consultas, exames laboratoriais e por imagem, internações, cirurgias, quimioterapia e radioterapia, entre outros). Seu corpo clínico é composto por uma equipe fechada de 403 médicos especialistas, a maior parte com mestrado e doutorado. A dedicação e interação destes profissionais em atividades interdisciplinares resulta em um tratamento com melhores índices de sucesso, só comparáveis aos observados nos maiores centros oncológicos do mundo.

Na área de ensino, o A.C.Camargo criou a 1ª Residência em Oncologia do país, em 1953, tendo formado em 2010 o seu milésimo residente. É também responsável pela formação de um em cada três oncologistas em atividade no Brasil. Sua pós-graduação, criada em 1997, é a única em um hospital privado reconhecida pelo Ministério da Educação e foi avaliada com nota máxima durante toda essa década pela CAPES, tornando-se assim, entre escolas públicas e privadas, a melhor do país em Oncologia e uma das duas melhores em Medicina. Tem a maior produção científica da área, com mais de mil trabalhos publicados na última década nas principais revistas internacionais de alto impacto. Centralizou em 2000 o Genoma do Câncer no Brasil, financiado pela FAPESP e Instituto Ludwig.

Em 2009, o Hospital foi apontado pela edição 500 Melhores Empresas da revista Istoé Dinheiro como uma das melhores em Saúde pelo terceiro ano consecutivo. No mesmo ano foi eleito pelo Guia Você S/A Exame como uma das Melhores Empresas para Você Trabalhar e pela segunda vez consecutiva está entre as 10 melhores empresas de serviços médicos do Brasil na Gestão de Pessoas, de acordo com o anuário Valor Carreira. Mais informações www.accamargo.org.br
22/08/2011 - Moura Leite Netto para o Segs

FAC reúne cerca de dois mil voluntários em edição de encontro anual

Instituição associada à Abifcc JAÚ - O 15º Encontro das Ligas de Combate ao Câncer da Fundação Amaral Carvalho (FAC) reuniu cerca de duas mil pessoas no último dia 13 no Caiçara Clube de Jaú. Além de voluntários de 101 cidades do estado de São Paulo, que oferecem assistência para pacientes em tratamento oncológico no Hospital Amaral Carvalho, estiveram presentes o Ministro da Saúde, Alexandre Rocha dos Santos Padilha, a Coordenadora-geral de Média e Alta Complexidade do Ministério da Saúde, Maria Inês Pordeos Gadelha, o senador Aloysio Nunes Ferreira, representantes de órgãos da área de saúde e personalidades políticas das esferas estaduais e federais.

Na ocasião, o diretor-superintendente da FAC e presidente da Federação Brasileira de Entidades de Combate ao Câncer (Febec), Antonio Luis Cesarino de Moraes Navarro, lançou nacionalmente a campanha "Apoie uma vida", além do catálogo de produtos e ações envolvidas neste projeto.

Baseada nos pilares da prevenção do câncer, diagnóstico precoce da doença, educação, apoio biopsicossocial e tratamento, a campanha propõe a expansão do voluntariado no país.

Frei Rinaldo Stecanela, da TV Século 21, que é um dos divulgadores da campanha, fez um pequeno show com músicas de seu repertório na emissora de televisão e das missas da Família e da Saúde que realiza pelo Brasil afora. O religiosos também fez orações, tirou fotos e deu autógrafos para as voluntárias após o show.

Também se apresentou a dupla sertaneja Erick & Léo. Os irmãos são McAmigos da FAC na campanha McDia Feliz 2011 e cantaram algumas de suas canções de sucesso, para alegria das voluntárias.

Agradecimento
De acordo com Eduardo Tadeu Guedes Piragino, diretor de Operações da FAC e responsável pela organização do evento, a festa é uma forma de agradecimento pelo trabalho realizado pelos grupos de voluntários espalhados pelo país.

SAIBA MAIS
Apoie uma vida
Hospital Amaral Carvalho, referência nacional no diagnóstico e tratamento oncológico, incentivou a criação das Ligas de Combate ao Câncer, que cumprem relevante papel complementar ao tratamento ministrado no ambiente hospitalar. Tais Ligas, algumas associadas à Federação Brasileira das Entidades de Combate ao Câncer, se dedicam ao suporte psicológico, assistencial e material dos pacientes e seus familiares, com resultados de sobrevida acima de 12,4%. Essa realidade demonstra que a escassez de recursos financeiros para enfrentar o câncer tem sido constante e compromete os resultados de prevenção, tratamento e cura da doença.

Nesse cenário, estruturou-se a Campanha Nacional de Combate ao Câncer "Apoie uma Vida", por meio da qual se propõe alavancar recursos financeiros expressivos a serem alocados na aquisição de equipamentos de tecnologia avançada, implementação de obras civis - principalmente casas de apoio, melhoria das condições do trabalho voluntário das Ligas de Combate ao Câncer, e de outras prioridades a serem elencadas.
21/08/2011 - Ariane Urbanetto para o Portal de Seguros

Seminário Mulher Jovem e o Câncer de Mama

PORTO ALEGRE - O Instituto da Mama do RSIMAMA convida estudantes e profissionais da saúde, assim como pacientes, voluntários, órgãos públicos, instituições ligadas à área da Saúde e a comunidade em geral para o Seminário Mulher Jovem e o Câncer de Mama. O evento marca a comemoração de 18 anos do IMAMA e acontecerá no dia 23 de agosto, das 8h30 às 17h45, no Anfiteatro Hilda Schwester Sturm, localizado no 4º andar do Bloco Hospitalar do Hospital Moinhos de Vento, com entrada franca.

O Seminário conta com apoio da Remed e do Dia Rosa. Os parceiros institucionais da entidade são Gerdau, Hospital Moinhos de Vento, Banrisul e Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

IMAMA – O IMAMA é uma organização sem fins lucrativos, reconhecida pelo Ministério da Justiça como OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), que atua diretamente nos processos de educação, reabilitação, articulação e mobilização social em favor da saúde da mama. Outras informações no site www.imama.org.br ou pelo telefone (51) 3264 3000.
19/08/2011 - Jornal Corréio de Notícias

Entidades filantrópicas recebem R$ 300 milhões de incentivo em todo o país

BRASÍLIA - O Ministério da Saúde anunciou as novas regras para a certificação das Entidades Beneficentes de Assistência Social na Área de Saúde (CEBAS) que prestam serviço ao Sistema Único de Saúde (SUS). A portaria foi assinada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha durante o XXI Congresso Nacional das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos, que teve início, ontem à noite, em Brasília. Na ocasião, também foram anunciados repasses de R$ 100 milhões este ano e R$ 200 milhões em 2012 para o Incentivo de Apoio à Contratualização de 700 entidades filantrópicas. Além disso, o ministro autorizou a liberação de R$ 12 milhões do Timemania para convênios com 170 entidades, cujo projeto de qualificação da gestão foi aprovado pelo Ministério.

De acordo com Padilha, a portaria simplifica e torna mais claras as regras para a certificação e renovação do certificado de filantropia. "As medidas anunciadas demonstram o reconhecimento à importância das entidades filantrópicas para o SUS. Queremos o estreitamento cada vez maior das relações delas com o SUS", ressalta o ministro.

Critérios
Por meio da portaria, fica formalizado o critério de atendimento de, pelo menos 60%, ao SUS para que as entidades obtenham a certificação de filantrópicas – ou a renovem. A renovação ocorre a cada três anos. O atendimento ambulatorial pelo SUS agora pode compor até 10% desse percentual nas entidades filantrópicas em geral. Esse é um reconhecimento do Ministério da Saúde ao novo perfil de atendimento da saúde pública.

Já no caso de hospitais que se dedicam à Oncologia e à Oftalmologia, 100% dos atendimentos poderão ser ambulatoriais. "Estamos falando aqui de procedimentos, como a quimioterapia, radioterapia e pequenas cirurgias oftalmológicas, que não envolvem necessariamente internação do paciente. Agora, hospitais que têm importante contribuição nesse tipo de procedimento pelo SUS podem obter a certificação", acrescenta Padilha.

Atendimentos que compreendam as redes prioritárias do SUS – Rede de Urgência e Emergência (Saúde Toda Hora), Oncologia, Rede Cegonha (de atendimento materno e infantil) e atendimento a usuários de álcool e drogas – terão peso maior na composição do percentual mínimo para a obtenção/renovação do certificado. A caracterização da gratuidade, pela nova Portaria, também se modifica. Não fica mais restrita à assistência, mas passa a abranger o apoio ao ensino, a promoção à saúde, e as casas de apoio a Oncologia, acolhimento de pacientes de álcool e drogas e acolhimento materno.

Incentivos
O Ministério da Saúde ainda autorizará incentivo de 20% aos repasses totais a entidades filantrópicas que comprovarem 100% de atendimento pelo SUS. Há hoje 1.478 entidades filantrópicas no Brasil. Em 2010, o ministério repassou R$ 6,6 bilhões às Santas Casas e Hospitais Filantrópicos no país inteiro, como custeio à realização de procedimentos. Esse valor representou crescimento de 63,6% na destinação de recursos a esse tipo de entidade, em relação a 2004. Ao todo, ocorreram nelas mais de 4 milhões de internações e mais de 138 milhões de atendimentos ambulatoriais, no ano passado. Esses estabelecimentos destinam hoje 105.337 leitos ao SUS, sendo 99.280 leitos gerais e 6.057 leitos de UTI.
17/08/2011 - Assessoria/AS

Hospital do Câncer de Barretos assina acordo para construção de unidade em Campo Grande

Instituição associada à Abifcc CAMPO GRANDE - O pecuarista Antônio Moraes dos Santos e o gestor do Hospital de Câncer de Barretos, Henrique Prata, assinaram ontem o acordo para a construção de um hospital em Campo Grande e para a implantação de uma unidade móvel de prevenção, que deve percorrer os bairros da Capital e municípios de todo o Estado realizando exames e pequenas cirurgias. A expectativa é que o atendimento tenha início no prazo de um ano. A unidade hospitalar atenderá pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O pecuarista vai arcar com os custos para construção e aparelhamento do hospital, que terá 2.020 metros quadrados de área construída, e implantação da unidade móvel - um caminhão equipado com os aparelhos e materiais necessários para a realização dos exames - totalizando R$ 10 milhões.

Além disso, Moraes bancará o déficit previsto - R$ 150 mil por mês - durante o primeiro ano de funcionamento. "Depois, essa despesa terá de ser assumida pela prefeitura, ou pelo Governo do Estado ou mesmo pela população", explicou.

O hospital será construído em um terreno oferecido pela prefeitura de Campo Grande. A área, de 11 mil metros quadrados, está localizada nas proximidades do Parque Ayrton Senna e do Hospital Regional, no bairro Aero Rancho.

A Unidade fixa será equipada com a mesma tecnologia utilizada no Hospital de Câncer de Barretos para detecção precoce da doença. Realizará exames de mamografia digital, papanicolau e de próstata, além de exame clínico para câncer de pele. Também terá capacidade para cirurgias de pequeno porte, como em casos de câncer de pele. "Casos mais graves serão operados no Hospital Regional e os mais complexos, serão transferidos para Barretos", disse Moraes. Na unidade móvel, poderão ser feitos exames como mamografia digital e papanicolau.

Saiba mais
Pelo menos 57 profissionais devem trabalhar no novo hospital, entre eles, cinco médicos e quatro enfermeiros. A previsão é de que sejam realizados 20.500 mamografias no primeiro ano de funcionamentos das unidades fixa e móvel, 37.754 exames de colo de útero e 9.331 de próstata. "O Hospital de Câncer de Barretos informou que recebe 1.200 pacientes de Mato Grosso do Sul por mês", comentou Moraes. Moraes anunciou a possibilidade de construir um hospital para tratamento de câncer em Dourados, possivelmente em outra parceria com o Hospital de Câncer de Barretos. "Atenderia também a população de Fátima do Sul e toda aquela região".

Doação
O pecuarista contou que foi procurado por Henrique Prata quando o administrador soube que a doação ao Hospital do Câncer Alfredo Abrão, em Campo Grande, havia sido cancelada. Moraes doaria R$ 23 milhões ao hospital da Capital, mas a instituição não aceitou a cláusula da impenhorabilidade do prédio, constante no contrato. O advogado do hospital disse na ocasião que tratava-se de um "impasse burocrático perante o cartório", mas estavam tentando resolver o problema quando o pecuarista desistiu da doação.
17/08/2011 - Maria Matheus para o Corréio do Estado

Lideranças debatem Emenda 29 hoje em Brasília

CRICIÚMA - As limitações do Sistema Único de Saúde (SUS) podem ser amenizadas com a aprovação da Emenda 29, que deve regulamentar os percentuais mínimos de investimento no setor. Desde 2007, os debates em torno da normativa vêm se arrastando, mas a efetivação está agora por uma assinatura. "Só depende da boa vontade do governo", diz o diretor executivo da Federação dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado de Santa Catarina (FEHOESC), Braz Vieira.

Entre as principais mudanças, Vieira destaca a equalização dos valores da tabela, como no procedimento de cesariana, em que o SUS encaminha R$ 395, sendo que o custo para a instituição é de R$ 708 ou o atendimento de apendicite em que o sistema encaminha R$ 253, mas o gasto real é de R$ 621.

Outra situação é da diária na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), cujo valor repassado é de R$ 410 e o custo hospitalar é de R$ 844. Com a normativa atual, o Município e o Estado são obrigados a investir respectivamente 15% e 12% de seus recursos nos atendimentos, mas o repasse da União não está estabelecido, o que também mudaria com a aprovação da emenda.

"É preciso especificar o destino do dinheiro, para que não direcionem ao tratamento de esgoto justificando que é investimento em saúde", avalia.

O assunto será debatido hoje na Frente Parlamentar em prol dos Hospitais Filantrópicos, em Brasília.
16/08/2011 - Dani Soares para o Diário de Notícias

10 passos para evitar o câncer

SÃO PAULO - O Instituto do Câncer de São Paulo (ICESP) divulgou uma série de dicas para prevenir o surgimento do câncer.

São atitudes simples, passíveis de serem incorporadas ao dia-a-dia, mas que são fundamentais para prevenir o câncer, que atualmente é a segunda maior causa de morte entre a população.

A primeira, e uma das principais recomendações, é não fumar. O tabagismo é responsável por 30% das mortes de pacientes oncológicos e um ponto desencadeante de diversas outras doenças.

Outro fator importante é não consumir bebidas alcoólicas em excesso, pois o álcool potencializa significativamente os efeitos do tabaco.

"Evitar o tabagismo e a ingestão de bebidas alcoólicas já vai ajudar, e muito, na manutenção da saúde das pessoas, já que ambos estão associados ao aparecimento de inúmeros tipos de tumores", disse o Dr. Gilberto de Castro Jr., oncologista do Icesp.

    10 principais passos para prevenir o câncer:
  1. Não fume. Mesmo uma pequena quantidade de tabaco pode fazer um grande estrago.
  2. Não abuse de bebidas alcoólicas, principalmente se estiver violando a regra número um.
  3. Mantenha hábitos de sexo seguro. Use camisinha. O contato com alguns vírus transmitidos sexualmente, como o papiloma vírus humano (HPV), pode desencadear alguns tipos de câncer.
  4. O sexo seguro é o caminho para evitar os vírus da hepatite B (para a qual há vacina) e da hepatite C, ambos com potencial para levar ao câncer de fígado.
  5. Evite o consumo excessivo de açúcares, de gorduras, de carne vermelha, de porco e das processadas. Invista em uma dieta saudável, rica em verduras, legumes e frutas.
  6. Na mesma linha da dieta saudável, vale reforçar a importância de evitar o consumo de alimentos com muito sódio e conservantes, como é o caso dos enlatados, embutidos e fast foods em geral.
  7. Cuidado com o sol. Use filtro solar diariamente e evite a exposição entre 10h e 16h. Na praia ou na piscina, lance mão, também, de barreiras físicas, como chapéu, camiseta e guarda-sol. Mas seja ponderado, e lembre-se que seu corpo precisa de vitamina D.
  8. Pratique atividades físicas todos os dias. A recomendação é de que o exercício tenha duração mínima de 30 minutos.
  9. Mantenha-se atento à sua saúde. Procure assistência especializada caso note qualquer anormalidade em seu corpo.
  10. Faça um check-up anual e realize todos os exames de diagnóstico precoce indicados pelo seu médico. Esta também é uma atitude fundamental.

E, se você conseguir dar todos esses 10 passos, dê mais um, e lembre-se que a hipocondria também é uma patologia - viva mais leve.
15/08/2011 - Icesp

Santas Casas participam de reunião no Senado Federal

BRASÍLIA - As portas do Senado Federal vão se abrir para os participantes do XXI Congresso Nacional das Santas Casas no dia 16 de agosto. Além de conhecerem a Casa Legislativa, os congressistas participarão da terceira reunião da Frente Parlamentar de Apoio às Santas Casas no auditório Petrônio Portela, com a presença de deputados e senadores.

O presidente da Frente Parlamentar, deputado Antônio Brito (PTB/BA) será o anfitrião da visita e vai apresentar os principais desafios e conquistas do Setor hoje, no âmbito político. Com 308 deputados e 14 senadores, a Frente Parlamentar de Apoio às Santas Casas tem realizado reuniões periódicas que resultam em ações junto ao Governo Federal e nas Casas Legislativas. "Nossas articulações garantiram, por exemplo, a inserção do texto que modificou a Lei da Filantropia em uma medida provisória que foi, posteriormente, aprovada e sancionada pela presidente Dilma Rousseff. Nosso trabalho demonstra que a união do Setor fortalece nossas reivindicações e representação dentro da Câmara e do Senado Federal", disse Brito.

Durante a reunião, que deve contar com a presença de cerca de 500 congressistas, será apresentado o cenário do Setor Filantrópico e os principais desafios enfrentados hoje pelo segmento. Entre eles, estão as negociações junto ao Ministério da Saúde em relação à definição da aplicação dos recursos da Timemania em ações das Santas Casas de Misericórdia, a regulamentação da Emenda Constitucional 29 e a melhora dos termos de contratualização.

A expectativa é que o governo tenha “um novo olhar” para o Setor Saúde, o que já foi sinalizado pelo Ministério, por meio do envolvimento das entidades representantes do Setor na informação, construção de cenários e participação nas atuais campanhas populares de Saúde lançadas pelo governo.

Em parceria com as Frentes Parlamentares de Apoio às Santas Casas; e de Saúde, a CMB tem trabalhado junto a parlamentares e lideranças, explicando a importância do setor Filantrópico, além de fazer parte das reivindicações de outros segmentos do Setor Saúde no Congresso Nacional, especialmente.

"Em muitos municípios brasileiros, o Setor Filantrópico é a única opção de atendimento, além de gerar inúmeros empregos diretos e campos de trabalho para médicos e profissionais de saúde. O setor filantrópico, em sua missão de servir a quem necessita de atendimento de saúde, assistência social e educação, é, e sempre será, o alicerce da formação da Sociedade Civil Brasileira", afirmou Brito. O setor é responsável, hoje, por, aproximadamente, 45% do total de internações no SUS em todo o País e em Estados como o Rio Grande do Sul e Pernambuco, por exemplo, a prestação de serviço ultrapassa o índice de 70%. O Setor Filantrópico possui, hoje:.175.000 leitos (34% do total Brasil)|. 131.000 leitos destinados ao SUS (30,2% dos leitos SUS)|,.56% localizados em municípios com até 30 mil hab.|. 480.000 empregos diretos|. 140.000 médicos autônomos |. 7.500.000 de internações ano (4.510.247para o SUS)|. R$ 18.000.000.000,00 de faturamento anual.

Perfil - O XXI Congresso Nacional das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos é uma realização da Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB), que acontece entre os dias 16 e 18 de agosto de 2011, em Brasília. Com o tema central "Saúde e meio ambiente: um novo olhar para a sustentabilidade", o evento pretende discutir como os danos ao meio ambiente podem impactar na Saúde do homem e quais estratégias devem ser utilizadas para controlar e minimizar seus efeitos.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha; o secretário de Atenção à Saúde, Helvécio Miranda; a presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS), Beatriz Dobashi; e o presidente do Conselho deSecretarias Municipais de Saúde (CONASEMS), Antonio Carlos Nardi, já confirmaram a presença. O evento conta com o patrocínio da Caixa Econômica Federal e tem o apoio institucional do Ministério da Saúde | www.cmb.org.br/congresso).

CMB-Com quase 50 anos de existência, a Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB) representa a maior rede de assistência hospitalar do Brasil. São cerca de 2.100 estabelecimentos filantrópicos que garantem à população atendimento de Saúde, representando 45,3% das internações e atendimentos de todo o País; e de 60% a 80% do atendimento em alguns Estados.

O papel da CMB, nesse sentido, é promover a união, a integração e o desenvolvimento das Santas Casas, hospitais e entidades filantrópicos, bem como aprimorar a qualidade da assistência que suas filiadas se propõem a prestar. A CMB tem sede em Brasília e atuação em todo o território nacional, por meio da representação e atuação de 16 Federações Estaduais - Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins – e de instituições e hospitais diretamente filiados em Estados onde ainda não existem Federações instaladas.

XXI Congresso Nacional das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos – “Saúde e meio ambiente: um novo olhar para a sustentabilidade”, de 16 a 18 de agosto de 2011, na CNTC – SGAS 902 Sul, Quadra 1 Bloco A, Brasília – DF.
13/08/2011 - Fator Brasil

Fundação Amaral Carvalho promove evento para voluntários

Instituição associada à Abifcc JAÚ - No dia é 13 de agosto (sábado) no Caiçara Clube de Jaú ocorre o 15º Encontro das Ligas de Combate ao Câncer — mais de cinco mil voluntários que prestam apoio e atenção aos pacientes que se tratam no Hospital Amaral Carvalho, entidade ligada à Fundação Amaral Carvalho (FAC) e à Federação Brasileira de Entidades de Combate ao Câncer (Febec).

Eduardo Tadeu Guedes Piragino, diretor de Operações da FAC é responsável pela organização da festa. Ele salienta que o objetivo é o mesmo há 15 anos: fazer, por meio de um dia festivo, o agradecimento oficial da Fundação para os grupos que trabalham incansavelmente no apoio biopsicossocial aos pacientes em tratamento oncológico. “A ação destes voluntários é fundamental e comprovada de sucesso na cura da doença”, explica.

Atrações - O acontecimento anual é aguardado por membros das Ligas de Combate ao Câncer de 101 cidades do país, a maioria do Estado de São Paulo. Na ocasião, é tradição a homenagem aos grupos que completam 10 e 15 anos de atuação.

A partir das 7 horas, se apresenta a primeira atração, a banda Delphos de Jaú, enquanto é servido o café-da-manhã e os Remédicos do Riso recepcionam e interagem com os grupos. As 10 horas tem início o cerimonial.

Já estão confirmadas as presenças do Ministro da Saúde, Alexandre Rocha dos Santos Padilha, de representantes e deputados estaduais e federais, além do prefeito de Jaú, Osvaldo Franceschi Júnior e sua esposa, Caroline Toledo Franceschi.

Neste ano o evento conta com patrocínio da Petrobras e apoio de empresas parceiras, que todos os anos colaboram e compreendem a importância da causa. São elas: Tilibra, Avon, Zílio, Plasútil, Queen Nut e Natura.

Apoie uma Vida - Durante o evento, o presidente da Febec e diretor-superintendente da FAC, Antonio Luís Cesarino de Moraes Navarro, fará o lançamento nacional da campanha “Apoie uma Vida”, além do catálogo de produtos e ações envolvidas neste projeto, voltadas para a área de assistência social dos pacientes em tratamento de câncer.

Também se apresenta o Frei Rinaldo Stecanela, da TV Século 21, que é um dos divulgadores da campanha. O religioso irá fazer um pequeno show com músicas de seu repertório na emissora de televisão e das missas da Família e da Saúde que realiza pelo Brasil afora.

Campanha - O Hospital Amaral Carvalho, referência nacional no diagnóstico e tratamento oncológico, incentivou a criação das Ligas de Combate ao Câncer, que cumprem relevante papel complementar ao tratamento ministrado no ambiente hospitalar. Tais Ligas, algumas associadas à Federação Brasileira das Entidades de Combate ao Câncer, se dedicam ao suporte psicológico, assistencial e material dos pacientes e seus familiares, com resultados de sobrevida acima de 12,4%. Essa realidade demonstra que a escassez de recursos financeiros para enfrentar o câncer tem sido constante e compromete os resultados de prevenção, tratamento e cura da doença.

Nesse cenário, estruturou-se a Campanha Nacional de Combate ao Câncer “Apoie uma Vida”, por meio da qual se propõe alavancar recursos financeiros expressivos a serem alocados na aquisição de equipamentos de tecnologia avançada, implementação de obras civis — principalmente casas de apoio, melhoria das condições do trabalho voluntário das Ligas de Combate ao Câncer, e de outras prioridades a serem elencadas. [www.amaralcarvalho.org.br]. [*Caiçara Clube de Jaú, Rua Dona Francisca Prado Sampaio, 427 – Jardim Sanzovo, Jaú/ SP].
11/08/2011 - Portal Fator

Pioneirismo em oncologia

Instituição associada à Abifcc SÃO PAULO - Ricardo Renzo Brentani, diretor-presidente da FAPESP, recebeu na sexta-feira (05/08) o 2º Prêmio Octavio Frias de Oliveira, na categoria “Personalidade de Destaque”. Promovido pelo Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), em parceria com o Grupo Folha, o prêmio tem o objetivo de reconhecer a produção de conhecimento na prevenção e combate ao câncer.

Na categoria “Pesquisa em Oncologia”, o prêmio foi concedido a José Barreto Campello Carvalheira e Guilherme Zweig Rocha, do Laboratório de Oncologia Molecular da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

A cerimônia de premiação teve a presença de personalidades importantes da ciência brasileira, como Isaias Raw, presidente do Conselho Técnico-Científico da Fundação Butantan, e Eduardo Moacyr Krieger, professor emérito da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP).

Na primeira categoria, o premiado foi escolhido por uma comissão julgadora composta por membros do Icesp e do jornal Folha de S. Paulo, além de cientistas e membros da sociedade comprometidos com o tema, que selecionaram o ganhador dentre sete nomes indicados. Na segunda categoria, foram mais de 20 trabalhos inscritos durante dois meses.

Brentani é diretor-presidente do Hospital do Câncer A.C. Camargo e coordenador do Centro Antonio Prudente para Pesquisa e Tratamento do Câncer, um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) da FAPESP. Foi também diretor do Instituto Ludwig de Pesquisa sobre o Câncer.

Membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC), é médico graduado pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), da qual é professor titular emérito. Fez o doutorado em bioquímica, também na FMUSP. Como pesquisador, atua principalmente com estudos relacionados ao papel do nucléolo no processamento de mRNA, à caracterização de mRNAs de colágenos e à adesão celular e metástase.

Recebeu diversos prêmios e condecorações, como a Ordem Nacional do Mérito Científico (Grã-Cruz), o Prêmio Costa Junior, da Academia Nacional de Medicina, e o Prêmio Ciência e Cultura da Fundação Conrado Wessel.

"Se tenho algum mérito que justifique minha indicação para o prêmio, preciso dividi-lo com minha mulher, Maria Mitzi Brentani, com Isaias Raw, que me ensinou a gostar de estudar e crescer, e com um número enorme de jovens que acreditou em mim ao longo da minha carreira", disse Brentani em seu discurso.

De acordo com o presidente da comissão organizadora do prêmio, Roger Chammas, professor da FMUSP e membro da Coordenação de Área de Saúde da FAPESP, Brentani foi o primeiro professor titular da disciplina de Oncologia em uma universidade brasileira, a USP.

"Cada um de nós saberá identificar um traço da personalidade de Brentani para que seja agraciado com o prêmio. O professor se destacou como gestor, acadêmico, educador e formador de instituições. Como ex-orientando de Brentani, posso destacar sua posição de cientista ousado e à frente de seu tempo", disse.

Segundo Chammas, na década de 1960, na FMUSP, Brentani já estudava a capacidade informacional do nucléolo, tema que ainda hoje é pouco explorado.

"Nas décadas de 1960 e 1970, ele introduziu pesquisas pioneiras na área atualmente conhecida como biologia molecular, mas que ainda não tinha esse nome. Os estudos dessa época foram precursores da biotecnologia", destacou.

No início dos anos 1980, segundo Chammas, Brentani foi indicado como o indivíduo ideal para liderar a filial paulista do Instituto Ludwig de Pesquisa sobre o Câncer. A instituição se tornaria logo um centro de referência nacional e internacional de estudos na área de oncologia e um grande celeiro de lideranças científicas.

"Dessa forma, Brentani formou diferentes grupos de pesquisa, nas áreas de epidemiologia, imunologia, biologia celular, genética e genômica do câncer, bioinformática, neurobiologia, patologia molecular e um grupo muito forte de pesquisa clínica. A cada grupo formado, o professor Brentani conseguia se reinventar", afirmou.

Paulo Hoff, diretor-geral do Icesp, diretor do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês e professor de Oncologia do Departamento de Radiologia da FMUSP, destacou o fato de Brentani ter sido o primeiro professor de Oncologia da USP.

"Ser o primeiro é sempre uma tarefa árdua. Ele deu início à carreira de oncologia na época em que o conceito era muito novo e nem sempre aceito na comunidade médica e universitária. Seus esforços tornaram possível a grande capacidade instalada que temos hoje na área e foi o embrião de tudo o que estamos vendo na USP em relação à pesquisa sobre câncer", disse.

Segundo Hoff, a FMUSP recebeu a tarefa de implantar o Icesp e, com apenas três anos, a instituição se tornou uma das principais na pesquisa em câncer no Estado de São Paulo.

"Obtivemos grande sucesso graças à colaboração multidisciplinar e multiprofissional com a qual contamos. O Icesp atende hoje mais de 1,2 mil casos novos de câncer por mês, com mais de 6 mil cirurgias. Mensalmente, são mais de 13 mil consultas clínicas e mais de quatro mil sessões de quimioterapia", afirmou.

Novos tratamentos
José Manuel de Camargo Teixeira, secretário adjunto da Saúde do Estado de São Paulo, afirmou que, além das atividades de assistência, o Icesp e o governo paulista têm investido nos ramos de docência, pesquisa e difusão do conhecimento.

"Todo esse trabalho na área de oncologia na FMUSP e no Hospital das Clínicas teve início com a atividade desenvolvida por Brentani, que teve o grande mérito de levar adiante uma missão que era quase impossível: articular as diferentes especialidades clínicas e cirúrgicas existentes para a constituição de um núcleo oncológico, que foi evoluindo até desencadear o programa piloto que deu origem ao Icesp", afirmou.

Guilherme Afif Domingos, vice-governador de São Paulo, destacou o papel de Brentani diante da FAPESP. Segundo ele, a continuidade da política de financiamento da ciência, garantida pelo repasse automático de 1% da receita paulista para a Fundação, explica a liderança do Estado de São Paulo tanto na área de oncologia, como no setor de saúde e na pesquisa científica e tecnológica em geral.

"Ninguém é líder por acaso. Há sempre uma história por trás e é ela que está sendo reconhecida nas homenagens que estão sendo feitas aqui. A pesquisa é um trabalho de longo prazo e não pode ser interrompida. A liderança alcançada por São Paulo é resultado desse investimento público em ciência e inovação tecnológica", afirmou.

Guilherme Zweig Rocha representou o grupo de pesquisadores homenageados na categoria “Pesquisa em Oncologia”. "Nosso mérito não consiste em termos sido escolhidos, mas em termos feito o trabalho. Continuaremos fazendo esse tipo de estudo para melhorar cada vez mais a pesquisa nacional e, futuramente, o tratamento dos pacientes", disse.

José Barreto Carvalheira e Rocha foram premiados pela pesquisa "Efeito do paclitaxel na via IRS/PI3K/Akt/mTOR em linhagem de adenocarcinoma de mama e carcinoma de pulmão". Com uma equipe de pesquisadores, os autores testaram com sucesso uma nova via bioquímica para o tratamento do câncer.

O estudo associou a metformina, o principal medicamento utilizado no tratamento do diabetes tipo 2, ao quimioterápico paclitaxel, droga utilizada em pacientes com câncer de mama e pulmão. Nos estudos realizados in vitro e em cobaias, os pesquisadores conseguiram inibir o crescimento do tumor.

Ao perceberem que tanto o paclitaxel quanto a metformina atuavam na AMPK isoladamente, tanto na quimioterapia como no tratamento do diabetes, os pesquisadores resolveram associar os dois medicamentos para o tratamento do câncer de mama e pulmão. De acordo com os resultados do estudo, a combinação entre metfotmina e paclitaxel tem efeito antitumoral capaz de induzir a interrupção do ciclo celular do tumor cancerígeno.

Rocha é doutorando na Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp com Bolsa da FAPESP, em projeto de pesquisa orientado por Carvalheira. O professor coordena outros projetos com apoio da FAPESP.
08/08/2011 - Fábio de Castro para Agência Fapesp

Barretos lança a Campanha McDia feliz

Instituição associada à Abifcc CATANDUVA - O Hospital de Câncer de Barretos realizou na última quinta-feira o lançamento da Campanha McDia Feliz. Esta é a 23ª edição da campanha que, anualmente, beneficia mais de 30 mil crianças e adolescentes

Segundo assessoria, este é o primeiro ano em que o Hospital de Câncer de Barretos participa como entidade beneficiada da maior campanha contra o câncer infantojuvenil no país. O McDia Feliz acontece no dia 27 de agosto.

Toda a arrecadação obtida com a venda de Big Mac nos restaurantes de Barretos, Catanduva, Araçatuba e São José do Rio Preto será destinada à construção do Espaço Família, um espaço dedicado à família e ao paciente em tratamento no Hospital Infantil de Barretos.

O Espaço Família está sendo construído em uma área de 120 m², dentro do Hospital Infantil de Barretos. Para Rubens Fragoso Filho, franqueado da rede e Embaixador do Instituto Ronald em nossa região, esse Espaço vem de encontro às necessidades das famílias e pacientes que estão em tratamento. "Em nada irá lembrar um hospital e sim uma casa aconchegante. O espaço contempla sala de cinema, sala de estar, brinquedoteca, sala de repouso, cozinha e demais dependências que irão atender às necessidades desses pacientes e familiares", declara Rubens.

Ao longo dos últimos 22 anos, os recursos obtidos com o McDia Feliz têm viabilizado a implantação de unidades de internação, ambulatórios, salas de quimioterapia, casas de apoio e unidades de transplante de medula óssea, entre outros projetos em benefício de crianças e adolescentes com câncer.

Catanduva participa da campanha desde 2000, enquanto a cidade de São José do Rio Preto participa do evento desde 1994 com a chegada do McDonald’s da Avenida Andaló, beneficiando o Serviço de Oncopediatria do Hospital de Base.

O lançamento da Campanha contou com palestras e participação de várias autoridades de Barretos e região, além dos médicos do Hospital Pio 12.
06/08/2011 - O Regional

Lançadas novas diretrizes para o rastreamento do câncer do colo do útero no Brasil

RIO DE JANEIRO - Em conjunto com outros órgãos do Ministério da Saúde, além da Universidade Federal do RJ e de sociedades médicas, o INCA lançou, as novas diretrizes para o rastreamento do câncer de colo do útero no Brasil.

O documento foi divulgado, durante o 14º Congresso Mundial de Patologia Cervical e Colposcopia, no Rio de Janeiro e se destaca por ampliar a faixa etária da população a ser submetida ao exame preventivo, que era dos 25 aos 59 anos, até os 64 anos.

O evento contou com a presença do secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Miranda Magalhães Júnior, e do diretor-geral do INCA, Luiz Antonio Santini.

O método de rastreamento do câncer do colo do útero e de suas lesões precursoras é o exame Papanicolaou, popularmente conhecido como preventivo. O procedimento identifica lesões que antecedem o câncer, permitindo o tratamento antes que a doença se desenvolva.

As novas diretrizes recomendam que o intervalo entre os exames deverá ser de três anos, após dois exames negativos, com intervalo anual.

A coleta de material deverá ser feita a partir dos 25 anos. Os exames preventivos devem seguir até os 64 anos e ser interrompidos quando, após essa idade, as mulheres tiverem pelo menos dois exames negativos consecutivos, nos últimos cinco anos.

Nos caso das mulheres, com mais de 64 anos e que nunca realizaram o exame, devem ser feitos dois preventivos com intervalo de um a três anos.

Se os dois resultados forem negativos, essas mulheres poderão ser dispensadas de exames adicionais.

Segundo a ginecologista Flávia de Miranda Corrêa, técnica da divisão de Apoio à Rede de Atenção Oncológica do INCA, a ampliação da faixa etária para o rastreamento do câncer do colo do útero, segue a tendência internacional relacionada ao aumento da longevidade. Hoje as brasileiras têm expectativa de vida até os 76 anos.

O câncer do colo do útero é o segundo tumor mais frequente na população feminina, atrás apenas do câncer de mama. Também é a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil.

Por ano, faz 4.800 vítimas e apresenta 18.430 novos casos, conforme as estimativas de câncer do INCA.

Diante desse quadro, o INCA em parceria com o Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), do Instituto de Ginecologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IGUFRJ), da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia (ABPTGIC) e da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) produziram a elaboração das novas diretrizes para o rastreamento do câncer de colo do útero no país.

O texto foi disponibilizado para Consulta Pública no período de 21 de fevereiro a 23 de março e, logo após a incorporação das contribuições dadas pelos profissionais de saúde, foi realizada a revisão final.

As novas diretrizes fazem parte do Plano Nacional de Fortalecimento das Ações de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Câncer do Colo de Útero, do Ministério da Saúde, lançado pela presidente Dilma Rousseff, em março.

O plano prevê, ainda, um programa de capacitação de ginecologistas para padronizar o diagnóstico de acordo com as novas diretrizes.

No país, o Acre já iniciou a qualificação dos profissionais e outros 13 estados iniciam a criação de centros regionais de qualificação dos profissionais.
04/08/2011 - Inca-Ministério da Saúde

Dia Nacional da Saúde: Combate ao câncer de mama

FLORIANÓPOLIS - Ele representa aproximadamente 22% dos casos novos registrados a cada ano e, segundo dados do INCA (Instituto Nacional do Câncer), em 2010, foram diagnosticados mais de 49 mil casos da doença no Brasil. Além disso, esse tipo de câncer é o que mais mata mulheres no país. A taxa de mortalidade em 2008, data do último registro do INCA, foi de 11.860 óbitos, sendo 11.735 mulheres e 125 homens.

De acordo com o médico oncologista da Oncomed Belo Horizonte, entre os principais fatores de risco para esse tipo de câncer está a hereditariedade: mulheres com histórico da doença na família têm mais chance de desenvolver câncer de mama antes dos 50 anos. Primeira menstruação precoce, menopausa tardia (após os 50 anos), primeira gravidez após os 35 anos, não ter tido filhos, ingestão de álcool, mesmo em quantidades pequenas, e exposição a radiações ionizantes em idade inferior aos 35, também constituem fatores de risco para a doença.

Todas as mulheres a partir dos 40 anos devem procurar, anualmente, um profissional para realizar o exame clínico das mamas. O auto-exame realizado pela própria mulher também é importante, porém, isolado, não é eficiente para uma detecção precoce do tumor e não substitui o exame feito por um profissional.

Mulheres entre 50 e 69 anos devem fazer uma mamografia em um intervalo máximo de dois anos. Manter uma alimentação uma saudável, não fumar, praticar exercícios regularmente, amamentar, controlar o peso corporal e não ingerir bebidas alcoólicas também podem prevenir o câncer. O INCA recomenda que toda mulher que for se submeter à reposição hormonal procure um médico para conversar sobre os riscos dessa prática.

Sintomas
Podem surgir alterações na pele que recobre a mama, como abaulamentos ou retrações, inclusive no mamilo, ou aspecto semelhante a casca de laranja. Secreção no mamilo também é um sinal de alerta. O sintoma do câncer palpável é o nódulo (caroço) no seio, acompanhado ou não de dor mamária. Podem também surgir nódulos palpáveis na axila.
03/08/2011 - Rosana Assunção para O Barriga Verde

Projeto "O futuro sem câncer" orienta estudantes

Instituição associada à Abifcc JAÚ - Levar aos estudantes do ensino fundamental e médio informações sobre o câncer do colo do útero e as formas de prevenção da doença, além de divulgar os programas realizados pelo município de Jaú. Este é o objetivo do projeto "O futuro sem câncer", idealizado pelo Programa de Prevenção do Câncer Ginecológico da Fundação Amaral Carvalho em parceria com a Universidade Corporativa da instituição.
Mais de 25 mil alunos da rede de ensino da cidade (escolas municipais, estaduais e particulares) serão orientados pelo projeto, que também tem como parceiros as Secretarias Municipais de Saúde e Educação, a Diretoria Regional de Ensino e a Escola Técnica Joaquim Ferreira do Amaral.

Dra. Lenira Maria Queiroz Mauad, coordenadora do projeto, salienta que além das informações básicas sobre o que é o câncer, os estudantes vão aprender a substituir o mito e o estigma da doença pelos conceitos de prevenção e chances de cura após detecção precoce, bem como criar o hábito de identificar fatores de risco. "Buscamos estimular o cuidado com exposição a situações de risco para o próprio bem-estar," explica a médica.

Material
"O futuro sem câncer" conta com materiais didáticos adequados aos três grupos etários de alunos que abrange:
Creches e pré-escola - folhetos em forma de convite para as crianças pintarem e entregarem às mães, sugerindo que façam o exame de prevenção do câncer do colo do útero (Papanicolaou);
Ensino fundamental até 5º ano - cartilhas com atividades lúdicas informativas sobre a existência dos Programas de Prevenção do Câncer Ginecológico no município, e da importância de cuidar da própria saúde;
Ensino fundamental a partir do 6ª ano e Ensino Médio - folhetos com foco no câncer do colo do útero e seu principal agente causal para estimular a prevenção primária e evitar a contaminação pelo HPV (Vírus do Papiloma Humano), por meio do uso de preservativos nas relações sexuais, além de divulgar a necessidade da realização de exames de detecção precoce e o cronograma do programa de prevenção.

Treinamento
Para que as informações cheguem aos estudantes, durante o mês de agosto, professores da rede de ensino do município de Jaú receberão treinamento dos profissionais de saúde do Hospital Amaral Carvalho. Ao todo são 10 turmas de docentes.

Representantes das entidadesenvolvidas no projeto: Programa de Prevenção do Câncer Ginecológico e Universidade Corporativa da FAC, Secretárias de Saúde e Educação de Jaú, Etec Joaquim Ferreira do Amaral e Diretoria Regional de Ensino

SAIBA MAIS
O câncer não é uma doença única, bem definida, contra a qual pode ser desenvolvido um remédio específico. O termo câncer envolve centenas de doenças diferentes que, em comum, têm apenas o nome.

Nos dias de hoje, a oncologia abandonou a busca por soluções universais e curas radicais, e está lidando com questões básicas: Quais são os princípios fundamentais que governam o comportamento de uma forma particular de câncer? O que é comum a todas as formas de câncer? O que faz um câncer de mama ser diferente de um câncer de pulmão ou próstata? O que faz um mesmo tipo de tumor se comportar de forma tão diversa em dois pacientes diferentes? Se não há previsão de uma cura única para o câncer, se ele tende a ser apenas controlado com medidas que prolongam a vida e tratado como uma doença crônica, o que podemos fazer para prevenir o câncer?

A solução, além da adoção de hábitos saudáveis como não fumar, evitar a ingestão de bebidas alcoólicas, praticar atividades físicas, manter uma boa higiene e evitar contato com agentes causais já definidos pela ciência, é também a informação, orientação e educação.

Portanto, para O Futuro Sem Câncer passa, obrigatoriamente, pela educação.
O Programa de Prevenção do Câncer Ginecológico, iniciado no município há 15 anos, trabalha com a divulgação de informações e a realização de exames de rastreamento do câncer do colo do útero, com resultados significativos. Houve redução da incidência do câncer invasor e da mortalidade.
07/04/2010 - Ariane Urbanetto para Segs

Corrida Contra o Câncer de Mama é realizada em São Paulo (28/08)

SÃO PAULO - A 44ª edição da Corrida e Caminhada Contra o Câncer de Mama, que tem 11 anos de tradição na capital paulista, chega à cidade novamente para finalizar as edições do evento em 2011. A prova será realizada no dia 28 de agosto, com largada às oito horas em frente à Assembléia Legislativa, próximo ao Parque do Ibirapuera, em São Paulo (SP). Os participantes podem escolher entre a corrida ou a caminhada, ambas com cinco quilômetros de distância.

A primeira Corrida e Caminhada Contra o Câncer de Mama aconteceu em 1999, em São Paulo, e reuniu em sua primeira edição 600 mulheres. Com ajuda da imprensa, dos parceiros e artistas que apoiam a causa, o projeto reúne hoje milhares de pessoas. O evento já realizou 43 edições e passou por 11 cidades do Brasil.

A corrida não é apenas para atletas, mas para todos aqueles que se preocupam com a qualidade de vida e a disseminação de informações sobre o câncer de mama e a prevenção da doença. Acima de tudo, o evento é destinado àqueles que querem manifestar seu apoio à causa.

Os kits serão entregues no dia 27 de agosto, no Instituto Brasileiro de Controle Câncer, localizado na Avenida Alcântara Machado, 2576 - (Radial Leste - Prox. Ao metro Bresser). Neste dia, os interessados poderão fazer uma visita guiada pelo hospital e parte do valor arrecadado será doado ao Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC).

Estão disponíveis oito mil vagas para participantes, sendo quatro mil para a corrida e quatro mil para a caminhada. As inscrições já estão abertas com o valor de R$ 45 e podem ser feitas até o dia 19 de agosto nas lojas Hering Store, ou até o dia 25 de agosto pelo site www.yescom.com.br.
02/08/2011 - WebRun

Em hospital de câncer, 15% dos pacientes chegam com diagnóstico errado

Instituição associada à Abifcc SÃO PAULO - No Hospital A. C. Camargo, em São Paulo, especializado em câncer, dentre todos os pacientes que procuram a instituição para fazer o tratamento, 15% deles chegam com o diagnóstico errado. Além disso, 3% dos casos são de falsos positivos, quando os médicos descobrem que o paciente não está com câncer.

De acordo com o patologista Fernando Augusto Soares, diretor de Anatomia Patológica do hospital, setor que faz o laudo dos exames, diariamente há um grande número de casos em que há mudança de diagnóstico.

- Em 15% das análises há mudanças, o que altera também o tratamento, como trocar a medicação.

Nos 3% dos casos onde há diagnósticos falsos, há mudanças radicais nas análises. Isto é, pacientes inicialmente diagnosticados com câncer descobrem que, na verdade, não estão com a doença. São os chamados falsos positivos.

- Tem um caso desses pelo menos uma vez por semana. No começo, os pacientes ficam felizes, porque descobrem que não estão com câncer. Mas depois eles se preocupam porque começam a pensar no risco que correram, nas cirurgias que fizeram sem precisar.

Segundo Soares, existem vários tipos de erros, como de amostragem, interpretação, ou porque o caso é realmente difícil. E a maioria deles ocorre, diz, por falta de experiência dos laboratórios que fazem os exames.

- Os hospitais especializados lidam com esses casos todos os dias. Já nos laboratórios, o volume de biópsias é menor, por isso eles têm menos experiência, o que pode levar a enganos.

O R7 entrou em contato com os principais hospitais de câncer de São Paulo para levantar mais número sobre erros em diagnóstico.
No Hospital Sírio Libanês, também em São Paulo, os exames são feitos fora da instituição, por laboratórios parceiros. No Icesp (Instituto do Câncer de São Paulo), os exames também não são feitos no hospital - os pacientes já vêm diagnosticados do Hospital das Clínicas, segundo a assessoria da instituição.

No Hospital São José, que é vinculado à Beneficência Portuguesa, entre os casos de tumor no pulmão descoberto após um exame de PET (tomografia por emissão de pósitrons, um teste de imagem nuclear), a biópsia revela que 25% dos casos têm o diagnóstico errado. A informação é do médico Riad Younes, chefe de Cirurgia Oncológica da unidade.

- E esse é um número comum. O médico precisa saber que o PET vai errar um quarto dass vezes.

De acordo com Younes, o falso positivo não é um problema incomum. Esse erro pode ocorrer em qualquer exame e é ainda mais comum em casos de câncer.

- Depende de quem interpreta o exame. Por exemplo, se você acha um nódulo no pulmão, depende da descrição do radiologista.

Os erros ocorrem principalmente, segundo Younes, quando os médicos baseiam suas decisões apenas nos laudos dos exames sem antes verem as imagens.

- Às vezes o nódulo não tem nada a ver com a doença. Existem casos muito difíceis. Mas, se uma pessoa experiente olhar, você consegue reduzir as chances de errar.

Já o Hospital Israelita Albert Einstein e o Hospital Pérola Byington (instituição estadual paulista especializada em câncer feminino) não informaram os números até a publicação desta reportagem.

Até o fim
Younes, do Hospital São José, explica, no entanto, que em alguns casos a intervenção cirúrgica é inevitável, mesmo que seja para descobrir que o paciente não tem nada.

- Em um fumante crônico, por exemplo, você faz chapa e acha um nódulo. Faz um PET e acha um nódulo. Então você faz a cirurgia e tira o nódulo. Esse é o procedimento correto, mesmo sendo um falso positivo.

Não existe um procedimento padrão diante dos casos suspeitos. A ação do médico vai depender de cada paciente, segundo o médico do São José.

- A gente vai atrás até provar, para ter certeza. Mas, dependendo do caso, a gente fica só olhando, esperando a evolução.

Falta de capacitação leva ao falso positivo
Para Younes, um dos problemas que podem acarretar nos falsos diagnósticos é a falta de mais capacitação dos profissionais que lidam com o câncer.

- O falso positivo é perigoso, pode fazer mal, por isso é preciso treinar os médicos para eles poderem identificar os casos e agir cautelosamente, levando em consideração o resultado de cada exame.

Já Soares, do A.C. Camargo, afirma ainda que, em casos de dúvidas de um diagnóstico, os médicos devem procurar outros profissionais mais experientes. E os pacientes também devem participar desse processo.

- Da mesma maneira que o paciente sabe quem é o seu médico, saiba também quem é o seu patologista. Uma segunda opinião num diagnóstico como esse nunca é demais. Nós mesmos, dentro do nosso laboratório, temos várias opiniões: primeiro o residente olha, depois um patologista, em seguida um segundo patologista. Todos os dias nós fazemos uma reunião no fim da tarde com os casos mais difíceis
31/07/2011 - R7.com

Entidades se unem para salvar hospitais de filantropia

PORTO ALEGRE - Não bastasse a superlotação das emergências e a crise enfrentada pelas instituições médicas, os hospitais filantrópicos estão à beira de uma crise jamais vista. A OAB/RS, juntamente com o Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (Cremers), o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), a Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos e o Sindicato dos Hospitais Beneficentes, Religiosos e Filantrópicos do Estado (Sindiberf) se mobilizaram para levar o apelo destas instituições ao governo estadual, frente à eminente possibilidade de paralisação das atividades por falta de recursos.

A intenção do movimento SOS Hospitais Filantrópicos é mobilizar gestores, Executivo e membros das instituições filantrópicas para levar ao governo do Estado um pedido por mais investimentos na área. Eles trabalharam, também, na organização de uma audiência pública no dia 9 de agosto, às 10h, na sede da Ordem gaúcha.

O Rio Grande do Sul é o estado que menos investe em saúde em todo o País, com 6,4% do orçamento, incluindo gastos com saneamento. A Constituição define que devem ser investidos 12% só para a saúde.

A dívida chega a R$ 1,057 bilhão, entre compromissos vencidos com bancos, fornecedores e encargos trabalhistas não recolhidos. Neste ano, o déficit já atinge R$ 340 milhões. O apelo junto ao governo do Estado, para que não haja o fechamento de muitas unidades, é de que ocorra o pagamento de R$ 100 milhões. Esse valor seria divido entre as 239 unidades hospitalares filantrópicas, que, juntas, são responsáveis por 18 mil leitos do Sistema Único de Saúde (SUS), 519 mil internações por ano e aproximadamente 55 mil postos de trabalho. As unidades respondem por 90% dos atendimentos de baixa e média complexidade e por 70% das consultas pelo SUS no Estado.

O presidente do Sindiberf, Júlio Dornelles, acredita que é o momento de o governador Tarso Genro participar do processo de sustentabilidade do SUS. "Além do dinheiro por parte do governo estadual, a intenção é que os municípios participem para que, pelo menos, as unidades consigam manter as emergências abertas", observou Dornelles.

Para exemplificar o atual quadro que agrava o déficit da saúde, o atendimento na emergência chega a custar mais de 2.000% sobre o que é pago pelo SUS. Por uma consulta o sistema paga R$ 2,04, e para o tratamento de insuficiência respiratória aguda com internação, comum nesta época do ano, R$ 480,87, enquanto o custo para o hospital é de R$ 4.571,85.

Procurada por associações, entidades e sindicatos médicos, a OAB/RS recebeu o apelo por parte dos gestores destes órgãos para que não ocorra uma tragédia na saúde gaúcha. "Não poderíamos deixar de nos engajar neste movimento. Acredito que a situação é desesperadora e colabora para o sucateamento da saúde no Rio Grande do Sul", lamentou o presidente da Ordem gaúcha, Claudio Lamachia. A intenção do movimento é buscar, de forma emergencial, recursos para manter e resgatar os hospitais filantrópicos do Estado.

O presidente do Cremers, Fernando Matos, informou que esta situação não vem de agora, e que o quadro se agravou no final do governo anterior e continua preocupando os gestores da saúde na atual gestão. "Não podemos deixar que essas unidades fechem as portas e que esses pacientes sejam removidos para Porto Alegre, agravando ainda mais a situação caótica da saúde", disse Matos. O presidente lembrou ainda o compromisso feito por Tarso, ainda em campanha, de se comprometer a viabilizar mais investimento junto ao SUS. "O Cremers clama por uma maior sensibilidade por parte do governo estadual", pediu.
28/07/2011 - Deivison Ávila para O Jornal do Comércio

População agradece prefeito por carreta do Hospital do Câncer de Barretos em Vicentina

Instituição associada à Abifcc VICENTINA - O prefeito de Vicentina, Marcos Benedetti Hermenegildo “Marquinhos do Dedé” (PMDB), juntamente com toda sua equipe da Secretaria Municipal de Saúde, e secretária Josiane Oliveira, recebeu na manhã de ontem, terça-feira (26), a carreta itinerante do Hospital de Câncer de Barretos. Este trabalho é uma parceria entre a Prefeitura Municipal de Vicentina e o Hospital do Câncer de Barretos (SP), pertencente à Fundação Pio XII.

Durante todo o dia foram feitos 119 atendimentos, sendo 46 Preventivos de Cólo de Útero, 36 Exames da Próstata, 37 de Câncer de Pele. Além dos profissionais da carreta, participaram também as enfermeiras e enfermeiros da Secretaria Municipal de Saúde, Unidade Básica de Saúde, entre outros funcionários que auxiliaram nos trabalhos diversos.

O prefeito Marquinhos do Dedé que se fez presente na abertura dos trabalhos de toda equipe empenhadas no atendimento, agradeceu a toda equipe médica da carreta do Hospital de Câncer de Barretos, focando sempre no ótimo atendimento que todos fazem com muita dedicação e carinho com a população por onde a carreta de atendimento passa “É um trabalho que necessita de muito carinho e dedicação, pois quando se fala nessa doença tão perigosa necessita de cuidados e muita atenção, e isso essa equipe tem, parabéns para todos que fazem esse trabalho e que continuem sempre assim, com essa eficiência no que fazem e a alegria para todos nós que necessitamos desse importantíssimo atendimento", finalizou Marquinhos do Dedé.

Para Denival Lopes da Silva, 70 anos, ele que já é operado da próstata, parabenizou a ação desenvolvida pelo prefeito Marquinhos do Dedé, em estar preocupado com essa doença muito perigosa e que necessita de cuidados máximos "Muito útil e de muita importância para nós que moramos. O prefeito Marquinhos do Dedé, esse prefeito jovem que faz tanto por nós, está de parabéns, nem toda cidade tem esse privilégio de receber essa carreta do Hospital de Câncer de Barretos, e nós de Vicentina somos privilegiados com isso, parabéns e obrigado prefeito e sua equipe", enfatizou o morador Denival.

A moradora Antonia Liana, 61 anos, ela que já foi operada também de câncer no seio e da garganta, estava fazendo também seus exames de prevenção necessários e rotineiros, disse também da necessidade e da importância da Carreta do Hospital de Câncer de Barretos em Vicentina "Olha menino, você não sabe o tamanho da importância que esses atendimentos através dessa carreta faz para ajudar todos nós aqui de Vicentina, eu quero agradecer também ao prefeito Marquinhos do Dedé por estar proporcionando isso tudo aqui, obrigado mesmo prefeito", destacou Antonia de 61 anos.

Para o morador Aparecido Gomes da Silva, 60 anos, ele que tinha acabado de fazer o exame da próstata, um exame que todos os homens depois dos 40 anos tem por obrigação fazer, destacou também a ação do prefeito levar para Vicentina a equipe do Hospital de Câncer de Barretos "Uma ação dessas vem ajudar e muito a todos moradores aqui de Vicentina, e tudo isso está acontecendo porque temos esse prefeito jovem e com muita vontade de fazer pela saúde do povo. Quero aproveitar e dizer para todos os homens que não tenha vergonha de fazer esse exame da próstata que é muito importante para nós, pois a saúde está em primeiro lugar é assim que vejo a administração do prefeito Marquinhos do Dedé", finalizou Aparecido de 60 anos.
27/07/2011 - Rogério Sanches para o Fatima News

Brasil inaugura trabalhos da Rede de Institutos Nacionais de Câncer da América do Sul

RIO DE JANEIRO - Fruto do esforço do Ministério da Saúde em fortalecer a prevenção e o controle do câncer entre os países-membros da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) inicia, a partir das 9h desta terça-feira, dia 26, as atividades da recém-instituída Rede de Institutos Nacionais de Câncer (RINC). O Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, abrirá o encontro - na sede do Pró-Instituto Sul-Americano de Governo em Saúde (Pró-Isags) -, que contará com a participação de representantes dos 12 países da Unasul em torno de temas prioritários para a região.

Através do INCA/MS, o Brasil vai desempenhar o papel de coordenador da Rede, que terá como principal missão viabilizar programas governamentais de controle de câncer na América do Sul por intermédio da articulação entre institutos oncológicos de cada país. De acordo com o relatório World Cancer, da Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC), só na América Latina e no Caribe, o número de mortes pela doença chegou a 589 mil, em 2008, e a estimativa é de aumento nos próximos anos.

Uma das principais ações neste início das atividades da RINC é o intercâmbio conjunto para o desenvolvimento de indicadores (de registro de base populacional e hospitalar) sobre a doença e considerados vitais para a criação de estratégias de controle do câncer.

Novos caminhos no combate à doença - Instituída em 2010, a RINC também é um desdobramento dos acordos de cooperação da Aliança da América Latina e Caribe para o Controle do Câncer – entidade criada em 2007 reunindo comunidade técnica (não governamental) para troca de experiências entre países. Nos últimos anos, a Aliança alcançou resultados positivos, como a instalação dos Bancos de Tumores da América Latina e Caribe, a melhoria na qualidade dos registros de câncer dos países participantes, o aprimoramento da qualidade na área de radioterapia, além do incentivo à formação da Rede Estados Unidos e América Latina para Pesquisa do Câncer (US-LA CRN), em 2009.

O diretor-geral do INCA, Luiz Antonio Santini, que será o coordenador da Secretaria-Executiva da RINC, reafirma o valor que a rede agrega na política de atenção oncológica de países como Argentina, Chile, Cuba, Equador e México.

"A troca de informações sobre o controle e a prevenção do câncer dá novos caminhos para os gestores desses países no combate à doença. O Brasil vem se destacando na política de atenção oncológica, e o INCA será voz de apoio constante na formação dessa rede integrada contra o câncer na América Latina", diz. O presidente da União Internacional para o Controle do Câncer (UICC) – principal entidade de mobilização para políticas de controle do câncer –, Eduardo Cazap, estará presente no encontro da RINC.
25/07/2011 - Agência de Notícias Inca

Deputado garante recurso para o Pró-Hospital

CUIABÁ - Os hospitais filantrópicos de Mato Grosso estão passando pela mais grave crise financeira dos últimos anos devido ao aumento da demanda e a queda na arrecadação. A partir de agora essa realidade poderá mudar, pois o 1º secretário da Assembleia Legislativa, deputado Sérgio Ricardo (PR), conseguiu assegurar via emenda a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) recursos para a implantação do programa de apoio técnico e recuperação financeira das santas casas e hospitais filantrópicos, o Pró-Hospital.

O parlamentar aponta que, além do aumento da demanda, outro motivo para a situação crítica, segundo alguns gestores, é a defasada tabela de preços do Sistema Único de Saúde (SUS). Conforme Sérgio Ricardo, a intenção é reestruturar as dívidas dos hospitais conveniados e facilitar a abertura de novas linhas de financiamento para a aquisição de equipamentos e disponibilização de novos leitos e serviços.

Pelo projeto, as instituições financeiras realizariam operações de créditos com as referidas instituições com taxas de juros bem abaixo das operadas no mercado, em função da garantia do pagamento do empréstimo estar vinculada a receita a ser repassada pelo Estado pela prestação do serviço.

"Para se manter muitos hospitais recebem doações e promovem eventos. Em alguns municípios o filantrópico é o único hospital existente", explicou Sérgio Ricardo, ao esclarecer que o programa objetiva não só socorrer financeiramente as instituições, mas reformular o sistema de gestão para que se possa implantar um sistema de administração eficiente e moderno, o que será possível através do apoio técnico que será prestado a essas unidades de saúde.
20/07/2011 - da Assessoria

McDonald´s de Taboão foi a loja que mais arrecadou para crianças com câncer

TABOÃO DE SERRA - Quem for a qualquer restaurante McDonald’s do país a partir deste mês vai se deparar com uma casinha azul trazendo os dizeres: Sua moedinha transforma a vida de milhares de crianças e adolescentes com câncer. Esta casinha é o novo modelo do cofrinho do Instituto Ronald McDonald, que conta com a doação de troco depositado pelos clientes para ajudar no combate ao câncer infantojuvenil por meio de projetos apoiados pela instituição.

No primeiro semestre de 2011 os cofrinhos já arrecadaram mais de R$ 1,5 milhão. O valor é 33% maior que o arrecadado no mesmo período do ano passado. O restaurante McDonald’s que atingiu a maior arrecadação no primeiro semestre deste ano foi o de Taboão da Serra/SP, localizado no Shopping Taboão.

A unidade taboanense atingiu a marca de R$ 30.323,80, entre os meses de janeiro a junho de 2011. “De troco em troco, chegamos a uma arrecadação significativa em 2010. Nossa expectativa é que, com esta mudança que destacará ainda mais os cofrinhos nos restaurantes, os resultados sejam ainda mais expressivos”, comenta Juliana França, responsável pela campanha. “O valor arrecadado é destinado a projetos de instituições que trabalham pela cura do câncer infantojuvenil em todo o Brasil”, completa.

Os novos modelos, mais modernos, foram desenvolvidos pela empresa Habto Design e produzidos pela Brinquedos Estrela e substituíram os modelos antigos que serão recolhidos para reciclagem. A Campanha dos Cofrinhos é a segunda maior fonte de recursos do Instituto Ronald McDonald, ficando atrás apenas do McDiaFeliz.

A arrecadação dos cofrinhos é destinada a projetos de todo o Brasil em benefício de crianças e adolescentes com câncer por meio dos programas coordenados pelo Instituto Ronald McDonald: o Programa Atenção Integral, que oferece o encaminhamento adequado e atendimento de qualidade para os jovens pacientes e seus familiares, e o Programa Diagnóstico Precoce, cujo objetivo é capacitar profissionais da Estratégia Saúde da Família (ESF), bem como os médicos do SUS que sejam referência para o atendimento de crianças e adolescentes, para que possam suspeitar adequadamente de casos de câncer em crianças e adolescentes. Só em 2010, o Programa Diagnóstico Precoce capacitou 3767 profissionais, de 10 estados por meio de 13 instituições.

Sobre o Instituto Ronald McDonald e programas
O Instituto Ronald McDonald é uma instituição sem fins lucrativos cuja missão é promover a saúde e a qualidade de vida de crianças e adolescentes com câncer. Para isso, a organização desenvolve e coordena Programas - Diagnóstico Precoce, Atenção Integral e Casas Ronald McDonald - que possibilitam o diagnóstico precoce, encaminhamento adequado e atendimento integral e de qualidade para os jovens pacientes e seus familiares.

As principais fontes de arrecadação do Instituto Ronald McDonald são o McDia Feliz – maior e mais abrangente campanha nacional no combate ao câncer infantojuvenil – e a Campanha dos Cofrinhos, iniciativa que conta com a doação de trocos dos clientes dos restaurantes McDonald’s.

Com mais de dez anos de atuação, o Instituto Ronald McDonald articula diferentes agentes da causa e destina de recursos a projetos de construção e reforma de casas de apoio e unidades médicas, compra de equipamentos e veículos, capacitação profissional e apoio psicossocial a pacientes e familiares, entre muitos outros. Saiba mais sobre as fontes de arrecadação, os programas e as instituições beneficiadas em www.instituto-ronald.org.br.
19/07/2011 - O Taboanense

HOSPSUS beneficia Santa Casa, Evangélico e HU, em Londrina

LONDRINA - Três hospitais de Londrina – Santa Casa, Evangélico e Hospital Universitário – serão beneficiados pelo Programa de apoio e Qualificação de Hospitais Públicos e Filantrópicos do SUS (HOSPSUS), lançado nesta quarta-feira (13) pelo governo do Estado. O novo projeto vai investir R$ 40 milhões em 48 hospitais estrategicamente posicionados no Paraná.

Dentro da 17ª Regional de Saúde, além dos três hospitais de Londrina, a Santa Casa de Cambé (16 km de Londrina), San Rafael em Rolândia (24 km ) e Cristo Rei de Ibiporã (16 km) serão contemplados. A diretora da 17ª regional, Djamedes Garrido, ainda não sabe qual valor será repassado aos estabelecimentos, mas eles terão que cumprir metas e obrigações para receberem o repasse.

O valor da verba dependerá do número de leitos do hospital. As metas serão observadas com base em uma série de critérios, como acolhida do paciente, plantonistas, entre outros. Os hospitais começarão a receber o repasse a partir de agosto. No primeiro mês, será enviado 100% do valor, mas nos outros meses a porcentagem vai depender das metas cumpridas. Se o hospital não atingir os objetivos durante dois meses consecutivos será cortado do programa.

Djamedes acredita que o repasse de recurso vai melhorar o atendimento na região. "O recurso será passado com base na complexidade que o hospital representa. Esse ano nós vamos trabalhar na qualificação desses hospitais, com curso de gestão hospitalar para os gestores, e fortelecer a região para diminuir as demandas para Londrina", acredita.

O programa deve ajudar a diminuir a superlotação vista em Londrina. Nessa semana, por exemplo, Evangélico e Santa Casa enfrentaram superlotação durante vários dias seguidos, chegando a restringir atendimento.

"Essa semana nós tivemos prontos socorros fechados porque aumentaram os acidentes nas cidades, com atropelamentos e quedas de motos. Nós também tivemos desassistência nas Unidades Básicas de Saúde, onde faltaram equipes do Programa Saúde da Família que está apenas com 42% de cobertura da cidade e tivemos falta de médicos. Isso aumentou também as urgências clínicas, que são atendidas pelo Samu", explicou.

Londrina concentra os três maiores hospitais da região. Para diminuir a superlotação é preciso cuidar desde a atenção básica até os hospitais, e neste ano o governo do Estado decidiu investir no atendimenro de urgência e emergência e na rede Mãe Paranaense, que quer reduzir a mortalidade materno-infantil no Paraná.
15/07/2011 - Pauline Almeida para ODiario

Conferência Municipal discute problemas da Saúde em Salvador

SALVADOR - Representantes de usuários do SUS, dos trabalhadores e dos governos estadual e municipal se reuniram por três dias para discutir a saúde pública em Salvador. Com o tema "Todos usam o SUS! SUS na seguridade social, política pública, patrimônio público do povo brasileiro", a XI Conferência Municipal de Saúde foi encerrada nesta quarta-feira (13/7), no Centro de Convenções da Bahia.

"Foi uma Conferência muito boa no ponto de vista do fortalecimento da política de saúde do município. Discutiu-se a grave crise do Sistema Único de Saúde (SUS), em Salvador, que envolve a baixa cobertura, a falta de capacidade de atendimento, a dificuldade de acesso das pessoas aos serviços de atenção primária, como consultas, exames, cirurgias e internamento. Além desta precariedade muito grande, ainda há um dívida imensa com os hospitais filantrópicos que atendem uma grande parte das demandas do SUS, comprometendo gravemente o funcionamento do sistema. O que a gente identifica é que Salvador está à beira de um colapso da área da saúde", avaliou a vereadora Aladilce Souza (PCdoB), vice-presidente da Comissão de Saúde da Câmara Municipal.

Para a parlamentar, os principais problemas da área foram gerados pela má gestão dos recursos nos últimos seis anos. "Para se ter uma ideia, já passaram seis secretários de Saúde no governo João Henrique e cada secretário muda todos os assessores. Então houve uma descontinuidade administrativa muito grande e ai a gestão dos recursos também ficou complicada. A Conferência discutiu estas questões e definiu pela ampliação do acesso. Por uma saída de compartilhamento da gestão das unidades entre o estado e o município para que Salvador possa ter condições de arcar com as suas responsabilidades na prestação dos serviços. Uma coisa que saiu com força foi o pedido para que o Ministério da Saúde aumente o repasse de recursos para os municípios. Porque há um sub-financiamento grave do SUS", acrescentou Aladilce.

Participação popular
“As conferências precisam funcionar como uma grande mobilização da sociedade pelo fortalecimento do SUS como sistema público, que garanta o acesso a todo tipo de ações e serviços que as pessoas precisam na área de saúde”, ressalta a vereadora comunista.

Em Salvador, a Conferência contou com a participação de 150 delegados eleitos em 12 distritos sanitários da cidade. São pessoas que militam no movimento social e entendem a necessidade de debater um tema tão importante como a saúde pública. “A Conferência foi importante, pois resgatou a participação dos movimentos sociais nos bairros. Conseguimos mobilizar 12 distritos sanitários, com a eleição de delegados em 12 conselhos distritais. Foi uma mobilização muito grande o que resultou em uma conferência com forte participação popular”, disse o presidente do Conselho Municipal de Saúde, Antonio Manoel Ferreira.

De acordo com Ferreira, entre as principais propostas aprovadas na Conferência está a construção de hospitais municipais e o gerenciamento das unidades dos bairros por servidor de carreira eleito nos conselhos distritais. “Salvador enfrenta uma série de problemas na saúde, com desasistência na atenção básica, na rede primária, a crise financeira, com investimento maior do SUS no atendimento de média e alta complexidade da rede filantrópica e privada. A atual gestão praticamente não tem dado segmento à questão da gestão plena de saúde em Salvador. Então, a população se moveu para o debate e na apresentação de propostas ao plenário da Conferência. Foram aprovadas 12 propostas a serem levadas à Conferência estadual e também para orientar o gestor da área de saúde do município”, declarou o presidente do Conselho de Saúde.

Combate ao caos
Uma das mais debatidas decisões foi a adesão imediata de Salvador ao Pacto Interfederativo Organizativo da Ação Pública que cria Regiões de Saúde e na prática impacta os parâmetros que envolvem a gestão plena.

Outra decisão relevante vinculada à medidas contra o caos na gestão do SUS em Salvador foi a aprovação de que o estado assuma a gestão financeira dos hospitais em que já vem assumindo a gerência dos contratos.

A Conferência teve a aprovação de 12 propostas e a eleição de uma delegação de 32 representantes para a Conferência Estadual de Saúde que acontece de 12 a 15 de agosto.
15/07/2011 - Eliane Costa para OVermelho

Seis hospitais da região receberão recursos

PONTA GROSSA - Seis hospitais da região devem ser contemplados na primeira etapa do Programa de Apoio e Qualificação de Hospitais Públicos e Filantrópicos do SUS no Paraná (HOSPSUS), lançado oficialmente ontem, em Curitiba, pelo governador Beto Richa e o secretário da Saúde, Michele Caputo Neto. Além do Hospital Regional, Bom Jesus, Vicentino e Santa Casa, em Ponta Grossa, a relação inclui o Hospital Anna Fiorillo Menarim, em Castro, e a Santa Casa de Irati. O objetivo do governo é melhorar a qualidade do atendimento, aumentar a oferta de leitos hospitalares à disposição do Sistema Único de Saúde (SUS) e reduzir o tempo-resposta nos serviços de urgência e os índices de morbidade por causas externas, entre outros objetivos.

Na primeira fase, até o final do ano, o programa vai destinar R$ 40 milhões para 48 hospitais públicos e filantrópicos que são referência em suas regiões. Entretanto, de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), cada Hospital poderá receber entre R$ 50 mil e R$ 200 mil, de acordo com o seu porte e número de leitos destinados ao SUS.

O governador Richa afirmou que o governo considera que a saúde, junto com a segurança pública, está entre as principais preocupações da população paranaense. "Esse programa vai beneficiar a saúde em todos os municípios. São 48 hospitais públicos e filantrópicos importantes e 70% deles nunca receberam recursos estaduais. Estamos fazendo todos os esforços para buscar recursos, garantir avanços consistentes e tranquilizar as famílias paranaenses, prestando atendimento à altura das suas necessidades", ressalta.

O secretário Michele Caputo Neto disse que o HOSPSUS é um programa inovador porque modifica a lógica da relação entre o Estado e os hospitais públicos e filantrópicos que prestam serviços pelo SUS. "Agora, o repasse de recursos passa a ser feito mediante critérios técnicos, com metas e objetivos que serão avaliados periodicamente", destaca.

Presente ao lançamento do Programa, o deputado estadual Marcelo Rangel enfatiza o esforço do governo. "O HOSPSUS vai auxiliar na melhoria de qualidade de atendimento e terá seu investimento direcionado para manutenção, ampliação das instalações e equipamentos, além da extrema importância que representa para a melhor condução na gestão hospitalar", diz.

Para receber os recursos os hospitais deverão atender a vários critérios, entre os quais: ser referência regional; oferecer prioritariamente leitos para atendimentos do SUS; e ter um porcentual de leitos de UTI para atendimento de urgência e emergência do SUS. Os recursos do programa são do Tesouro do Estado e deverão ser aplicados na melhoria da qualidade da assistência à saúde: manutenção e ampliação da capacidade instalada (equipamentos e instalações físicas), aumento da oferta de leitos e serviços, custeio das ações e serviços e também para melhoria da gestão dos hospitais.

Até dezembro, serão repassados R$ 23,5 milhões para custeio, R$ 16 milhões para equipamentos e R$ 1 milhão para capacitação na área de gestão hospitalar por meio do novo programa. O Termo de Adesão ao Programa estabelece os compromissos e metas para cada unidade.
14/07/2011 - Aline Rios para cotidiano@jmnews.com.br

Governador lança programa HOSPSUS

CURITIBA - O governador Beto Richa e o secretário da Saúde, Michele Caputo Neto, lançam nesta quarta-feira (13) a primeira fase do Programa de Apoio e Qualificação de Hospitais Públicos e Filantrópicos do SUS no Paraná (HOSPSUS). Um Programa inovador do governo estadual, pois modifica a lógica da relação entre o Estado e os hospitais públicos e filantrópicos que prestam serviços pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O Programa possibilitará à população paranaense atendimento hospitalar de qualidade e com resolutividade o mais próximo possível de sua residência, otimizando a eficiência dos hospitais e contribuindo para o desenvolvimento de um parque hospitalar público e filantrópico no estado, social e sanitariamente essenciais para atender as necessidades da população em todas as regiões de saúde.

Inicialmente irá atender 50 hospitais públicos e filantrópicos distribuídos nas diferentes regiões do Estado, que serão retaguarda para a Rede Mãe Paranaense e a Rede Estadual de Urgência e Emergência.

A Secretaria de Estado da Saúde instituirá um incentivo financeiro aos hospitais com base no número de leitos gerais e leitos de UTI disponíveis ao SUS. Os recursos são provenientes do tesouro do Estado e suas aplicações são direcionadas para melhoria da qualidade da assistência, com investimentos na manutenção e ampliação da capacidade instalada (instalações físicas e equipamentos), para aumento da oferta de serviços, custeio das ações e serviços e melhoria da gestão dos hospitais.

No evento de lançamento, estarão presentes os hospitais que assinaram Termo de Adesão ao Programa, que estabelece os compromissos e metas do hospital e que serão acompanhados e avaliados trimestralmente pela Comissão Estadual e pelas Comissões Regionais de Avaliação e Monitoramento do HOSPSUS.

O governador e o secretário da Saúde assinam também dois convênios estratégicos: com o COSEMS (Conselho de Secretários Municipais de Saúde), e com a Femipa (Federação das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais Beneficentes do Paraná). O convênio da Femipa prevê parceria na capacitação de gestores e profissionais dos hospitais participantes do programa em cursos de especialização em gestão hospitalar, trauma e obstetrícia, além da troca de experiências positivas na área de humanização, classificação de risco, custos e protocolos de atendimento hospitalar.

SERVIÇO: Lançamento da primeira fase do Programa HOSPSUS.
Data: 13 (quarta-feira).
Horário: 10h30.
Local: Canal da Música – Rua Júlio Perneta, 695 – Curitiba – Paraná.
11/07/2011 - Agência de Notícias Paraná

Hospital de Câncer inaugura centro tecnológico

Instituição associada à Abifcc BARRETOS - O Hospital do Câncer de Barretos inaugura neste sábado (9) o Instituto de Pesquisas Contra o Câncer do Aparelho Digestivo, o ICARD Brasil. De acordo com o diretor científico do Icard Brasil Armando Melani, o centro tem como objetivo treinar médicos na técnica da cirurgia minimamente invasiva, auxiliada por microcâmeras e robôs.

"Nessa cirurgia a recuperação é muito mais rápida do que a cirurgia aberta, tem uma menor taxa de infecção e uma menor taxa de complicação. Com isso, a gente consegue devolver o nosso paciente ao ceio da sua família", afirmou.

O instituto foi criado em 1994, na França, e cresceu em 2008 com a fundação de uma sede asiática, em Taiwan. Agora, no Brasil, o centro pretende manter a característica internacional, com capacidade para treinar médicos de países da América Latina e tecnologia para compartilhar conhecimento.

Quando uma cirurgia deste tipo acontecer em Barretos, médicos do mundo todo vão poder assisti-la pelo vídeo, em tempo real.

O presidente da empresa de equipamentos cirúrgicos, José Agurrechu, comemora a nova aquisição. "Dentro desse centro, os médicos do Brasil terão a oportunidade de treinar com as últimas tecnologias para melhor resultado para a saúde dos pacientes", explicou.

O médico fundador do projeto, Jacques Marescaux, vai supervisionar os treinamentos diretamente da França. Segundo ele, o Brasil vai ser a base sul-americana graças à capacidade dos médicos. Ainda neste ano, cerca de 1100 cirurgiões devem fazer os cursos. 30% dos alunos serão médicos do Sistema Público de Saúde com bolsa integral.
08/07/2011 - EPTV

Kassab doa reajuste salarial a hospital em São Paulo

Instituição associada à Abifcc SÃO PAULO - O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, doou na manhã desta quinta-feira (7) um cheque no valor de R$ 28mil à Fundação Antônio Prudente, mantenedora do Hospital A. C. Camargo, no Centro da capital paulista. O valor é referente ao reajuste salarial que ele teve desde fevereiro deste ano.

O presidente do hospital especializado no tratamento de câncer, Ricardo Brentani, foi quem recebeu o cheque das mãos do prefeito. "Não esperava outra coisa do prefeito. Estamos muito agradecidos a ele", disse.

Prefeito segura recibo da doação de cheque de R$ 28 mil a hospital de câncer. (Foto: Caroline Hasselmann/G1) O pai de Kassab foi um dos fundadores da Fundação Antônio Prudente. "É uma doação pessoal e uma maneira de homenagear meu pai, que deu uma contribuição importante à instituição. Eu faço isso com alegria a uma instituição que tem ações de filantropia importantes e um vínculo com a Prefeitura", afirmou.

Os R$ 28 mil, segundo a assessoria do prefeito, é referente à soma do reajuste salarial que Kassab teve desde fevereiro até agora. O salário bruto passou de R$ 12.384,05 para R$ 20.042,33. A soma, segundo a assessoria, foi calculada em cima da diferença dos salários líquidos do prefeito (R$ 9.376,97 e R$ 14.960,40, respectivamente).

"Esse repasse pode ser feito por mês ou somado no final do ano. A partir do ano que vem vai ser mensal porque vai ter o valor acrescido de R$ 4 mil. Aí passa a ter um significado maior", afirmou o prefeito.

Dessa forma, o prefeito passa a doar o reajuste referente ao decreto legislativo que fez o salário subir no mês de fevereiro de cerca de R$ 12 mil para R$ 20.042,33 e também o restante do aumento aprovado na Câmara Municipal e que ele deverá sancionar que fixa o subsídio mensal em R$ 24.117,62.
07/07/2011 - Caroline Hasselmann para o G1

Pesquisadora defende campanha nacional de vacinação contra o HPV

RIO DE JANEIRO - A imunização contra HPV (papilomavírus humano) precisa ser oferecida na rede pública de saúde no Brasil, com ampla cobertura especialmente para mulheres, como forma de prevenir a ocorrência de lesões genitais e do câncer de colo de útero. A avaliação é da pesquisadora Luisa Lina Villa, do Instituto Ludwig de Pesquisas sobre Câncer. Ela participou hoje (6), no Rio de Janeiro, do Congresso Mundial de Colposcopia e Patologia Cervical.

Na América Latina, Peru e o México saíram na frente e já aplicam no sistema público a vacina bivalente, que protege pelo menos contra os tipos 16 e 18 do HPV, que estão relacionados a lesões precursoras do câncer de colo de útero e ao tumor propriamente dito, de acordo com Luisa. No Brasil, a vacina só está disponível na rede privada.

"Gostaria muito que o Brasil tivesse sido pioneiro nessa questão, mas por aqui o governo hesitou um pouco. No México, por exemplo, o programa de vacinação é voltado especialmente para as mulheres jovens que vivem nas regiões mais pobres, o que ajuda a reduzir o grave problema da região, que é o câncer de colo de útero", disse a pesquisadora.

Segundo Luisa, a dose conhecida como quadrivalente, que também protege contra as verrugas genitais provocadas pelos tipos 6 e 11 do HPV, é ainda mais eficiente que a vacina bivalente. Nesse caso, a especialista defende que a imunização também seja estendida aos homens. Além de ter a possibilidade de desenvolver tumores de pênis e de ânus, eles são considerados o principal vetor de muitas das lesões causadas pela doença.

A pesquisadora citou ainda o exemplo da Austrália, que aplica desde 2007 a vacina quadrivalente em mulheres. Segundo ela, os resultados são notados também em homens. "O que se observa é a redução de 70% nas ocorrências de verrugas genitais entre a população feminina e de 30% entre os homens. Eles se beneficiam por imunidade de grupo, porque se há altas taxas de cobertura em mulheres, os homens têm menos chance de serem contaminados, já que vão se relacionar com boa parte dessas mulheres já vacinadas."

A especialista em HPV destacou que o ideal é que a vacinação ocorra antes do início da vida sexual, mas ressaltou que pesquisas recentes têm apontado que, mesmo após a exposição ao vírus, homens e mulheres que recebem as doses têm menos chances de contrair novas infecções e de desenvolver câncer.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o governo brasileiro criou um comitê de acompanhamento da vacina, formado por representantes de diversas instituições ligadas à saúde e liderado pelo próprio Inca, para avaliar periodicamente se é oportuno recomendar a vacinação em larga escala no país.

Até o momento, o comitê decidiu pela não incorporação da vacina contra o HPV no Programa Nacional de Imunizações, porque ainda há muitas dúvidas sobre a eficácia e o impacto dessa nova tecnologia para a política de atenção oncológica no país.

Segundo o Ministério da Saúde, embora a vacina não esteja disponível na rede pública, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece exames gratuitos à população para detecção do vírus, como o papanicolau, um exame preventivo que permite ao médico identificar lesões antes da formação do câncer de colo do útero e dar início ao tratamento.

O HPV é transmitido pelo contato genital com a pessoa infectada e da mãe para filho, por via sanguínea, na hora do parto. O Brasil é um dos líderes mundiais em incidência da doença, que atinge principalmente mulheres entre 15 e 25 anos. A cada ano são registrados mais de 18 mil casos no país, que provocam 4,8 mil mortes por câncer de colo de útero.
06/07/2011 - Agência Brasil

Modelo integral de atendimento aumenta detecção do câncer de mama

SÃO PAULO - Levantamento da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo realizado no hospital Pérola Byington aponta que o número de casos de lesões de mama identificados no estágio "pré câncer" quase triplicou nos últimos seis anos. Ao mesmo tempo, a identificação da doença em estágios avançados diminuiu.

Foram avaliados 3,8 mil atendimentos realizados no hospital entre 2005 e os cinco primeiros meses de 2011. Há seis anos, a identificação do estágio conhecido por "pré câncer" era de apenas 7% do total de mulheres examinadas. Neste ano, subiu para 18%. Houve aumento, ainda, de 18% para 22% do total de casos de câncer identificados no estágio I, quando as chances de cura são de 80%.

Entre as razões para o aumento da detecção do estágio que antecede a doença está o fato de o hospital ter implantado, em 2006, um modelo de atendimento completo e integral às pacientes que procuram a unidade, que funciona como um "pronto-socorro" das mamas. Após o resultado da mamografia, se houver alterações, as pacientes são encaminhadas no mesmo dia para outros exames complementares, como biópsia, para conclusão do diagnóstico. Casos de câncer identificados em estágio avançado seguem para cirurgia ou tratamento quimio ou radioterápico no mesmo mês em que foram diagnosticados.

O levantamento também apontou que a identificação do estágio III da doença, quando apenas 30% dos casos são considerados curáveis, diminuiu no período analisado. Em 2005, 25% dos casos eram descobertos já com a doença avançada. Neste ano o índice caiu para 16%.

O número de mamografias realizadas em todo o Estado têm aumentado. Em 2010, o total de exames realizados foi 30% superior em relação a 2008. Somente no hospital Pérola Byington são cerca de 3 mil mamografias mensais. Para agendar o exame é necessário um encaminhamento do médico especialista.
04/07/2011 - Agência Estado

Começa a campanha McDia Feliz 2011 para transformar sanduíches Big Mac em sorrisos

JAÚ - Todos os anos, o último sábado do mês de agosto é dia de transformar Big Mac em sorrisos. É o McDia Feliz, maior campanha em prol de crianças e adolescentes com câncer no Brasil. Já se iniciaram as vendas dos tíquetes antecipados de Big Mac que, no dia 27 de agosto, poderão ser trocados pelo sanduíche nos restaurantes McDonald's de todo o país.

Além de despertar a atenção de toda a sociedade e sensibilizá-la para a maior causa de morte por doença entre crianças e jovens de 5 a 19 anos, a campanha coordenada pelo Instituto Ronald McDonald, visa captar recursos e concentrar esforços em projetos locais, regionais e nacionais a fim de contribuir para o aumento dos índices de cura do câncer infanto-juvenil. Em Jaú, São Carlos e Araraquara, o valor será destinado ao Hospital Amaral Carvalho para aquisição de móveis e outras necessidades, que irá hospedar crianças, adolescentes e seus familiares. Os recursos para a construção já foram finalizados com campanhas e auxílio direto do IRM.

Esta será a 23ª edição da campanha que, anualmente, beneficia mais de 30 mil pessoas. Este ano, 74 projetos de 59 instituições de todo o país receberão recursos da campanha. Desde o primeiro McDia Feliz, em 1988, mais de 100 instituições de todo o país já foram apoiadas com a arrecadação de mais de R$ 114 milhões.

"Os recursos obtidos por meio do McDia Feliz têm ajudado a transformar a história da oncologia pediátrica brasileira. Se há 30 anos as chances de uma criança com câncer ser curada eram de 15%, hoje este índice pode chegar a 85%, desde que os pacientes sejam diagnosticados precocemente e tratados adequadamente. Só que ainda há um longo caminho a percorrer e todos nós podemos colaborar e ajudar a devolver o sorriso a milhares de crianças e adolescentes", afirma Francisco Neves, superintendente do Instituto Ronald McDonald.

Ao longo dos últimos 22 anos, os recursos obtidos com o McDia Feliz têm viabilizado a implantação de unidades de internação, ambulatórios, salas de quimioterapia, casas de apoio e unidades de transplante de medula óssea, entre outros projetos em benefício de crianças e adolescentes com câncer.

Como ajudar
Quem quiser contribuir com a luta contra o câncer infantojuvenil já pode comprar os tíquetes antecipados de Big Mac no valor de R$ 9,75 cada. Em Jaú os tíquetes estarão à venda na Entidade Anna Marcelina de Carvalho (Rua Paulino Maciel, 296, Chácara Braz Miraglia) ou com as voluntárias. Mais informações pelo telefone (14) 3602-1224. Em Araraquara os tíquetes e produtos podem ser adquiridos na Lacca (Liga Araraquarense de Combate ao Câncer).

Além disso, todos os anos o Amaral Carvalho confecciona materiais de campanha que ajudam a dar um "plus" nas vendas dos sanduíches. Neste ano, estarão à venda camisetas, canecas, bonés e io-iôs. No entanto, a ajuda de empresários e da comunidade é essencial para a elaboração dos produtos. "Toda a renda será utilizada na Casa de Apoio. Por isso, contamos com esses parceiros. É um meio de divulgar essas empresas e ligar a imagem delas a uma causa tão nobre e importante", diz Vanessa de Moraes, coordenadora de Assistência Social do Amaral Carvalho e responsável pela Campanha McDia Feliz em Jaú - Araraquara e São Carlos. Interessados em fazer parte da luta contra o câncer infantil podem entrar em contato pelo telefones (14) 3621-3064 ou 3624-6592.

Trocando Big Mac por sorrisos
A campanha McDia Feliz é um sucesso graças à participação fundamental de funcionários, franqueados e fornecedores, além da mobilização de cerca de 30 mil voluntários que incentivam a sociedade a abraçar a causa da luta contra o câncer infantojuvenil.

O McDia Feliz é o dia de maior movimento no ano nos restaurantes McDonald's. Em 2010, apenas no dia 28 de agosto, foram vendidos mais de 1,4 milhão de sanduíches Big Mac em todo o país, o que contribuiu para a arrecadação recorde de R$ 13 milhões.
03/07/2011 - Bruna Oliveira para Segs

Estado assume por mais três meses repasse ao Hospital Evangélico

Instituição associada à Abifcc LONDRINA - A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) prorrogou por mais três meses o repasse ao Hospital Evangélico para pagamento de plantonistas de urgência e emergência. O acordo foi assinado nesta quarta-feira (29) para atender emergencialmente o sistema de plantões de sobreaviso da cidade, que teve os pagamentos suspensos pela prefeitura municipal.

Para assinatura do convênio estavam presentes a chefe de gabinete da Sesa, a enfermeira londrinense Maria Goretti David Lopes, o interventor do Hospital Evangélico, Luiz Soares Koury, e o diretor de Unidades Próprias da Sesa, Charles London.

No dia 1º de junho, a prefeitura de Londrina suspendeu os recursos do sistema de urgência e emergência dos hospitais filantrópicos, como Hospital Evangélico e Santa Casa. O município alegou falta de recursos orçamentários, fato que causou grande revolta entre população, alguns vereadores e a diretoria administrativa de ambos hospitais.

O novo convênio com o Estado tem duração de três meses, visto que tem caráter emergencial e de que a atribuição de manutenção dos plantões é prerrogativa do município, divulgou a assessoria de imprensa da SESA. O Hospital Evangélico vai receber R$ 957 mil, em três parcelas, sendo as duas primeiras de R$ 378.500,00 e a terceira de R$ 200 mil.

A assessoria de imprensa da SESA também informou que a ampliação do convênio é mais uma medida que a secretaria da Saúde assume para auxiliar o município na solução da crise estabelecida na cidade em razão do encerramento do contrato com os dois convênios que prestavam serviços de saúde na cidade e que estão sob investigação do GAECO.

Os institutos Gálatas e Atlântico que gerenciavam serviços como Programa Saúde da Família e Samu funcionavam como organizações criminosas de desvio de dinheiro público, como mostrou uma investigação do Gaeco.

O município ainda não divulgou se pretende reassumir os repasses. Na última vez que foi questionado sobre o assunto, o prefeito Barbosa Neto disse que não é uma obrigação da prefeitura.
01/07/2011 - Pauline Almeida para ODiario.com

MP pede informações de órgão regulador sobre campanha do Hospital de Barretos

Instituição associada à Abifcc RONDÔNIA - O Ministério Público de Rondônia, por meio da Promotoria de Justiça da Saúde, expediu pedido de informações ao Instituto Nacional do Câncer (INCA) sobre a campanha de recrutamento de doadores voluntários para o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea, que seria realizada em Rondônia pelo Hospital do Câncer. De acordo com norma federal, o INCA é o único órgão que tem competência para autorizar a realização dessas atividades no Brasil. Como a anuência do Instituto ainda não foi esclarecida, o MP recomendou à Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Rondônia (Fhemeron) que não autorize o Hospital do Câncer de Barretos a realizar qualquer campanha no Estado, sem tal autorização.

A medida adotada pelo Promotor de Justiça Hildon de Lima Chaves tem como base a Portaria nº 2.600, que estabelece ser competência do INCA determinar, tecnicamente, a necessidade de campanhas de recrutamento de doadores voluntários para o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). Ao expedir a recomendação, o Promotor de Justiça destaca terem sido realizadas campanhas no interior do Estado, em 2010, e nos municípios de Guajará-Mirim e Nova Mamoré, há aproximadamente 60 dias.

Em pedido de informações expedido ao Inca, o integrante do Ministério Público busca esclarecer se o Instituto autorizou campanha para doações voluntárias para o Redome em 2011 e, em caso positivo, qual a quantidade de amostras autorizadas. O MP também questiona se o INCA autorizou a realização de alguma campanha em Rondônia nos dois últimos anos e se nesse período o Hospital do Câncer de Barretos enviou ao Instituto amostras de campanhas realizadas no Estado.
01/07/2011 - Rondoniaovivo

Frente aprova moção por mais recursos para a Saúde

SÃO PAULO - Em sua primeira reunião ordinária, a Frente Parlamentar das Santas Casas, coordenada pelo deputado Itamar Borges (PMDB), aprovou nesta terça-feira, 28/6, moção que apela à Câmara dos Deputados para que avance a regulamentação da Emenda Constitucional 29, que destina à saúde percentuais fixos de recursos.

A primeira assinatura foi do deputado Barros Munhoz, presidente da Assembleia Legislativa. "Essa frente parlamentar abraça uma das causas mais importantes. Temos que fazer um gigantesco movimento em favor da saúde, para dizer que a tabela do SUS é uma aberração", afirmou Munhoz.

O coordenador da frente destacou a necessidade de estreitar relações com a frente federal do mesmo setor, com as entidades e os municípios, em busca de recursos para acabar com as dificuldades financeiras das santas casas e hospitais filantrópicos. "O envolvimento dos prefeitos é fundamental. Os objetivos da frente são, entre outros, propor projetos e viabilizar o custeio dessas entidades", disse Borges.

Presidente da Frente Parlamentar de Apoio às Santas Casas na Câmara Federal, o deputado Antônio Brito (PTB/BA) trouxe ao debate tópicos que estão na pauta do órgão. "Vai haver pressão contrária à aprovação da regulamentação da Emenda 29, mas temos que estar juntos para combatê-la", afirmou.

Ele abordou ainda a necessidade de reajuste do valor do Incentivo à Contratualização (IAC), cuja defasagem desde 2007 até hoje chegaria à soma de R$ 900 milhões, as dificuldades de financiamento para hospitais filantrópicos (com altas taxas e exigência de aval pessoal de dirigentes) e a legislação que pode fazer as santas casas perderem a condição de filantrópicas.

Também membro da frente parlamentar em Brasília, Eleuses Paiva (DEM/SP) destacou que os municípios já cumprem a determinação da Emenda 29, de destinar 15% de recursos para a saúde, enquanto alguns estados não têm observado seu percentual (12%). "Mas o governo federal está contribuindo pouco e, de acordo com a regulamentação, vai continuar contribuindo pouco", afirmou.

"A situação das santas casas é precária mesmo em estados como São Paulo, onde há apoio do governo estadual, mas complica-se ainda mais em outros estados", avaliou José Reinaldo Nogueira de Oliveira Júnior, presidente da Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas. "Precisamos de uma lei que garanta financiamento permanente às santas casas, sem depender do humor dos governantes de plantão", completou o presidente da Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo, Edson Rogatti.

O evento contou ainda com a participação de membros de santas casas e hospitais filantrópicos de todo o Estado, de prefeitos e vereadores, de representantes do governo estadual e do Ministério da Saúde e dos deputados estaduais Vitor Sapienza (PPS), Ulysses Tassinari (PV), Welson Gasparini (PSDB), Carlão Pignatari (PSDB) e Jooji Hato (PMDB).
30/06/2011 - Assessoria de Imprensa

ABIFICC em audiência com a Presidenta Dilma

Presidenta Dilma e o dr. Aristides Maltez Filho

BRASÍLIA - Em companhia de Marcos Moraes, Presidente da Fundação do Câncer do Rio de Janeiro e de Paulo Hoff, Superintendente do Instituto do Câncer de São Paulo, esteve Aristides Maltez Filho, Presidente da Associação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Combate ao Câncer e da Liga Bahiana Contra o Câncer, em audiência concedida pela Presidenta da República Dilma Rousseff, em 20 de junho, último, no Palácio do Planalto, em Brasília.

Audiência em Brasília

Na oportunidade, foi amplamente exposto a Presidenta Dilma Rousseff e do Ministro da Saúde Alexandre Padilha o projeto de incentivo fiscal, no sentido de abatimento do imposto de renda das pessoas jurídicas que financiam projetos pré-aprovados pelo Instituto Nacional do Câncer, nas instituições filantrópicas de combate ao câncer do Brasil.

Audiência em Brasília

Mostrou-se a Presidenta Dilma Rousseff bastante impressionada com o projeto, assim como o Ministro Alexandre Padilha, tendo assumido o compromisso de pronto encaminhamento aos setores competentes da República, visando agilização na tramitação e possível concretização. Foi sido sugerido o projeto levar o nome do ex-Vice Presidente José Alencar.
28/06/2011 - Diretoria ABIFCC

Diretor do Hospital do Câncer de Barretos concede entrevista na ALE

Instituição associada à Abifcc RONDÔNIA - O diretor geral da Fundação Pio XII, Henrique Prata, disse na manhã desta segunda-feira (27) durante entrevista coletiva concedida na Assembleia Legislativa, que deverão ser investidos em Rondônia gradativamente R$ 100 milhões na instalação de uma estrutura para tratamento de pacientes com câncer. A fundação é mais conhecida como Hospital de Câncer de Barretos.

Antes da coletiva ele esteve com o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Valter Araújo (PTB) visitando o Hospital de Base de Porto Velho, onde está sendo construída uma ala onde o Hospital do Câncer funcionará inicialmente. Segundo o diretor geral do HB, Jean Negreiros, em no máximo 90 dias a obra estará concluída.

Henrique Prata disse que agora o setor de oncologia está sendo modificado. "O que existia não era apropriado para abrigar seres humanos. Esse quadro está sendo totalmente modificado e os pacientes de Rondônia terão acesso a exames como a citologia líquida, que tem 99% de acerto no exame Papanicolau, realizado para detectar câncer no colo do útero", destacou.

Ele lembrou que o paciente de Rondônia terá acesso à mesma tecnologia utilizada em Barretos. "Fazer exame por fazer é quase um crime", afirmou, explicando que o Hospital do Câncer providenciará carretas para coleta de material para exames na periferia das cidades de Rondônia.

"Vamos fazer mamografia, Papanicolau e exame de próstata. Sabemos que muitos homens simples têm medo que a esposa vá a um hospital, porque ficam imaginando que serão atendidas por outros homens. Na carreta, elas serão recebidas por outras mulheres, que farão os procedimentos para realização do exame", detalhou Henrique Prata.

O diretor geral da Fundação Pio XII lembrou que o Hospital do Câncer de Barretos terá instalações em Porto Velho e em Ji-Paraná. Ele afirmou que os investimentos serão gradativos. "Somente com uma carreta devem ser gastos R$ 10 milhões. Precisaremos fazer triagens para avaliar quem pode ser tratado em Rondônia mesmo e quem precisará seguir para Barretos", afirmou.

Paralisação
Em relação às notícias de suspensão de coleta de sangue para o cadastramento de doadores de medula óssea em Rondônia, Henrique Prata disse que a questão está sendo resolvida. Ele falou sobre as reclamações de que o exame poderia ser feito em Rondônia, e não em Barretos, para que dinheiro do SUS pelo procedimento fique no Estado. "Não queremos fazer esses exames em Rondônia para ganhar dinheiro, e sim para atender os pacientes que precisam de transplante de medula", destacou, dizendo que citar valor de exames é algo mesquinho.
27/06/2011 - Nilton Salina para Tudorondonia.com

Região Sul não possui mamógrafo funcionando

RONDONÓPOLIS - No Sul do Estado de Mato Grosso não há nenhum mamógrafo em funcionamento há quase dois meses e o único que oferecia atendimento está em Rondonópolis, é antigo, quebra com constância e foi doado pela iniciativa privada em 2010, segundo informações da coordenadora da Central de Regulação do Sul do Estado, Rosângela de Souza. Um outro aparelho adquirido para a Clínica da Mulher ainda não foi instalado e informações extra-oficiais dão conta de que também se trata de um equipamento antigo, que poderá até mesmo comprometer a qualidade das imagens do exame. Uma recente pesquisa divulgada pelo Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde (Denasus) revela que Mato Grosso possui 24 aparelhos de mamografia, dos quais 21 estão em uso, no entanto, no Sul do Estado o único adquirido pelo poder público (da Clínica da Mulher) está desativado.

No Brasil são 1.541 mamógrafos, dos quais 85% estão em funcionamento. No Centro-Oeste, são 121 equipamentos, com 97 em uso. O preconizado pelas organizações de saúde é um mamógrafo para 240 mil habitantes, sendo assim, o Sul do Estado sai perdendo novamente no quesito investimento em Saúde na área de exames preventivos ao câncer de mama, que é classificado entre os que mais matam mulheres no país. As consequências disso são: mais mulheres falecendo vítimas de câncer e a elevação do número de pacientes na fila de espera por exame, ultrapassando três mil mulheres na Regional, das quais 1,7 mil residem em Rondonópolis.

A pesquisa mostra ainda que 91% das brasileiras avaliam os exames como bons ou muito bons, o que não difere em Mato Grosso e a maioria de suas cidades. "O nosso problema não é a qualidade dos exames e sim a quantidade que é baixa. O aparelho do Hospital Regional sempre tem problema. Ele funciona, em média, um mês e fica estragado dois meses", descreveu Rosângela. Segundo ela, a regulação desses exames está sendo feita para Cuiabá, mas como a Capital distribui poucas vagas para todo o Estado, o tempo de espera é grande. "A média de autorização dos exames é muito baixa. Hoje não temos alternativa para a Região".

É importante ressaltar que Rondonópolis não compõe mais o Consórcio de Saúde, por isso o município busca alternativa para atender os pacientes de sua rede. Sendo assim, a Secretaria Municipal de Saúde terceirizou o serviço junto a uma clínica local, o que aumenta o custo para o poder público, comparado a realização de exames por um equipamento próprio. Mesmo adotando essa alternativa, o número de exames contratados é pouco diante das prescrições médicas de mamografia. O médico mastologista da Clínica de Oncologia da Santa Casa, Renato Menegaz, disse que a fila de espera cresce a cada dia. "A falta de mamógrafos do SUS é preocupante. Se peço hoje um exame de mama terei o retorno dessa paciente somente daqui a um ou dois anos. Demora muito", disse o mastologista. "Esse longo tempo é o suficiente para um caso inicial de câncer de mama evoluir para um caso grave", lamentou ele.

Para Menegaz, o Estado deve despertar a consciência para a realização de mutirões de busca ativa de câncer de mama por meio de ações planejadas junto aos PSFs nos bairros. "Hoje atendemos quem procura um médico porque já suspeita da doença, quem apresenta um nódulo ou aquelas mulheres que se preocupam e fazem o exame anualmente. Ocorre que o exame anual não fica pronto com rapidez. O Estado tem que investir nos programas de prevenção de câncer de mama, identificando os casos precocemente, pois assim reduz os gastos com tratamento e internação das pacientes", alertou ele.

Outro lado
A diretora geral do Hospital Regional de Rondonópolis, Rosana Zucato, explicou que a unidade não é referência em exames de mamografia, sendo que passou a realizar os exames em outubro de 2010 após ganhar da iniciativa privada o aparelho. "Ganhamos o mamógrafo e como tínhamos espaço e recursos humanos, não havia motivo para não realizar no Regional os exames. Somos parceiros sempre que possível, mesmo quando não é nossa referência".

O secretário Municipal de Saúde, Valdecir Feltrin, também foi procurado, mas o celular encontrava-se desligado.
25/06/2011 - Naíla Albuquerque, Especial para A Tribuna

Vereador de Porto Velho barra campanha do Hospital do Câncer de Barretos

Instituição associada à Abifcc PORTO VELHO - O vereador Sid Orleans (PT) conseguiu, após uma maratona de visitas aos secretários de saúde e presidência da FHEMERON e declarações iniciadas no início do mês de maio quanto à campanha de medula óssea que seria deflagrada em Porto Velho por parte do Hospital de Câncer de Barretos, fazer com que os recursos não mais sejam destinados à entidades de fora do Estado e permaneçam aqui mesmo em Rondônia.

Entenda o caso: Na manhã do dia 10 de maio deste ano, o Hospital do Câncer de Barretos (SP) lançou, no auditório da Assembléia Legislativa de Rondônia, a 1ª Campanha de Doares de Medula Òssea da Capital. Na ocasião, o Hospital do Câncer de Barretos foi representado pela Coordenadora do Departamento de Capacitação de Doadores e Prevenção, Naima Khatib, e estiveram presentes médicos e demais representantes de entidades da área da saúde, além de membros do legislativo estadual. Segundo apresentado pela Coordenadora do Hospital de Barretos, em campanhas anteriores, Rondônia já havia cadastrado cerca de 80 mil pessoas no banco de doadores através de coleta de sangue para o exame de histocompatibilidade.

Ao tomar conhecimento do lançamento da campanha, o vereador Sid Orleans se mostrou indignado e procurou as autoridades de saúde do Estado e do município de Porto Velho para questionar os motivos pelos quais um hospital de outra localidade estaria lançando campanha em Rondônia, recebendo recurso pelo trabalho desenvolvido, "se em Porto Velho existem laboratórios capacitados e com portaria do Ministério da Saúde para a realização de tais atividades. O Ministério da Saúde repassa R$ 376,00 (trezentos e setenta e seis reais) pela realização do exame de histocompatibilidade e R$ 27,00 (vinte e sete reais) pelo trabalho de coleta de sangue. Se em 2010 cerca de 80 mil pessoas já fizeram a coleta em Rondônia, então o Hospital de Barretos levou com o nosso sangue mais de 30 milhões de reais, recurso este que poderia estar em Rondônia gerando emprego, renda e desenvolvendo ainda mais a saúde do nosso Estado".

Recentemente Sid Orleans recebeu a notícia de que a campanha estaria sendo iniciada em meados de julho. No panfleto demonstrativo do hospital constavam até supermercados, praças de alimentação, igrejas e dezenas de outros locais como postos de coletas. Descobriu através de alunos da Faculdade São Lucas que acadêmicos de cursos da área de saúde estariam sendo capacitados para trabalharem na coleta de sangue. "Estão brincando com a saúde e desconsiderando o que estabelece a vigilância sanitária do estado e a própria Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que não se deve efetuar coleta de sangue em locais inadequados e o próprio Ministério da Saúde proíbe que pessoas sem formação específica desenvolvam atividades desse tipo. Estão mexendo com vidas, isso deve ser levado a sério", afirmou Orleans.

O vereador também teve acesso à quantidade de exames de Rondônia que foram cadastrados no banco de dados do INCA pelo Hospital do Câncer de Barretos. Foram mais de 34 mil exames, "gerando uma renda para eles de aproximadamente 13 milhões de reais no ano de 2010. Eu e as demais pessoas que foram 'furadas' e doamos sangue e queremos saber o que eles fizeram com as 46 mil amostras que faltam registro; a gente precisa dar retorno a essas pessoas", enfatiza Orleans.

E acrescenta: "Chegar em nosso estado se fazendo de bonzinho, dizendo que quer encontrar gente compatível para salvar vidas de crianças que sofrem de câncer, ignorar e desrespeitar o executivo do estado de Rondônia, fazer lambança coletando sangue em qualquer lugar, ir embora com o nosso sangue e levar às nossas custas nesta brincadeira mais de 13 milhões de reais é verdadeiramente um absurdo", desabafou o vereador.

Após todo o ocorrido e diversas manifestações e denúncias públicas por parte do Vereador, o Ministério Publico de Rondônia, através do Promotor de Justiça Hildon de Lima Chaves, da Curadoria de Saúde, reuniu-se na manhã desta quarta-feira com representantes da SESAU, FHEMERON, Hospital do Câncer de Barretos e dos laboratórios de Porto Velho credenciados para a realização do exame de histocompatibilidade e decidiu pelo cancelamento da campanha do Hospital do Câncer, entendendo que a FHEMERON (órgão estadual responsável pela coleta de sangue) deverá lançar e coordenar a campanha em Rondônia e os laboratórios locais deverão cumprir com seu papel de órgão credenciado para a realização do exame de histocompatibilidade, fazendo com que o recurso que iriam para São Paulo permaneçam em Rondônia.

Ao tomar conhecimento da decisão, Sid Orleans agradeceu as autoridades "que se empenharam para não permitir que o recurso da saúde de Rondônia mais uma vez fosse para outros Estados e se comprometeu em continuar fiscalizando e cumprindo com seu papel de vereador na cidade de Porto Velho".
24/06/2011 - Assessoria de Imprensa para Tudorondonia.com

Estudo mostra que mamógrafos têm pouco uso em hospitais brasileiros

FLORIANÓPOLIS - A mamografia é a melhor forma de prevenir o câncer de mama. O câncer de mama é o tipo de câncer que mais mata mulheres no Brasil. Todo ano surgem 49 mil novos casos da doença.

Por ano o SUS deixa de atender 800 mil pedidos de mamografia, mesmo com 1.285 mamógrafos funcionando no país. Um estudo divulgado hoje pelo Ministério da Saúde revelou que o país tem mamógrafos suficientes, mas de cada sete equipamentos, um está sem uso.

Pela avaliação do Instituto Nacional do Câncer, 795 equipamentos seriam suficientes para atender as mulheres de 50 a 69 anos, que precisam fazer o exame a cada dois anos.

De Norte a Sul há muitas dificuldades. Em Porto Velho, por exemplo, alguns pacientes esperam pelo exame desde abril. No Rio Grande do Sul, há mulheres que precisam viajar mais de cem quilômetros. A demora para marcar pode chegar a dois meses.

A auditoria descobriu que os equipamentos estão concentrados nas grandes cidades, e principalmente, na região Sudeste. Mais de 200 mamógrafos estão parados, quebrados por falta de manutenção, sem pessoal para operar, e 27 nem saíram da caixa.

Os dois estados com maior número de mamógrafos parados são Minas Gerais (36) e Bahia (24). Os únicos em que todos os equipamentos estão funcionando são Roraima e Santa Catarina.

O Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, diz que o governo vai investir mais de R$ 170 milhões para aumentar o número de mamografias e prometeu resolver o problema dos equipamentos parados.

"Vamos fazer um grande esforço com os estados e municípios para dobrar o número de técnicos em mamografia. Existem poucas empresas que fazem a parte de manutenção, por isso, o Ministério vai chamar as empresas e insistir para que elas coloquem núcleos de assistência técnica onde ainda não há no Brasil", afirma Padilha.

Os médicos lembram que mais de 95% dos casos de câncer de mama detectados cedo tem cura. "O auto-exame deve continuar sendo feito, mas ele não substitui a mamografia, que é o exame ideal para detectar a doença", explica João Nunes Neto, médico e diretor do Centro de Câncer da UNB.
22/06/2011 - Jornalfloripa.com

Alckmin recebe no Palácio dos Bandeirantes o Deputado Itamar Borges

SÃO PAULO - O governador Geraldo Alckmin recebeu em seu gabinete no Palácio dos Bandeirantes, Itamar Borges (PMDB).

Durante a audiência, o deputado apresentou suas ações na Assembleia Legislativa e pediu apoio para as cidades da região. Itamar Borges que é presidente da Comissão de Atividades Econômicas e coordenador da Frente Parlamentar do Empreendedorismo informou e pediu apoio para os trabalhos que serão desenvolvidos para fomentar ações empreendedoras no Estado.

O parlamentar é também coordenador da Frente Parlamentar das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos na Assembleia Legislativa. No encontro, reiterou o pedido de atenção especial do Governo em prol dessas entidades que passam por sérias dificuldades.

Itamar solicitou também a criação do chamado “bolsão fiscal” para as cidades atingidas pela guerra fiscal até que o assunto seja equacionado. "Essa disputa entre cidades e estados para ver quem oferece melhores condições para as empresas se instalarem em seus territórios faz com que os municípios paulistas percam empresas e empregos para outros Estados da Federação. É preciso acabar com essa prática" justificou.

Com relação às estâncias turísticas, o deputado falou sobre a necessidade de se criar um mecanismo para que outros municípios paulistas com notável potencial turístico sejam elevados à condição de estância sem prejudicar o repasse orçamentário destinado às 67 cidades estâncias existentes hoje no Estado.
21/06/2011 - Assessoria de Imprensa

Secretaria de Saúde reduz recursos para entidades filantrópicas em Londrina

LONDRINA - A Secretaria Municipal de Saúde de Londrina diminuiu o repasse de recursos municipais para as nove entidades filantópicas de Londrina, entre elas a Associação de Pais e Amigos dos Exepcionais (Apae). A administração municipal, que também gere os R$ 180 mil do Sistma Único de Saúde (SUS) destinados às instituições, alega problemas no setor financeiro da Prefeitura de Londrina.

De R$ 120 mil, o recurso municipal passou para apenas R$ 20 mil. A medida já começou a afetar os salários dos funcionários e pode trazer transtornos para crianças e adolescentes atendidos.

De acordo com a presidente do Sindicato dos Empregados em Entidades de Londrina (Senalba), Andra Basseto, algumas instituições reduziram o salário dos profissionais. "Uma redução salarial e de carga horária para ser legal tem que ter um piso máximo de 25%. Mas eles (entidades) estão exigindo 40% de redução. Isso não é legal", afirmou.

O sindicato entrou com um pedido no Ministério Público (MP) do Trabalho para cobrar fiscalização das entidades, principalmente para saber se o repasse do SUS é suficiente para o pagamento dos profissionais. Ela declarou que o dinheiro do SUS pode estar sendo utilizado também com outras funções para o qual não foi destinado.

O diretor executivo da Secretaria Municipal da Saúde, Márcio Nishida, alegou que a verba do Ministério da Saúde continuará a mesma, mas que devido as dificuldades financeiras que o município enfrenta, a decisão foi de reduzir o repasse. Ele informou que o dinheiro da saúde está sendo administrado para outros serviços da saúde, como no caso do Programa Saúde da Família (PSF), que passa por processo de municipalização.

Plantões à distância
A dificuldade financeira na Prefeitura de Londrina fez com que o prefeito Barbosa Neto (PDT) anunciasse no início do mês o cancelamento do repasse de recursos financeiros aos hospitais filantrópicos de Londrina.

O Estado interviu e para remediar a situação, anunciou o repasse de R$ 200 mil por mês, num período de 90 dias, para a Irmandade Santa Casa de Londrina (Iscal) e do Hospital Evangélico (HE). Os valores serão pagos para a manutenção dos plantões médicos de urgência e emergência à distância.
19/06/2011 - Rádio CBN Londrina

Santas Casas é principal tema de encontro com secretário da Saúde

SÃO PAULO - A Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa recebeu nesta terça-feira, 07/06, a presença do Secretário de Estado da Saúde, Giovanni Guido Cerri.

Ao ser questionado sobre as ações na área da saúde, o secretário disse que "esse é o grande desafio do nosso Estado e do nosso país". Giovanni anunciou que o Governo do Estado pretende encaminhar à Assembleia no segundo semestre desse ano projeto de reestruturação de cargos e carreiras na área da saúde e falou dos programas daquela pasta para redução da gravidez na adolescência, para recuperação de jovens dependentes de álcool e drogas, entre outros.

O deputado Itamar Borges que é membro efetivo da Comissão participou da reunião e cumprimentou o Secretário pela política de regionalização adotada por aquela pasta.

O parlamentar lembrou Giovanni Guido Cerri sobre a sua atuação como coordenador da Frente Parlamentar das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos e falou da parceria que pretende estabelecer entre a Secretaria e a Frente para debater as questões e propor ações em prol daquelas entidades juntamente com seus pares na Assembleia Legislativa.

Itamar pediu atenção especial e agilidade nas respostas e andamento do Secretário para as Santas Casas que passam por uma situação muito delicada e se tornaram um caso de urgência. Ao final, reiterou o convite ao secretário para participar da primeira reunião ordinária da Frente que acontecerá no próximo dia 28/06, às 10h00, no auditório Franco Montoro da Assembleia Legislativa.
12/06/2011 - Assessoria de Imprensa para RegiãoNoroeste.com

Alegria e emoção marcam inauguração da humanização do Hospital de Câncer

Instituição associada à Abifcc CUIABÁ - Um misto de alegria e emoção conduziu a cerimônia de inauguração da humanização da ala pediátrica do Hospital de Câncer de Mato Grosso, realizada hoje (08) de manhã. Após quatro meses de intensa dedicação, as crianças em tratamento de câncer podem usufruir de 17 ambientes mais aconchegantes e divertidos, graças ao Projeto Casa da Criança, aos 33 arquitetos, designers e paisagistas, além do apoio de patrocinadores locais e nacionais.

Segundo uma das franqueadas do Projeto Casa da Criança em Mato Grosso, Emili Ayoub Giglio, além de beneficiar as crianças, a iniciativa propaga o bem. "É uma alegria muito grande entregarmos esse trabalho tão bonito que, desde o início, me mostrou a importância de arregaçar as mangas e poder partilhar desta emoção ao ver o resultado. É muito mais que um trabalho voluntário, é uma entrega", ressaltou.

Presente em 16 Estados, o Projeto Casa da Criança está em sua terceira ação em Cuiabá e a 34ª no Brasil. O Abrigo Bom Jesus foi a primeira instituição atendida em Mato Grosso, em 2003 e, em 2006, foi a vez da enfermaria do Hospital de Câncer. Esta segunda fase, já no ambulatório, foi lançada no dia 22 de fevereiro. “Cada um participa com o que faz de melhor, doando seu tempo e seu talento, por isso é um projeto mágico”, frisou a presidente do Projeto Casa da Criança, Patrícia Chalaça.

O Hospital de Câncer tem um fluxo grande de atendimentos. Cerca de 57% deles são de pacientes do interior de Mato Grosso e outros Estados. Para o presidente da Associação Mato-grossense de Combate ao Câncer (AACC-MT), João Castilho Moreno, a iniciativa vai influenciar positivamente nos tratamentos. "Este, sem dúvida nenhuma, é um dia muito especial, porque são ambientes lúdicos que transmitem carinho e aconchego para amenizar o sofrimento causa por esta doença".

Além de Emili Giglio, a franquia do Projeto Casa da Criança em Cuiabá é composta por Vagner Giglio, Michel Daud Ayoub, Alan Ayoub Malouf, Leila Ayoub Malouf e Neili Bumlai Ayoub Grunwald. "Fazer um ato de amor é muito bom para quem promove e para quem recebe, melhor ainda é quando fazemos junto com a nossa família", destacou Vagner Giglio, que também agradeceu aos profissionais envolvidos na elaboração dos ambientes.

Humanização que faz a diferença - Na avaliação de Waldir Pereira, que acompanha o filho João Gabriel (cinco anos) no tratamento de câncer desde janeiro deste ano, a humanização do local faz a diferença. "Acredito que fica mais fácil, porque as crianças se alegram, se divertem mais e esquecem um pouco a doença, além de ajudar na recuperação", analisou.

A inspiração veio das próprias crianças. "Procuramos transmitir a alegria que é inerente à infância para fugir desse sentimento de dor e angústia", afirmou o arquiteto Rodrygo Esteves que, junto com Camila Maluf, assinou a Circulação e o Posto de Enfermagem da ala pediátrica. "Tudo foi pensado para que tanto as crianças como os acompanhantes tenham pensamentos bons e abstraiam o problema que enfrentam no cotidiano", explicou o arquiteto Jhonny Rother, responsável pela sala de Enfermagem.

Parceiros - A ação do Projeto Casa da Criança ocorre graças ao apoio dos parceiros master, Cimento Nassau e Instituto Ronald McDonald, e às empresas patrocinadoras nacionais, que doam o material necessário para a obra. São elas: Cerâmica Eliane, Fabrimar, Araforros, Siemens, Florense, Amanco, Celite, Sicmol, Da Fonte Advogados, Esmaltec e Brasilit; além dos colaboradores BM&F e Pizza Hut - CE/PB. O Projeto conta, até o momento, com os seguintes patrocinadores locais: Emily Atual, Buffet Leila Malouf, Pau e Prosa Comunicação e Mercatto Comunicação Total. Para saber mais sobre a iniciativa, acesse o site www.projetocasadacrianca.com.br.
08/06/2011 - Redação de O Documento de Cuiabá

Crise na Santa Casa será tema de debate na sexta-feira

CAMPO GRANDE - Com o objetivo de promover o debate a respeito das dificuldades enfrentadas pelo maior hospital de Mato Grosso do Sul e ao mesmo tempo buscar o fim da intervenção judicial que já dura seis anos, a Associação Beneficente de Campo Grande promove nesta sexta-feira (10.06) o seminário "Santa Casa: crise e soluções". O evento terá início ás 08h30 e é promovido em parceria com a Comissão Especial para a Santa Casa, da Câmara Municipal da Capital.

De acordo com Wilson Teslenco, presidente da Santa Casa, a necessidade de se buscar uma alternativa que evite o fechamento do maior hospital do Estado não provoca dúvida em mais ninguém. “Todos sabem que a intervenção fracassou e que a situação da Santa Casa piorou muito nesses últimos seis anos”, destacou.

E é justamente para buscar saídas para a crise que a ABCG irá realizar o seminário. "Estamos convidando as autoridades, segmentos civis organizados e toda a população para participar deste debate, que é de interesse de todos", disse Teslenco.

Programação
De acordo com programação o evento será realizado no plenário da Câmara Municipal de Campo Grande no dia 10 de junho, próxima sexta-feira, a partir das 8h30. O deputado federal Darcísio Perondi (PMDB/RS), presidente da Frente Parlamentar da Saúde da Câmara dos Deputados irá discorrer sobre o tema “A saúde pública no País”.

"A questão das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos em MS" será o tema abordado pelo também deputado federal Geraldo Resende (PMDB/MS), membro da Frente Parlamentar da Saúde. Na seqüência, o presidente da Comissão Especial para a Santa Casa, vereador Loester Nunes (PDT/MS), discorrerá sobre o tema “A Comissão Especial de Saúde da Câmara Municipal e a Santa Casa”.

No período da tarde serão apresentados os painéis "Insucesso das intervenções: o caso de Foz do Iguaçu-PR" e “Conclusões e Perspectivas para a retomada da Santa Casa de Campo Grande”, sob a responsabilidade do presidente da ABCG, Wilson Teslenco.
07/06/2011 - MS Notícias

Inauguração da humanização do Hospital de Câncer ocorre nesta quarta-feira

Instituição associada à Abifcc CUIABÁ - A ala pediátrica do Hospital de Câncer de Mato Grosso ganhou ambientes mais confortáveis, divertidos e aconchegantes, graças ao Projeto Casa da Criança. Todas essas mudanças poderão ser conferidas nesta quarta-feira (08), às 8h30, na cerimônia de inauguração. Esta fase da iniciativa foi lançada no dia 22 de fevereiro e contou com a instalação de aparelhos de ar condicionado e decoração da ala pediátrica. A obra beneficiará diretamente 112 crianças e jovens, entre zero e 17 anos.

Segundo uma das franqueadas do Projeto Casa da Criança em Mato Grosso, Emili Ayoub Giglio, a concretização do projeto é resultado do empenho da sociedade e dos arquitetos envolvidos. "Contamos com profissionais empenhados e dedicados a esta ação louvável", destacou.

Além disso, o trabalho foi viabilizado por doações de mobiliários, macas, camas, dentre outros itens necessários ao atendimento às crianças em tratamento de câncer. Presente em 16 Estados, o Projeto Casa da Criança está em sua terceira ação em Cuiabá e a 34ª no Brasil. O Abrigo Bom Jesus foi a primeira instituição atendida em Mato Grosso, em 2003.

Parceiros – A ação do Projeto Casa da Criança ocorre graças ao apoio dos parceiros master, Cimento Nassau e Instituto Ronald McDonald, na área de saúde, e às empresas patrocinadoras nacionais, que doam o material necessário para a obra. São elas: Cerâmica Eliane, Fabrimar, Araforros, Siemens, Florense, Amanco, Celite, Sicmol, Da Fonte Advogados, Esmaltec e Brasilit; além dos colaboradores BM&F e Pizza Hut - CE/PB. O Projeto conta, até o momento, com os seguintes patrocinadores locais: Emily Atual, Buffet Leila Malouf, Pau e Prosa Comunicação e Mercatto Comunicação Total.

Localização – O Hospital de Câncer de Mato Grosso está localizado na Avenida Historiador Rubens de Mendonça, nº 5.500, bairro Morada da Serra, em Cuiabá. Para saber mais sobre a iniciativa, acesse o site www.projetocasadacrianca.org.br.
06/06/2011 - Redação de O Documento de Cuiabá

Prefeitura cancela repasse de recursos a hospitais filantrópicos de Londrina

LONDRINA - Os vereadores de Londrina comunicaram oficialmente no final da sessão ordinária da Câmara Municipal desta quinta-feira (2), ofício da Irmandade Santa Casa de Londrina (Iscal) e do Hospital Evangélico (HE) informando que o prefeito Barbosa Neto determinou à Secretaria Municipal de Saúde, a suspensão do repasse de recursos financeiros aos hospitais filantrópicos de Londrina.

De acordo com o comunicado, lido pelos vereadores durante a sessão, a determinação foi dada no dia 11 de maio, através de ofício encaminhado à secretária. A alegação é que não há dotação orçamentária suficiente para este serviço.

Em ofício datado de 31 de maio, o diretor superintendente da Santa Casa de Londrina, Fahd Haddad, comunicou a Câmara Municipal o comunicado por parte do município sobre a suspensão dos repasses de recursos para os plantões. E neste documento, lembrou que a partir de 1º de junho os repasses foram suspensos para o atendimento de especialidades em Urgência/Emergência nos hospitais filantrópicos.

No entanto, em 11 de maio o prefeito Barbosa Neto encaminhou à secretária de Saúde, Ana Olympia Dornellas, ofício nº 4836/2011-GAB no terceiro ítem que "efetive a suspensão dos valores pagos aos hospitais filantrópicos, a título de incentivo das contratualizações existentes, em virtude de imposssibilidade orçamentária".

A assessoria de imprensa da Santa Casa de Londrina informou que a diretoria da entidade vai se pronunciar oficialmente nesta sexta-feira (3) sobre o assunto. No entanto, adiantou que o governo do Estado já comunicou que vai bancar os serviços do Iscal e do HE por 90 dias. Segundo informações preliminares, serão repassados R$ 200 mil por mês para cada entidade hospitalar nestes três meses.

No Hospital Evangélico, a assessoria de imprensa informou que o hospital ainda não tem um posicionamento oficial sobre essa suspensão. E que a diretoria médica da entidade vai se reunir nesta sexta-feira (3) à noite em assembleia para decidir o que farão a respeito.

Repercussão
O vereador Marcelo Balinati (PP) definiu a medida da administração municipal como um "descuido grave com a população". "Se a prefeitura mantiver a decisão, os hospitais correm o risco de fechar as portas. É uma verdadeira falta de respeito com a saúde em Londrina e com a própria população que precisa do atendimento", avaliou.

O vereador concluiu, ainda, lembrando que em março, quando da decisão do município em conceder subsídio para as empresas de ônibus da cidade, em março, que houve o anúncio por parte do município que recursos não eram problemas. E que agora, a suspensão vem justamente sob a alegação de que não há recursos no orçamento de Londrina para este atendimento.

O diretor executivo da Secretaria Municipal de Saúde, Márcio Nishida, chegou por volta das 18h40 na Câmara Municipal para falar sobre o assunto. Entre os assuntos abordados, a urgência na contratação de uma empresa para assumir o Serviço Móvel de Urgência (Samu).

Em entrevista coletiva à imprensa, Nishida informou que o corte do repasse se dará aos médicos plantonistas à distância, àqueles profissionais que ficam a disposição para prestar atendimento. Ele alega que a prefeitura não possui R$ 565 mil por mês para bancar o serviço. No entanto, ele garantiu que o recurso para o plantão presencial será mantido.

Questionado se a medida afetará ainda mais a crise da saúde em Londrina, Nishida disse que a prefeitura busca angariar recursos para este setor. "Entre parar um serviço à distância e um presencial, como no caso do Samu, nós estamos privilegiando nesse sentido o presencial", disse.

Há duas semanas foi deflagrada pelo Grupo de Atuação e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) a Operação Antissepsia, que investiga suposto desvio de dinheiro da saúde pública, pagamento de propina a agentes municipais e uso de notas frias pelos instituto Gálatas e Atlântico.

Em 2009, os médicos plantonistas à distância da Santa Casa, do Hospital Evangélico (HE) e Infantil em Londrina entraram em greve por conta de um corte semelhante de recursos. À época, a Santa Casa e HE fecharam as portas para atendimento.
02/06/2011 - Alexandre Sanches e Juliana Leite para O Diário de Londrina

Instituto do Câncer é eleito melhor hospital público do Estado de SP

SÃO PAULO - O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) foi apontado como o melhor hospital público do Estado na Pesquisa de Satisfação dos Usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). O levantamento, conhecido como "Provão do SUS", foi parcialmente divulgado ontem pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB).

A reportagem tentou obter o ranking completo dos hospitais, mas, como nos anos anteriores, a Secretaria de Estado da Saúde passou apenas a lista dos primeiros colocados. O relatório com a avaliação dos usuários em relação a itens como tempo de espera para internação, satisfação com o atendimento prestado por médicos e enfermeiros e qualidade das instalações também não foi divulgado.

Responderam à pesquisa 204,4 mil pacientes atendidos entre julho e dezembro de 2010 em 630 hospitais e centros de saúde do Estado. Os usuários receberam formulários e puderam encaminhar suas respostas por carta, internet e telefone. O Icesp obteve nota 9,65. O segundo colocado foi o Hospital Estadual de Américo Brasiliense, com 9,62, e em terceiro está o Hospital de Câncer de Barretos, com 9,60. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
31/05/2011 - Agência Estado

Anvisa libera aplicação de vacina contra HPV em homens

RIO DE JANEIRO - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou a aplicação da vacina contra HPV em homens de 9 a 26 anos. Até então, a vacina estava sendo aplicada apenas em mulheres, como forma de prevenção do câncer de colo de útero, já que o HPV é responsável por cerca de 90% dos casos.

De acordo com a Anvisa, novos estudos comprovaram a eficácia da vacina também em pessoas do sexo masculino. A imunização, entretanto, ainda não está disponível no sistema público de saúde, apenas em clínicas particulares.

O HPV, sigla em inglês para papiloma vírus humano, é transmitido pelo contato genital com a pessoa infectada (incluindo sexo oral) e por via sanguínea, de mãe para filho, na hora do parto. Na maioria das vezes, a infecção é transitória e desaparece sem deixar vestígios.

Dados do Ministério da Saúde indicam que o HPV é uma das doenças sexualmente transmissíveis (DST) mais comuns em todo mundo. Uma em cada cinco mulheres é portadora do vírus. No Brasil, 137 mil novos casos são registrados a cada ano.
30/05/2011 - Agência Brasil

IBCC comemora o Dia Mundial sem Tabaco

Instituição associada à Abifcc SÃO PAULO - A Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu o dia 31 de maio como Dia Mundial sem Tabaco. Segundo a OMS, anualmente o cigarro é responsável pela morte de 4,9 milhões de pessoas no mundo e também a causa de 30 a 40% das mortes por câncer.

Por isso, é inevitável a associação do tabagismo com o câncer, mas muitas vezes a preocupação é voltada apenas para o câncer de pulmão e deixam de ser considerados outros tipos da doença que estão relacionados direta ou indiretamente com o fumo.

Segundo a médica Célia Tosello, chefe de Departamento de Oncologia Clínica do Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC), "além da conhecida correlação entre o hábito de fumar e maior risco de câncer de pulmão, vários outros tipos de câncer estão associados ao tabagismo. Alguns trabalhos da literatura confirmam o maior risco para os tumores de rim, fígado, trato urinário (incluindo bexiga), pleura (mesotelioma), leucemia mielóide, pâncreas, cavidade nasal e seios paranasais, estômago, trato aero-digestivo alto e colo uterino".

O tabagismo também pode estar relacionado ao câncer de mama. Um estudo realizado recentemente pelo Departamento de Comportamento de Saúde do Roswell Park Cancer Institute, nos EUA, comprovou que mulheres que vivem ou trabalham em ambiente sem cigarro têm menor propensão ao desenvolvimento do câncer de mama. Os estados americanos com um número menor de mulheres fumantes apresentaram um índice significativamente menor de morte por câncer de mama.

A médica afirma ainda que "não há confirmação comprobatória, mas existem estudos que sugerem a associação do tabagismo com o risco de câncer de mama e de cólon". Ela faz um alerta: "Devemos considerar que a ação e a agressividade dessas doenças são potencializadas pelo hábito de fumar".

Outro perigoso câncer associado ao tabagismo é o câncer de cabeça e pescoço, onde o cigarro pode aumentar em até 15 vezes as chances do seu desenvolvimento. Uma pesquisa realizada pelo Setor de Oncologia do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), aponta que cerca de 95% dos pacientes com tumores de cabeça e pescoço são fumantes ou têm histórico de tabagismo.

O câncer de cabeça e pescoço corresponde a tumores que surgem em várias áreas da cabeça e regiões do pescoço, como lábios, fossas nasais, boca, garganta, laringe, faringe, nódulos linfáticos, glândulas salivares e glândulas tireóide. O cigarro está associado a 92% dos pacientes homens com câncer de boca e a 67% dos femininos.

Mesmo com esses dados alarmantes, no Brasil 16% da população são fumantes, o que corresponde a um número de 32 milhões de pessoas. No mundo, o número de tabagistas corresponde a 1,1 bilhões de pessoas

Fumante passivo– A atenção deve estar voltada também para o fumo passivo, pois tanto o fumo ativo como o passivo são prejudiciais à saúde e levam ao aumento do risco de desenvolvimento de câncer.

Para o diretor-clínico do IBCC, Marcelo Alvarenga Calil, "combater o tabagismo é uma das principais atitudes para uma melhor qualidade de vida e, principalmente, para diminuir drasticamente as chances de desenvolver um câncer. Apesar de saber que o câncer pode ser causado por diferentes motivos, temos ciência de que o tabaco potencializa as pré-disposições".
27/05/2011 - Portal Fator Brasil

CIPEM entrega R$260 mil para o Hospital de Câncer em Mato Grosso

Instituição associada à Abifcc Na noite de ontem (25), o Centro das indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso – CIPEM e o Fundo de Apoio a Madeira – FAMAD, entregaram o cheque no valor de R$260 mil reais a Fundação Pio XII, mantenedora do Hospital de Câncer de Barretos.

O recurso foi repassado ao hospital de Barretos, que é parceiro do CIPEM, pois a instituição está comprando o mamógrafo e o aparelho de ultrassonografia que será instalado na Ala de Prevenção ao Câncer de Mama do Hospital de Câncer de Mato Grosso.

"O Estado não é capaz, por si só, de resolver os problemas sociais, pois há muitas prioridades, por isso, quero aqui agradecer ao CIPEM e enaltecer que é a primeira entidade a abraçar esta causa dentro de Mato Grosso", destacou em sua fala Henrique Prata, Diretor Geral da Fundação Pio XII. Os aparelhos têm tecnologia de ponta e serão os únicos no sistema de saúde público de Mato Grosso. Estima-se que com eles, 9 entre dez mulheres terão chance de cura nos cânceres de mama.

"Precisamos destas parcerias, assim como qualquer hospital, pois ficar só com recursos do SUS não é possível. Queremos continuar com esta parceria com o CIPEM, pois a única maneira de combater verdadeiramente o câncer é com a ajuda de todas as pessoas que podem colaborar", declarou Dr. João Castilho Moreno, presidente do Hospital de Câncer de Mato Grosso.

João Carlos Baldasso, presidente do CIPEM destacou a preocupação social do setor de base florestal. "Desde o ano passado elegemos a causa do câncer e resolvemos fazer uma parceria com o Hospital de Barretos, que é uma referência nacional, para auxiliarmos o hospital de Câncer de Mato Grosso, que tornou-se nosso parceiro. Temos uma grande preocupação ambiental, mas também não nos furtamos à responsabilidade social que toda instituição deve abraçar hoje".

Júlio César Bachega, secretário adjunto de Mudanças Climáticas da Secretaria de Estado de Meio Ambiente - SEMA, que representou o governo do estado na solenidade, frisou a importância da parceria entre as instituições, "o governo do estado também é parceiro nesta empreitada e já liberou os recursos para a conclusão da ala de prevenção do Hospital de Câncer de Mato Grosso".

Durante a solenidade, o CIPEM também recebeu da diretora comercial da Revista Referência, Joseane Knop, o Prêmio Destaque 2010, concedido a empresas, instituições ou personalidades que ajudam no desenvolvimento do setor de base florestal brasileiro. "Reconhecemos que neste último ano o CIPEM, além de representar os sindicatos, promoveu o desenvolvimento do setor através do diálogo com as diferentes esferas do governo, com a imprensa e a comunidade, promovendo um grande incentivo ao setor no Mato Grosso", frisou Joseane.

A Miss São Paulo, Ana Cecília Cunha, que tornou-se parceira do Hospital de Câncer de Barretos, também esteve presente na solenidade de entrega dos recursos.
26/05/2011 - Fonte: Ascom

Especialista faz alerta sobre sintomas do Câncer de Mama

MACEIÓ - Exames preventivos e detecção precoce são as principias armas femininas para combater o câncer do colo do útero e o de mama. A afirmação é da assessora técnica do Núcleo de Prevenção e Controle do Câncer da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), ginecologista Marize Cristina Carneiro Rodrigues de Barros, e reforça a necessidade de as mulheres realizarem exames periódicos para diagnosticar qualquer sinal da doença de forma precoce.

Marize Cristina Barros afirmou que o autoexame nas mamas é o meio inicial que as mulheres têm para conhecer o próprio corpo. Assim como a citologia ajuda a detectar o câncer do colo do útero.

"O câncer de mama e o de colo do útero são os que mais, frequentemente, acometem as mulheres. Ambos são tratáveis e com grandes chances de cura. Para isso, é preciso não descuidar da própria saúde e ir ao médico com a frequência correta. O que mais assusta as mulheres é o câncer de mama. Uma vez que, dependendo do caso, deixa sequelas visíveis. Por sua vez, o câncer do colo do útero tem relação direta com os casos de HPV", explicou.

Em março deste ano, a presidente da República, Dilma Rousseff, lançou o Programa de Prevenção ao Câncer de Mama e ao Câncer de Colo de Útero. Alagoas já está à frente no diagnóstico precoce de câncer de mama e de útero, desde fevereiro do ano passado, quando a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) e o Hospital Universitário firmaram uma parceria para garantir assistência pré-câncer uterino.

A parceria visa garantir a realização mensal de 160 exames de colposcopia, 40 de vulvoscopia e 40 cirurgias de alta frequência.

O projeto reforça a prevenção do pré-câncer uterino, que atinge centenas de mulheres entre 20 e 29 anos, conforme dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

Em Alagoas, de acordo com o Programa Estadual de Prevenção e Controle do Câncer, da Sesau, estão estimados, no Estado, 350 casos de câncer de mama para os anos de 2010 e 2011 e outros 270 de casos de câncer do colo do útero para o mesmo período.

Governo Federal – A presidente Dilma Rousseff destacou que o governo federal irá garantir exames preventivos de câncer de colo de útero a todas as mulheres com idade entre 25 e 59 anos.

Para isso, serão implantados 20 novos centros especializados em diagnóstico e tratamento da fase inicial da doença nas regiões Norte e Nordeste.

Hospitais de todo o país deverão ampliar o atendimento para tratamento de câncer por meio de serviços de radioterapia e de quimioterapia. Serão instalados ainda 50 centros para confirmação de diagnóstico, com a possibilidade de realização de biópsias. Segundo Dilma Rousseff, os Estados onde há menor oferta do serviço serão os primeiros beneficiados.
24/05/2011 - fonte: Sesau

Inca promove debate sobre câncer de colo de útero em Belém

BELÉM - Com apoio da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), o Instituto Nacional do Câncer (Inca) realizará nesta sexta-feira (20) e sábado (21), no Hilton Hotel, em Belém, o Encontro de Lideranças do Movimento de Mulheres para o Controle do Câncer do Colo do Útero na Região Norte. O evento também tem parceria com o Fórum de Mulheres da Amazônia Paraense, Associação dos Mastologistas do Brasil (AMB) e Rede Saúde.

Segundo a coordenadora de Saúde da Mulher, Michele Sousa, estudos realizados pela Divisão de Apoio à Rede de Atenção Oncológica do Inca detectaram o alto índice de ocorrência do câncer do colo de útero na Região Norte, onde a mortalidade por esse tipo de câncer é 2,5 vezes maior quando comparada com a região Sudeste. "Por isso a região Norte ficou definida como prioridade no Plano de Controle do Câncer do Colo do Útero", disse Michele.

Michele lembrou que em março deste ano, a presidente da República, Dilma Rousseff, apresentou uma proposta para o fortalecimento do diagnóstico e tratamento do câncer, especialmente voltada para as mulheres, reafirmando o compromisso de redução da mortalidade pelo câncer de colo de útero, especialmente nas regiões Norte e Nordeste, que serão alvos de investimento prioritário com esse objetivo.

Conforme Michele, o Encontro será um espaço para maior aproximação entre os órgãos públicos, como secretarias estaduais e municipais de saúde, com o movimento de mulheres, além de uma articulação entre mulheres dos sete estados da região, para melhorar o conhecimento sobre a situação do câncer do colo de útero, trocar experiências e desenvolver uma parceria para o fortalecimento do controle social na prevenção desse tipo de câncer.

Estatística
De acordo com dados do Inca, câncer de colo de útero é o segundo tumor mais frequente na população feminina, ficando atrás, apenas, do câncer de mama, e a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil. Anualmente, A doença faz 4.800 vítimas fatais e apresenta 18.430 novos casos. Prova de que o Brasil avançou na sua capacidade de realizar diagnóstico precoce é que na década de 1990, 70% dos casos diagnosticados eram da doença invasiva, ou seja, o estágio mais agressivo. Porém, atualmente, 44% dos casos são de lesão precursora do câncer, chamada in situ. Dessa forma, mulheres diagnosticadas precocemente, se tratadas adequadamente, têm praticamente 100% de chance de cura. A estimativa do Inca de 2010 aponta o surgimento de 18.430 novos casos de câncer de colo de útero no Brasil, 790 novos casos no Pará e 330 em Belém.

Ainda conforme o Inca, o câncer de colo de útero, também chamado de cervical, demora muitos anos para se desenvolver e as alterações das células que podem desencadear a doença podem ser descobertas facilmente com o exame preventivo, também conhecido como Papanicolau, por isso é importante a sua realização periódica. A principal alteração que pode levar a esse tipo de câncer é a infecção pelo papilomavírus humano, o HPV, com alguns subtipos de alto risco e relacionados a tumores malignos.

Serviço: Encontro de Lideranças do Movimento de Mulheres para o Controle do Câncer de Colo de Útero na Região Norte, dias 20 e 21 no Hilton Hotel, das 8h às 18h. Informações: (91) 4006-4293.
19/05/2011 - Roberta Villanova, Ascom Sespa

MP-520: uma afronta à inteligência dos brasileiros

PORTO ALEGRE - Em 1988, com a promulgação da Constituição, nasceu o Sistema Único de Saúde que veio para garantir o acesso para todos às ações e serviços de saúde. Porém, muitas medidas atentam contra esse avanço. Uma delas é a Medida Provisória 520, que autoriza o Poder Executivo a criar a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares S.A. – Ebserh. Editada no último dia de mandato do ex-presidente Lula, a MP pretende resolver o problema dos contratos temporários em hospitais universitários, fazendo com que decaia a qualidade do serviço prestado por eles. Ela abre ainda a possibilidade de cobranças por consultas e procedimentos. Existem 26 mil contratados nos 46 hospitais universitários do País e embora esteja previsto processo seletivo para ingresso, o mais provável será a prorrogação dos contratos por dois anos.

A Constituição e as Leis Orgânicas da Saúde determinam que o SUS tenha regime jurídico e concurso públicos e plano de cargos e salários, dando espaço para a saúde privada só de forma complementar. A empresa terá personalidade jurídica privada e será administrada por um Conselho de Administração, uma Diretoria Executiva e um Conselho Fiscal, sem espaço para atuação do controle social.

Se for aprovada, a MP privatiza ainda mais o SUS, que já tem grandes dificuldades com poucos hospitais públicos em todo o Brasil. Aqui no Estado, 75% dos atendimentos são feitos via hospitais filantrópicos. O Hospital de Clínicas, que presta um grande serviço de pesquisa e recuperação da saúde, tem uma gestão que precisa de mudança urgente, controle público de ações, fiscalização e destinação exclusiva para o SUS. Mas isso não vai ocorrer passando sua gestão para a Ebserh. A administração destas instituições deveria ser feita por conselhos gestores fiscalizados pelos Conselhos Estaduais de Saúde. Por isso, defendemos uma grande mobilização contra a aprovação da MP 520, no sentido de pressionar o Congresso em arquivá-la, buscando outra alternativa para as contratações irregulares apontadas pelo TCU.
17/05/2011 - Milton Kempfer para o Jornal do Comércio

Cuidado com brilho no olho

FORTALEZA - Um brilho diferente no olho da criança pode ser sinal de retinoblastoma, um tipo de câncer intraocular causado por uma alteração genética. É um tumor maligno da retina desenvolvido a partir dos retinoblastos que só acomete crianças com menos de cinco anos de idade.

Em 80% dos casos, são menores de quatro anos. É o tipo de tumor mais frequente nos pequenos. Corresponde a de 2% a 4% dos tumores malignos pediátricos e não tem predileção por raça ou sexo.
A doença pode ser hereditária ou não. A forma herdada pode apresentar-se em um ou ambos os olhos e geralmente afeta crianças menores. O retinoblastoma presente em só um olho não é hereditário e afeta sobretudo crianças com mais idade. Quando a enfermidade se apresenta em ambos os olhos é sempre hereditária.

O sinal mais claro do retinoblastoma é a leucocoria (pupila branca), causada pelo reflexo da luz do tumor na parte posterior do olho do bebê. Ele pode ser detectado em fotos do rosto da criança, especialmente quando a cor branca de um olho contrasta com a cor do outro. Outros sintomas são o estrabismo, brilho do olho diferente, alteração na cor dos olhos.

Na maioria das vezes, os pais procuram logo um pediatra quando detectam alguma alteração na criança, mas, como recomenda a oftalmologista e especialista em oncologia ocular, Daiane Memória Ferreira dos Santos, qualquer queixa ocular da criança é preciso desconfiar e encaminhá-la a um oftalmologista. “Assim fica mais fácil investigar o caso. Como este tipo de câncer é comum nos pequenos, os pais devem desconfiar”.

O diagnóstico é feito através do mapeamento da retina (exame de fundo de olho), que deve ser feito no centro cirúrgico com sedação, conforme é preconizado, ou por meio da ultrassonografia ocular. "É preciso detectar se não existe metástase. O tumor pode se estender para o cérebro ou nervo óptico", destaca a médica.

O tratamento depende da lesão. A quimioterapia e o laser são utilizados se ela for pequena, caso contrário é preciso realizar um procedimento chamado enucleação, que é a retirada do globo ocular, com isso há perda da visão, mas salva a vida. "Às vezes, a criança já chega para ser atendida sem enxergar. Os pais desconfiam porque ela começa a se bater nas coisas", conta Daiane.

As chances de cura dependem do tamanho da lesão. Se o câncer for intraocular é de 95%. Quando já começa a se estender para outras áreas, as chances caem para 30%.

Exames
Não existe a prevenção, como informa a oftalmologista. O que pode acontecer é o diagnóstico precoce por meio do teste do olhinho, que é obrigatório, ou por exames oftalmológicos de rotina. "Os pais devem levar logo a criança ao oftalmologista."

Em Fortaleza, somente o Hospital Infantil Albert Sabin (Hias) realiza o tratamento para o retinoblastoma, que é multidisciplinar, ou seja, envolve uma equipe formada por oftalmologista especialista, pediatra oncologista e um psicólogo.

No Hias, são atendidas, em média, 30 crianças por mês, dentre as quais estão os casos suspeitos, aquelas que estão em tratamento ou as que já foram tratadas e estão sendo acompanhadas. Quanto aos novos casos, Daiane Memória, que faz parte da equipe do hospital, revela que já houve mês que quatro crianças receberam o diagnóstico de retinoblastoma.

Após o tratamento, a criança deve ser acompanhada pelo profissional até os dez anos de idade, segundo a médica.
16/05/2011 - Lina Moscoso para o Diário do Nordeste

Burocracia impede acesso de portadores de câncer a direitos

BRASÍLIA — Além do sofrimento pela doença, os pacientes de câncer enfrentam diversos obstáculos burocráticos, que vão desde a fase de confirmação do diagnóstico, passando pelo tratamento e, especialmente, na busca dos direitos que a legislação assegura a essas pessoas. Os problemas foram relatados por representantes de entidades de apoio aos portadores de câncer, em audiência pública na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

Rosa Maria Rutta, superintendente do Instituto da Mama do Rio Grande do Sul (Imama), classificou como "revoltantes" as dificuldades colocadas por pessoas responsáveis pelos trâmites necessários ao atendimento a pacientes com câncer.

–Não são raros os casos de servidores que consideram os portadores de câncer 'folgados', por quererem seus direitos - disse, durante debate nesta quarta-feira (11).

Para Luciana Barros, presidente do Instituto Oncoguia, muitos pacientes buscam no Judiciário os direitos que não conseguem obter pelas vias normais. Como exemplos de direitos violados, a advogada Antonieta Barbosa citou o recebimento do auxílio doença na incapacidade provisória para o trabalho, a aposentadoria integral no caso da incapacidade permanente e o adicional de 25% ao aposentado por invalidez que necessita de assistência de outras pessoas.

–O paciente, fragilizado, não consegue vencer a burocracia - afirmou a advogada, autora do livro Câncer - Direito e Cidadania.

Articulação
Representando o Ministério da Saúde, Maria Inez Gadelha explicou que grande parte dos problemas relatados se deve à dificuldade de articulação entre as unidades de assistência aos pacientes. Conforme relatou, a detecção da doença acontece na esfera primária, pelas unidades básicas de saúde. Para confirmação do diagnóstico e tratamento, o paciente segue para os níveis secundário e terciário, mais especializados.

Para Maria Inez Gadelha, há a necessidade de regulação do fluxo de procedimentos, para reduzir o tempo entre um nível e outro e assegurar que o tratamento seja iniciado o mais breve possível.

Quanto a decisões judiciais sobre demandas de pacientes, a especialista alerta para o risco de quebra de critérios técnicos, em casos de decisão judicial favorável a procedimentos médicos considerados inadequados para a situação.

Rosamelia Queiroz da Cunha, representante do Instituto Nacional do Câncer (Inca), concorda que novidades da indústria farmacêutica nem sempre representam qualidade e segurança para o paciente. Conforme informou, foi promulgada no final de abril a Lei 12.401/2011, que estabelece normas para a incorporação de tecnologia de saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

Saúde suplementar
Ao falar sobre tratamentos de câncer previstos nos planos de saúde, Martha Regina de Oliveira, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), informou que cobertura mínima aos associados está prevista em resolução normativa (RN 211/2010), a qual será atualizada a cada dois anos.

Com isso, disse, a agência pretende incorporar sugestões da sociedade sobre novas tecnologias de tratamento, após a necessária validação técnica. Martha Regina de Oliveira enfatizou que a ANS atua de forma a garantir que os planos de saúde não sejam "meros repassadores de dinheiro", mas que sejam responsáveis pelo usuário.
11/05/2011 - Agência Senado

Unidade de Saúde da zona rural realizará ação de combate ao câncer de colo uterino

MATO GROSSO - Nesta terça-feira, dia 10, a equipe da Unidade de Saúde da Família-USF “Ana Rosa Pereira” situado no Assentamento Rio Branco, em Nova Olímpia, realizará uma série de ações voltadas ao público feminino com vista ao combate do câncer de colo uterino. A campanha tem o objetivo de alertar as mulheres, para o risco que elas correm se não realizarem os exames e não fizerem um acompanhamento médico regular.

A coordenação da ação está a cargo do enfermeiro Raul Tarcísio, responsável por aquela unidade de Saúde e contará com apoio da equipe do setor de Saúde da Mulher e DST/AIDS. As atividades serão desenvolvidas durante todo o dia e visam atender a todas as mulheres com idade entre 25 a 59 dos assentamentos Rio Branco (sede), Riozinho, Paloma e Jatobá com atendimento de orientação, exame de mama e ‘papa nicolau’, avaliação e encaminhamentos para o ginecologista, palestras e distribuição de brindes.

A medida, segundo informou a técnica em enfermagem Maria Gardênia da Silva, visa orientar as mulheres da zona rural sobre a importância da prevenção, através da realização do exame citológico, mais conhecido como “papa nicolau”. Ela chama a atenção para a prevenção, pois segundo estudos, o câncer de mama e do colo de útero se detectados no início tem chances de cura de até 100%.

A prevenção ainda é a melhor forma de tratamento para evitar qualquer aparecimento de doença e no caso de câncer quanto mais rápido a mulher procurar pelo tratamento maior será a possibilidade de cura. "Quem não se trata, não faz os exames preventivos, corre o risco de adquirir doenças e quando isso ocorre, a recuperação pode ser mais demorada ou até mesmo tarde demais", destacou a enfermeira.

FATORES DE RISCO
Vários são os fatores de risco identificados para o câncer do colo do útero, sendo que alguns dos principais estão associados às baixas condições sócio-econômicas, ao início precoce da atividade sexual, à multiplicidade de parceiros sexuais, ao tabagismo (diretamente relacionados à quantidade de cigarros fumados), à higiene íntima inadequada e ao uso prolongado de contraceptivos orais.

Estudos recentes mostram, ainda, que o vírus do papiloma humano (HPV) tem papel importante no desenvolvimento da neoplasia das células cervicais e na sua transformação em células cancerosas. Este vírus está presente em mais de 90% dos casos de câncer do colo do útero.
10/05/2011 - Nelson Alves para o ExpressoMT

Repasse público de R$ 13 mi ajuda Santas Casas

SÃO PAULO - Entre Santas Casas, hospitais filantrópicos e Apaes do Estado de São Paulo, 360 instituições de saúde serão beneficiadas por um repasse de R$ 13,6 milhões, que a Secretaria de Saúde paulista autorizou na última sexta-feira. Com os recursos, que deverão ser pagos até junho, os hospitais poderão pagar fornecedores, adquirir materiais e realizar reformas.

A região metropolitana será a área mais atendida pelo dinheiro público. Um repasse de R$ 4,4 milhões atingirá 40 hospitais filantrópicos da chamada Grande São Paulo. A região que receberá a segunda maior verba é a de Campinas, com 35 instituições e repasse de R$ 1,07 milhão, seguida por São José do Rio Preto, com 42 entidades e R$ 1,03 milhão.

"O governo paulista é parceiro das santas casas, que são responsáveis por quase 50% das internações realizadas na rede pública em todo o estado", afirmou o secretário estadual da Saúde, Giovanni Guido Cerri. "Muitas entidades se encontram em dificuldade financeira, porque a tabela do Sistema Único de Saúde (SUS) geralmente remunera mal, e por isso este repasse extra é tão importante", justificou.

Dividido conforme o volume de atendimento das entidades pelo (SUS), os recursos extras visam auxiliar no equilíbrio financeiro das santas casas e hospitais filantrópicos que, em sua maioria, apresentam problemas de caixa, como disse Cerri, em razão da defasagem da tabela de procedimentos do SUS, definida pelo Ministério da Saúde.

O anúncio do repasse aconteceu no dia do encerramento do 20º Congresso de Presidentes, Provedores, Diretores e Administradores Hospitalares de Santas Casas e Hospitais Beneficentes, em Atibaia, no interior.
09/05/2011 - Bruno Cirilloagências para o DCI

Sesau participa de encontro nacional que discute plano de combate ao câncer

BOA VISTA - A responsável técnica pelo programa Reviva Mulher, da Secretaria Estadual de Saúde, Rosa Laura Holanda Caribe, participa de hoje, 04, a 06 de maio, no Rio de Janeiro, do VII Encontro Nacional para o Controle do Câncer do Colo do Útero e da Mama. O objetivo é discutir iniciativas para o Plano de Fortalecimento da Rede de Prevenção e Tratamento do Câncer.

Participam do encontro promovido pela Divisão de Apoio à Rede de Atenção Oncológica do INCA (Instituto Nacional de Câncer), os coordenadores estaduais e municipais das ações de detecção precoce do câncer do colo do útero e da mama, de Saúde da Mulher e da Atenção Básica. Em Roraima, o programa Reviva Mulher é uma iniciativa do Governo do Estado, criado para reconstrução de Mama em Mulheres Mastectomizadas por Câncer.

Neste primeiro dia, as macro linhas do plano serão debatidas por agentes envolvidos na pactuação e na execução das ações. Devem participar das mesas representantes do Departamento de Atenção Básica, da Área Técnica da Saúde da Mulher e do Departamento de Atenção Especializada, todos da Secretaria de Assistência à Saúde do Ministério da Saúde.

Quanto ao controle de câncer do colo do útero, estarão em pauta a implantação de Programa de Gestão de Qualidade dos Exames Citopatológicos do SUS, as principais mudanças incluídas na revisão de 2011 das Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero, a organização e qualificação das unidades de confirmação diagnóstica e tratamento das lesões precursoras do câncer cervico-uterino e a evolução dos indicadores do Programa Nacional de Controle do Câncer do Colo do Útero.

Em relação ao controle do câncer da mama, os temas abordados serão as recomendações do INCA para redução da mortalidade, o diagnóstico precoce e a organização dos serviços para investigação das lesões suspeitas, o Programa de Qualidade da Mamografia e a qualificação das informações do SISMAMA.

Tipos
De acordo com o Inca, o câncer do colo do útero, também chamado de cervical, demora muitos anos para se desenvolver. É o segundo tumor mais frequente na população feminina, atrás apenas do câncer de mama, e a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil. Por ano, faz 4.800 vítimas fatais e apresenta 18.430 novos casos.

Já o câncer de mama, segundo o Inca, é o segundo tipo mais frequente no mundo e o mais comum entre as mulheres, respondendo por 22% dos casos novos nesse grupo. Embora seja considerado um câncer de bom prognóstico, trata-se da maior causa de morte entre as mulheres brasileiras, principalmente na faixa entre 40 e 69 anos, com mais de 11 mil mortes/ano (2007). Isso porque na maioria dos casos a doença é diagnosticada em estádios avançados.
04/05/2011 - BV News

Pacientes e familiares tiram dúvidas sobre câncer pelo telefone

SÃO PAULO - Uma pesquisa feita por meio do projeto “Alô Enfermeiro”, serviço telefônico do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) voltado para pacientes da unidade e que funciona 24 horas, apontou que 2,5 mil ligações são feitas por mês. Do total, 42% das ligações são relativas a pacientes com tumores hematológicos e gastrointestinais, 19% a portadores de tumores ginecológicos, 13% a pacientes com tumores no trato urológico e 10% a pacientes com tumores na região da cabeça e pescoço.

O levantamento do Instituto do Câncer também revelou que as pessoas que mais usam o serviço (57%) são os familiares e os cuidadores dos pacientes com idade média de 60 anos. As dúvidas mais freqüentes estão relacionadas a atividades cotidianas, ou seja, 60% das perguntas são sobre cuidados para sair de casa em dias ensolarados, a maneira correta de ingerir medicamentos, como se alimentar adequadamente e como se deve proceder ao se machucar em atividades habituais.

Além disso, muitas pessoas usam o “Alô Enfermeiro” para solucionar problemas relacionados aos efeitos colaterais do tratamento de quimioterapia, como febre, queda de cabelo, náusea e fadiga. Segundo a gerente de enfermagem do Icesp, Daniela Vivas, o projeto visa "proporcionar comodidade e segurança aos pacientes, evitando, assim, idas desnecessárias ao hospital."
03/05/2011 - iG São Paulo

Congresso debate alternativas para os hospitais filantrópicos

ATIBAIA - O 20º Congresso de Presidentes, Provedores, Diretores e Administradores Hospitalares de Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo, promovido pela Fehosp, com o tema “Filantropia: o Brasil precisa muito de nós”, irá reunir diversos congressistas no Bourbon Atibaia SPA Resort, em Atibaia, São Paulo, entre os dias 3 e 6 de maio.

"Procuramos diversificar temas, sempre apoiados em exemplos práticos, como o relato de cases de sucesso, por exemplo," relatou a organizadora do Congresso e consultora de Eventos da Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do Estado de São Paulo (Fehosp), Maria Araci Fagundes.

Durante o pré-congresso, no dia 03 de maio, será discutida a nova regulação da Filantropia. Os especialistas convidados irão abordar questões cruciais para a compreensão e adequação dos hospitais à nova lei, incluindo aspectos jurídicos e contábeis.

José Luiz Spigolon, superintendente da CMB (Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas), irá abordar os serviços ofertados no Sistema Único de Saúde. "O foco principal será o cumprimento da exigência de ofertar e prestar 60% dos serviços dos hospitais filantrópicos ao SUS, estabelecida pela legislação vigente", afirma.

A palestra de abertura, que dará início a programação oficial, será ministrada por Wellington Nogueira, representante do Doutores da Alegria, e terá como tema "Uma experiência de alegria em meio à adversidade".

Já no primeiro dia do Congresso (04 de maio), destaque para a participação de Monteserrat Dolz no painel “Rede Filantrópica: avaliação e novas experiências em andamento em São Paulo".

No último dia (06), o Congresso receberá representantes de diversos setores governamentais, entre eles, o Ministério da Saúde, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde, a Frente Parlamentar de Saúde e a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, para discutir o que os gestores pensam da prática da filantropia.

Durante a tarde, uma carta do setor filantrópico será entregue às autoridades presentes e para o encerramento, o evento vai contar com a participação do governador Geraldo Alckmin.

20º Congresso de Presidentes, Provedores, Diretores e Administradores Hospitalares de Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo
02/05/2011 - Vanessa Costa para o SEGS

Legislativo cearense debate ações no combate ao câncer de mama

FORTALEZA - A Comissão de Seguridade Social e Saúde da Assembleia Legislativa, em conjunto com a Câmara Municipal de Fortaleza, realiza, nesta sexta-feira (29/04), audiência pública para discutir investimentos em programas e ações para prevenção e tratamento do câncer de mama. O debate, que atende à solicitação do deputado Lula Morais (PCdoB), acontece às 14h30, no Complexo de Comissões Técnicas da Casa.

Segundo o deputado, a audiência desta sexta-feira, data em que se comemora o Dia Nacional de Combate ao Câncer de Mama, leva em consideração o lema defendido pelo Movimento Nacional das Mulheres Mastectomizadas, nas comemorações do Outubro Rosa: Câncer de Mama – Sem Investimento Não Há Tratamento. "Precisamos debater sobre os investimentos previstos aos programas e ações que visam o controle do câncer de mama", afirmou o parlamentar.

Foram convidados para a audiência representantes da Secretaria da Saúde do Estado, da Secretaria Municipal de Saúde, do Instituto do Câncer do Ceará, do Grupo de Educação e Estudos Oncológicos, da Sociedade Brasileira de Mastologia, do Hospital Geral de Fortaleza, da Federação Brasileira de Grupos de Apoio à Saúde de Mama, entre outros.
29/04/2011 - Fonte: Agência de Noticias da Assembleia Legislativa

Vanguarda contra o câncer

RIO DE JANEIRO - O Brasil se tornou referência internacional ao adotar medidas de restrição à publicidade de cigarro, dentre outras ações. Temos o reconhecimento da Organização Mundial de Saúde (OMS) e da União Internacional Contra o Câncer. E os números falam por si. Em 1989, a prevalência de fumantes na população do país era de 32%. Em 2008, passou para 17,2%. Já temos vitórias expressivas também para evitar o tabagismo passivo, com sete estados do país com leis que impedem o fumo em locais fechados, mesmo nos chamados "fumódromos". Mas não paramos aí, os dados na área de oncologia pediátrica também impressionam. Atualmente 80% das crianças com câncer ficam curadas.

A Fundação do Câncer se orgulha de ter participado ativamente dessas conquistas, mas sabemos que ainda temos um longo caminho pela frente. A cura ainda está longe. O câncer é um conjunto de mais de uma centena de doenças crônico-degenerativas que mantém uma característica comum: o crescimento desordenado de células. Cada tipo de câncer possui um comportamento biológico distinto e, por isso, existem diversos medicamentos com lógicas diferentes de atuação. O tabagismo e o envelhecimento da população, que também tem adotado hábitos pouco saudáveis, levarão a um aumento da incidência de câncer nas próximas décadas, conforme indicam as projeções. Hoje sabemos que 85% dos tumores são resultados de um estilo de vida que não contempla na rotina diária a prática de exercícios físicos e uma alimentação saudável.

Um dos maiores desafios do nosso país é a compreensão política de que os programas de prevenção e de controle do câncer demoram muito tempo para alcançar resultados palpáveis e mensuráveis. Criar uma cultura de consultas periódicas ao médico capaz de fazer a detecção precoce de doenças leva tempo. Difundir informações claras e objetivas para a população requer um investimento contínuo. Mudar estilo de vida, por exemplo, significa alterar hábitos enraizados. Esses são conceitos que requerem uma atenção maior na educação básica em saúde, que deve começar quando as crianças começam a ser alfabetizadas.

Apoiamos o Instituto Nacional de Câncer (Inca) na execução do Programa Nacional de Controle do Câncer, na mobilização da sociedade para a prevenção e a detecção precoce, na ampliação da captação de recursos para a área de pesquisa e no desenvolvimento da área de cuidados paliativos. Em 20 anos, a Fundação investiu R$ 1,5 bilhão no Inca.

Entre as nossas principais atividades em apoio ao Inca estão a continuidade da expansão da Rede Brasileira de Bancos de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário (BrasilCord) e a implantação do projeto-piloto dos Centros Regionais de Controle do Câncer, em parceria com hospitais filantrópicos que atualmente são responsáveis pelo atendimento de um terço dos pacientes com câncer.

Na área de cuidados paliativos, o nosso objetivo é criar e implantar neste ano uma unidade de cuidados paliativos no Rio de Janeiro destinada a pacientes fora das possibilidades terapêuticas. Essa unidade vai treinar, além de profissionais de saúde, os familiares desses pacientes, dando todo apoio necessário. Ela será o núcleo pioneiro de uma serie de outras unidades para atender toda a cidade.

Esperamos comemorar neste ano a aprovação do projeto de Lei José Alencar, que prevê, a exemplo do que acontece com a Lei Rouanet para a área da Cultura, a aplicação de uma parte do Imposto de Renda devido em projetos ligados à oncologia. É uma forma de prover novas fontes de financiamento e de recursos para o combate à doença. E será, sem dúvida, um grande avanço em benefício da sociedade brasileira.
25/04/2011 - Dr. Marcos Moraes para O Globo

Bienal de Oncologia discute cirurgias de alta complexidade e novas drogas contra o câncer

Instituição associada à Abifcc SÃO PAULO - O Brasil inaugura mais um importante evento que entrará para o calendário científico do país. Trata-se da 1ª Bienal Internacional de Oncologia dos Ex-Residentes do Hospital A.C.Camargo, que acontecerá entre 12 e 14 de maio paralelamente ao 1º Congresso do Capítulo de São Paulo da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica.

Criado em 1954 no A.C. Camargo, o primeiro programa de residência médica em oncologia do país está completando 57 anos de história e por ele já foram formados 1011 especialistas no tratamento do câncer. A instituição é responsável pela formação de quase metade dos oncologistas em atividade no Brasil e promove estes encontros com a proposta de compartilhar o que há de mais alto nível na área.

Em dois auditórios e área para exposição de pôsteres serão discutidos os mais recentes avanços e perspectivas sobre patologia molecular, desenvolvimento de novas drogas, síndromes hereditárias em câncer, cirurgias de alta complexidade, cirurgias minimamente invasivas, radioterapia intra-operatória, tratamento de metástases e de tumores como colo do útero, mama, melanoma e sarcomas de partes moles. O programa completo pode ser conferido no site: http://www.accamargo.org.br/simposioexresidentes/.

Um dos destaques do evento estará por conta da aula do especialista em Oncolopgia Ginecológica do Memorial Sloan-Kettering, Nadeem Abu-Rustum, sobre preservação de fertilidade em pacientes com câncer de colo do útero. Abu-Rustum, que é expert em cirurgia minimamente invasiva - laparoscopia - para o tratamento de câncer e doenças benignas do aparelho reprodutor feminino, reúne ampla expertise em traquelectomia, um procedimento cirúrgico que preserva a fertilidade de pacientes com estágio inicial de câncer do colo uterino.

Este procedimento limita os efeitos secundários da cirurgia radical, dentre elas a perda da fertilidade. Para as mulheres selecionadas com um risco aumentado de câncer de ovário - histórico familiar de câncer de mama ou ovário - é oferecida no Memorial Sloan-Kettering uma laparoscopia para remover os ovários e prevenir o câncer nos mesmos.

A Bienal reunirá outros cinco convidados internacionais, casos do patologista Antônio Nascimento, da Mayo Clinic; dos cirurgiões oncológicos Benjamin Calvo, da North Carolina University e Roderich Schwartz, do Simmons Comprehensive Cancer Center; de Fillipo de Braud, diretor do Instituto Europeo di Oncologia e do cirurgião Keith Delman, do Winship Cancer Institute.
25/04/2011 - Jornal do Brasil

Assembleia destina R$ 5 milhões para Hospital do Câncer de Cacoal

CACOAL - Uma emenda conjunta dos 24 deputados estaduais vai garantir a liberação de R$ 5 milhões para o hospital Daniel Comboni de Cacoal, em construção, cuja especialidade é o tratamento do câncer. O deputado Valter Araújo, presidente da Assembleia Legislativa do Estado, esteve na manhã de quarta-feira (20), visitando as dependências do hospital na companhia de vários deputados estaduais, entre eles Valdivino Tucura (PPR), Glaucione Rodrigues (PSDC), Maurão de Carvalho (PP), Ana da 8 (PTdoB), Hermínio Coelho (PT), Zequinha Araújo (PMDB), Euripedes Lebrão (PTN), Saulo Moreira (PDT) e Adelino Follador (PMDB).

Segundo o presidente da Ale, todos os deputados estaduais foram signatários do contingenciamento de recursos para atender o hospital de Cacoal Daniel Comboni na sua estrutura de oncologia para atender a população de Rondônia. “Estes recursos são da Assembleia Legislativa por decisão dos deputados estaduais que conjuntamente decidiram a destinação para atender o hospital São Daniel Comboni”, frisou Araújo.

O presidente e os deputados conheceram a estrutura do hospital com uma área física de12 mil metros quadrados de construção pra abrigar centros cirúrgicos, estruturas para radiologia, quimioterapia, laboratórios, centro cardiológico, Imagem, entre outros.

As metas da direção do Daniel Comboni é transformar o hospital em um avançado centro oncológico, com capacidade de 240 atendimentos radioterápicos por dia. De acordo com o diretor técnico do hospital, o cirurgião oncológico Cláudio Queiroz, em cinco anos o Daniel Comboni deverá estar equiparado com os melhores hospitais do gênero do país, alcançando posteriormente o transplante de medula óssea, tratamento renal e hepático. O deputado Valter elogiou a estrutura que está sendo implantada no hospital e garantiu a deliberação imediata para a liberação dos recursos. A ALE realizou na quarta a primeira sessão itinerante da Assembléia em Cacoal.

Facimed – O presidente conheceu a estrutura da Facimed, Faculdade de Medicina de Cacoal, que também atende a população por intermédio de convênios e forma mão de obra na área médica e na especialidade odontológica. Acompanhado de Divino Cardoso, ex-prefeito de Cacoal e presidente da instituição, o presidente da Ale Valter Araujo conheceu a estrutura de clínicas, laboratórios e centros odontológicos. No próximo mês novas unidades estarão sendo inauguradas, como é o caso do centro de fisioterapia, que também será disponibilizado para a população.

Hospital Regional – O presidente Valter Araújo também esteve na companhia dos deputados estaduais e do Secretário de Estado Adjunto de Saúde, José Batista, conhecendo a estrutura do Hospital Regional de Cacoal. Segundo Batista, até o final do mês de julho próximo, o HR deverá estar com toda a sua estrutura em funcionamento, com 28 leitos de UTI e novos centros cirúrgicos para atender a demanda regional em todas as especialidades. O presidente da Ale disse que o caminho para diminuir a demanda no setor de saúde é a realização de ações emergenciais e a regionalização, com investimentos em hospitais localizados em pólos regionais para desafogar a estrutura hospitalar da capital.
23/04/2011 - JE Rondoniaovivo

Taxa de lixo de hospitais e clínicas subirá 66%

SÃO PAULO - A taxa municipal cobrada para o recolhimento de lixo de hospitais, de clínicas médicas e odontológicas e de outros estabelecimentos de saúde sofrerá aumento de 66% a partir de 2012. É mais uma mudança que consta no pacote tributário enviado pelo prefeito Gilberto Kassab (PSD) à Câmara Municipal e que deve ser aprovado até o fim de maio.

A cobrança para grandes geradores de resíduos hospitalares passa de R$ 22 mil para R$ 37 mil mensais. O sindicato do setor já argumenta que o reajuste será repassado aos pacientes.

Atualmente, a taxa mensal varia de R$ 1,4 mil (para geradores de 50 a 160 quilos de resíduos sólidos por dia) a R$ 22,5 mil (mais de 650 kg por dia). Com o aumento, a cobrança sobe para R$ 2,3 mil para os primeiros e para R$ 37,4 mil para os grandes geradores - casos dos hospitais com mais de 200 leitos. A cobrança pelo recolhimento de lixo para esse tipo de estabelecimento foi criada em 2002 pela prefeita Marta Suplicy (PT) junto com a taxa do lixo, extinta em 2005. A taxa dos hospitais foi mantida e, agora, a atual gestão tenta o primeiro reajuste.

Para o Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios de São Paulo (Sindhosp), o aumento é "abusivo". "Com aumento tão expressivo, deve ter repasse para o custo de serviços, especialmente nas clínicas e em hospitais médios", disse a superintendente jurídica do Sindhosp, Eriete Ramos. "Discutimos e já há hospitais se manifestando contra essa tentativa. Estaremos na audiência pública de terça-feira, para expor a posição dos hospitais, clínicas e laboratórios."

Constitucionalidade. Os principais atingidos com o aumento devem ser os hospitais filantrópicos, que definem preços de atendimento baseados na tabela do Sistema Unificado de Saúde (SUS) e, portanto, não poderão reajustar a maioria dos serviços. "Para um estabelecimento filantrópico com 90% dos atendimentos baseados na tabela do SUS, um aumento anual desse porte (cerca de R$ 180 mil) desequilibrará as contas", disse o chefe de gabinete da Santa Casa de Misericórdia, Edison Ferreira da Silva. "Se o projeto for aprovado, vamos estudar medidas judiciais contra a legalidade da taxa em si. Há discussões sobre se ela é ou não constitucional."

Além dos filantrópicos, devem sentir o aumento os laboratórios, clínicas e hospitais médios. "Pelo que produzimos, o aumento será de R$ 80 mil por ano. Como não há margem de negociação, será difícil não reajustar de alguma forma para o cliente", disse Antonino Costa, diretor de uma clínica médica em Pinheiros, zona oeste. O aumento deve ter impacto menor para os grandes hospitais privados, que podem renegociar repasses com as operadoras de planos de saúde.

O secretário municipal de Finanças, Mauro Ricardo Costa, rebate as críticas. "Desde 2002 essa taxa não era corrigida. Só que, nesse período, as empresas que a Prefeitura paga para recolher o lixo dos hospitais tiveram seus contratos reajustados, ou seja, é o contribuinte comum que está pagando", argumentou. "Nada mais justo que os grandes geradores de resíduos paguem esse reajuste que está sendo repassado para os contribuintes", acrescentou Costa.

Para a economista Maria Cristina Amorim, especialista em administração hospitalar e professora da PUC-SP, a opção da Prefeitura por aumentar as taxas sobre produtividade "abre uma avenida" para o aumento de preços para os pacientes: "Muitos não verão saída a não ser aumentar."
19/04/2011 - Diego Zanchetta & Vitor Hugo Brandalise para O Estado de S.Paulo

Filantrópicas cobram dívida de R$ 32 milhões à prefeitura de Salvador

SALVADOR - Cinco das principais instituições filantrópicas que prestam serviços de saúde ao município cobram da prefeitura de Salvador uma dívida que ultrapassa R$ 32 milhões. O débito diz respeito a atendimentos hospitalares feitos pelo SUS e a contratos de administração de postos municipais de saúde. Juntas, as instituições realizam ao menos 322 mil atendimentos e exames por mês, além de três mil internações e 1,4 mil cirurgias, em cinco hospitais e quatro postos de saúde.

Na última quinta-feira, Federação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas da Bahia (Fesf-BA) entregou uma carta no gabinete do prefeito João Henrique (PP) e na sede da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), na qual pede uma reunião para discutir o assunto.

Déficit - O secretário municipal de Saúde, Gilberto José (PDT), reconhece o problema e alega que os repasses do Ministério da Saúde para o SUS não são suficientes. "Temos um déficit de quase R$ 6 milhões (mensal, na média e alta complexidade). Então, alguém fica sem receber", resume o secretário.

No entanto, o secretário não pôde afirmar se reconhece a dívida pleiteada pelas filantrópicas, pois diz não ter tido acesso à documentação enviada por elas à secretaria. Ao atrasar os repasses, a prefeitura está descumprindo a legislação federal que regula o Sistema Único de Saúde (SUS) e pode ficar sujeita à penalidade de ter o envio de verbas suspenso, segundo a portaria 204/2007 do Ministério da Saúde.

Algumas das entidades já sofreram com a falta de pagamento dos contratos com o município como as Obras Sociais Irmã Dulce (Osid), que por conta de uma dívida de R$ 15 milhões, em dezembro ameaçou fechar os postos que administra em Pernambués e na Boca do Rio. O Hospital Martagão Gesteira suspendeu em janeiro e fevereiro novos tratamentos de crianças com câncer. Após negociação com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), o atendimento foi retomado.

Também reclamam a dívida com a prefeitura o Hospital Aristides Maltez (HAM), especializado em tratamento contra o câncer e que atende exclusivamente pelo SUS, a Santa Casa de Misericórdia, responsável pelo Centro de Referência em Doenças Cardiovasculares de Amaralina, e a Fundação Monte Tabor, que além de atender pelo SUS no Hospital São Rafael, administra o Centro de Saúde de São Marcos. "O quadro continua crítico. Três das entidades são mantidas apenas pelo SUS", afirma o presidente da Fesf-BA, Maurício Dias.
18/04/2011 - Antônio Ruy Barreto B. Júnior para A Tarde

SP ganha maior laboratório para pesquisa de câncer da América Latina

SÃO PAULO - O governador Geraldo Alckmin e o secretário da Saúde, Giovanni Guido Cerri, entregaram na capital, o maior laboratório destinado a pesquisas sobre o câncer da América Latina.

O Centro de Investigação Translacional em Oncologia do Icesp será a unidade coordenadora de uma rede composta por 20 grupos que atuam em pesquisa básica e aplicada em oncologia. O investimento foi de R$ 2 milhões.

Em uma área de 2 mil metros quadrados, equivalente a um andar inteiro do Icesp, o local irá funcionar como uma espécie de superlaboratório, com plataformas multiusuários.

A área integrará especialidades como epidemiologia, genética molecular, biologia celular, biologia molecular, virologia e engenharia genética, processamento de amostras (Biobanco de Tumores), laboratório de Expressão Gênica e Seqüenciamento e patologia molecular.

"É muito importante (a inauguração deste laboratório) porque nós temos hoje três grandes causas de doença e de mortalidade no Brasil e em São Paulo: coração, câncer e acidentes. E o câncer é uma doença curável, desde que diagnosticada precocemente e tratada corretamente", disse Alckmin.

Com o novo centro será possível otimizar recursos, sistematizar a coleta, realizar o processamento de amostras e testes e acelerar a difusão dos resultados obtidos nas diversas frentes de pesquisa, que atualmente estão espalhadas em importantes instituições como o Hospital das Clínicas, Incor, Faculdade de Medicina da USP, Hospital A.C. Camargo, dentre outras.

Além de coordenar e centralizar essa rede de pesquisadores, o Icesp irá disponibilizar equipamentos e serviços comuns a todos esses grupos. No total, serão cerca de 40 profissionais e mais de 130 alunos de pós-graduação beneficiados.

Os equipamentos também são de ponta, e incluem microscópios a laser, sequenciadores de DNA, separadores de células e ambientes para cultivo de células e produção de DNA recombinante e vírus recombinantes. A outra novidade será a implantação de um banco de amostras biológicas, com fragmentos de tumores congelados, amostras de sangue, RNA, DNA e proteínas coletadas dos pacientes.

O local atenderá programas de pesquisas clínicas, oncologia molecular (que estuda, por exemplo, novos marcadores para diagnóstico de tumores), inovações terapêuticas e, posteriormente, medicina regenerativa aplicada à oncologia.

"Trata-se de um verdadeiro salto de qualidade na produção de conhecimento científico, na busca incessante de informação sobre o comportamento dos tumores e de novas formas de tratamento da doença", destacou o secretário de Estado da Saúde de São Paulo, Giovanni Guido Cerri.

Os projetos de pesquisa que serão priorizados pelo Centro se dividem em quatro etapas. O primeiro é o Programa de Pesquisas Clínicas, que inclui estudos de novas formas para prevenir, diagnosticar ou tratar o câncer. Já o segundo, denominado Programa de Oncologia Molecular, se refere a estudos que vão do diagnóstico até as mais recentes inovações no campo molecular, como novos marcadores para diagnóstico de tumores, diagnóstico molecular por imagem e outros.

Com a nova unidade, o Icesp passa a ser o ponto central de uma grande rede que reunirá todos os pesquisadores em câncer que hoje atuam em diversos locais. "Este centro permitirá testar com mais velocidade os avanços que forem surgindo na área de pesquisa oncológica. Com plataformas de alta tecnologia, iremos sistematizar o processamento de informações", disse o diretor-geral do Instituto do Câncer, Paulo M. Hoff.

Ultrassom
O Icesp também irá disponibilizar aos pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde) um equipamento ultrapotente que destrói tumores. Trata-se do High Intense Focus Ultrassound (Hifu), uma tecnologia inovadora resultante da fusão do ultrassom de alta intensidade com a ressonância magnética.

"Esse laboratório que está sendo inaugurado é o maior laboratório da América Latina em pesquisa de câncer. E o Hifu - o equipamento que também esta sendo inaugurado - ele não é só para diagnóstico, mas ele trata, por exemplo: mioma, aqueles tumores de útero; evita a cirurgia, ele faz o tratamento com o aparelho. Metástases ósseas: ele faz o tratamento inclusive indolor, porque metástase de osso dói muito o tratamento. E você tem uma eficiência muito grande. Então diria que é um grande ganho", declarou Alckmin.

Pioneiro na América do Sul, o novo procedimento será utilizado, inicialmente, para tratar miomas e metástases ósseas, mas a ideia é ampliar seu uso para outras áreas da oncologia. O investimento para aquisição do equipamento foi de R$ 1,5 milhão.

O Hifu concentra até mil feixes de energia ultrassônica com extrema precisão em um tumor no interior do corpo. Cada feixe passa através do corpo sem causar lesão, mas, quando convergem para o ponto selecionado, elevam a temperatura nesse local. A ressonância magnética serve para localizar e direcionar essa energia precisamente no tumor, de forma interativa e em tempo real, fornecendo imediata confirmação da eficácia da terapia.

"Trata-se da democratização de um grande avanço científico, agora disponível aos pacientes do SUS, além de uma excelente oportunidade para avançarmos significativamente no desenvolvimento de terapias minimamente invasivas na oncologia", afirmou o secretário Guido Cerri.

O aparelho permitirá investigar novas terapias que, aliando o ultrassom à ressonância magnética, viabilizarão o tratamento de tumores sem a necessidade da realização de cortes e cirurgia ou de internação. Por não ser invasivo, o método, que dura aproximadamente duas horas, permite que o paciente realize o procedimento consciente, permanecendo acordado e podendo voltar para casa no mesmo dia.

Além disso, estão sendo desenvolvidos no Icesp tratamentos que possibilitam a liberação de drogas quimioterápicas, em que nanopartículas com elevadas concentrações de medicamentos (o que pode ser altamente tóxico ao organismo, inviabilizando sua aplicação intravenosa), são injetadas e liberadas apenas no tumor, a partir do calor produzido pelo aparelho.

Os pacientes que se beneficiarão da novidade integrarão os protocolos de pesquisa clínica do Icesp. Além de esta ser uma novidade na área oncológica, a aquisição do equipamento estabelece inúmeras possibilidades e caminhos no ambiente de pesquisa. Isto representa um grande avanço não apenas para os pacientes do SUS, como também para a instituição, que se reafirma como referência na área de investigação e tratamento do câncer. Ganha, também, o país, que passa a ser reconhecido por sua produção científica e desenvolvimento de novos protocolos e tratamentos.
17/04/2011 - Imprensa/GESP

Hélio Angotti comemora anúncio de terceirização da Área Azul

UBERABA - Atual administração do Hospital Dr. Hélio Angotti comemora iniciativa do prefeito Anderson Adauto (PMDB), que anunciou essa semana ter providenciado estudo para checar a legalidade em terceirizar a administração do estacionamento rotativo - Área Azul - para o hospital.

Presidente do Hospital Dr. Hélio Angotti, Délcio Scandiuzzi afirma ser de extrema importância para a instituição, pois ultimamente tem sido muito difícil para hospitais filantrópicos serem mantidos com uma única fonte de renda. Atualmente, além da verba do Estado, são realizadas ações e campanhas beneficentes para contribuir com o orçamento, que é imprevisível. "Não é possível prever os recursos do hospital, já que não tem fundo definitivo. Há meses que temos determinada verba e em outros não."

Para Scandiuzzi, a verba da Área Azul irá complementar o orçamento e facilitará a administração do hospital. Hoje, os gastos para manter o hospital ficam em torno de R$1,9 milhão, trabalhando com déficit aproximado de R$700 mil.

De acordo com o prefeito, a arrecadação com a administração da Área Azul poderia contribuir com o hospital, que passa por dificuldades financeiras. Para viabilizar a proposta, o prefeito solicitou um estudo junto à Secretaria de Trânsito, Transportes Especiais, Proteção de Bens e Serviços Públicos (Settrans) e na Procuradoria-Geral do Município.
16/04/2011 - Helena Cunha para o JM Online

Congresso debate legislação e gestão dos Hospitais Filantrópicos

SÃO PAULO - A Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo (Fehosp) promove o 20º Congresso de Presidentes, Provedores, Diretores e Administradores Hospitalares de Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo, de 03 a 06 de maio, no Bourbon Atibaia SPA Resort, em Atibaia, no interior de São Paulo.

O evento, que este ano terá como tema "Filantropia: o Brasil precisa muito de nós", irá abordar a atualização da nova lei da filantropia, incluindo aspectos jurídicos e contábeis, além de temas como parcerias estratégicas para a saúde, voluntariado, gestão, entre outros temas voltados aos profissionais da saúde e gestores de entidades.

O congresso contará com a participação de Wellington Nogueira, fundador e coordenador do grupo “Doutores da Alegria”, Montserrat Dolz, diretora técnica do Gesaworld, grupo especializado em assessoria hospitalar, da Espanha, José Luiz Spigolon, superintendente da CMB (Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas), entre outros.

Também marcam presença no evento, diversos setores governamentais, entre eles, o Ministério da Saúde, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde, a Frente Parlamentar de Saúde e a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, para discutir o que os gestores pensam da prática da filantropia.
Para se inscrever acesse o site do evento.
13/04/2011 - fehosp

Hospital de Câncer de Barretos faz vacinação contra HPV em estudantes de escolas estaduais

Instituição associada à Abifcc BARRETOS - O Hospital de Câncer de Barretos prepara a sequência do estudo inédito sobre vacinação para prevenção contra o HPV. Nessa segunda fase, que tem início no dia 11 de abril (segunda-feira), serão vacinadas cerca de 1.000 meninas matriculadas nos 6º e 7º anos do ensino fundamental de 11 escolas estaduais do município de Barretos. Todas as alunas vão receber gratuitamente a vacina quadrivalente contra o HPV, a única que protege contra os quatro tipos mais prevalentes do vírus - dois deles são oncogênicos (16 e 18), ou seja, podem causar câncer, e os outros dois (6 e 11) são responsáveis por 90% dos casos de verrugas genitais.

Antes de serem vacinadas, as meninas passam por um questionário e devem ter autorização prévia dos pais. A primeira dose ocorrerá em abril e as próximas serão em junho e outubro. O vírus HPV é transmitido, principalmente, por meio de relações sexuais e pode causar verrugas na região dos genitais e também o câncer no colo do útero. Cerca de vinte mil mulheres brasileiras têm o diagnóstico da doença todos os anos, no Brasil.

A primeira fase começou em setembro de 2010 com a aplicação da primeira dose em cerca de 600 alunas. Esta primeira etapa terminou em março desse ano e contou com o trabalho da equipe do Hospital de Câncer de Barretos, dentro de oito colégios, seis particulares e dois municipais. Dois meses antes do início da vacinação, profissionais de saúde abordaram a prevenção da doença, formas de contágio, consequências epidemiológicas (retransmissão do vírus via relação sexual) e a iniciativa da vacinação gratuita. O estudo avalia a aceitação de um programa de vacinação realizado no ambiente escolar. Também avalia o conhecimento das questões ligadas ao HPV, a eficácia dos métodos de divulgação do programa e sua influência nas mães das meninas vacinadas. Os resultados obtidos em Barretos poderão ser replicáveis em 80% dos municípios brasileiros, pois eles têm as mesmas características populacionais.

Todos os anos, ao redor do planeta, cerca de 540 mil mulheres são diagnosticadas com câncer de colo do útero e cerca de 250 mil morrem vítimas da doença. Com o programa de vacinação contra o HPV aliado à mais a alta cobertura de Papanicolaou deste município, em torno de 65%, que é um índice comparado ao da Finlândia, um dos mais altos do mundo, acredita-se que, em dez anos, o câncer de colo do útero poderá ser praticamente erradicado em Barretos.

Realizada em parceria com as secretarias municipais de Saúde e de Educação de Barretos e a Secretaria Estadual de Educação de São Paulo, a campanha é feita por uma equipe do hospital dentro das escolas. A MSD, laboratório fabricante, doou 6.000 mil doses da vacina para o hospital. Para a completa imunização são necessárias três e no Brasil, a vacina está aprovada pelo Ministério da Saúde para ser utilizada em mulheres de 9 a 26 anos.

"O estudo é um projeto pioneiro no Brasil e tem o objetivo de avaliar a melhor forma de oferecer a vacina contra o HPV para a população brasileira. Acreditamos que disseminando a cultura da vacinação por meio das escolas, poderemos cumprir as metas de sua aplicação de uma forma mais efetiva.", diz José Humberto Tavares Guerreiro Fregnani, coordenador do Departamento de Ginecologia Oncológica do Hospital de Câncer de Barretos e do projeto da vacinação.

A primeira fase da campanha realizada em estudantes de escolas municipais e particulares de Barretos foi um sucesso com adesão superior a 85% O médico lembra que, mesmo imunizadas, as adolescentes devem usar camisinha para se proteger de outras doenças sexualmente transmissíveis e não devem deixar de realizar o exame de Papanicolaou regularmente.

O estudo clínico é o primeiro estritamente brasileiro relacionado à vacinação contra o HPV e visa apontar se o modelo da implementação da vacina nas escolas é eficaz. "Estima-se que em países onde a vacina é disponibilizada nos postos de saúde, a adesão das meninas e adolescentes fique entre 20% e 30%. Em projetos como na Austrália, onde a vacinação ocorre nas escolas e a vacina quadrivalente é disponibilizada na rede pública, a taxa é superior a 80%", reitera o médico.

Perfil - A MSD é uma nova empresa farmacêutica global, fruto da fusão, em 2009, entre duas empresas tradicionais na área de saúde: a Merck Sharp & Dohme e a Schering-Plough. A MSD é líder global na área de cuidados com a saúde e conta com uma linha diversificada de medicamentos, vacinas e produtos para a saúde humana e a animal. Esse portfólio inclui atualmente mais de 15 produtos em fase avançada de pesquisa, em áreas terapêuticas fundamentais, como cardiologia, diabetes, neurologia, infectologia, doenças respiratórias e distúrbios neurológicos. Além disso, é uma empresa comprometida em ampliar o acesso a seus medicamentos para o maior número de pacientes possível, por meio de programas abrangentes de educação em saúde dirigidos à população e doação de seus medicamentos às pessoas que deles necessitam.

Conhecida globalmente como MSD (somente nos EUA e Canadá a empresa é denominada Merck), conta atualmente com cerca de 106 mil funcionários e opera em mais de 140 países. No Brasil, tem seis unidades fabris, nos estados de São Paulo e Ceará, e emprega mais de 2.000 funcionários.

Hospital do Câncer - Quarto serviço do mundo em excelência técnica oncológica, o Hospital de Câncer de Barretos registra três mil atendimentos/dia, sendo 100% via SUS, acolhendo pacientes de todo o Brasil.

Em 2000, foi escolhido pelo Ministério da Saúde como o melhor hospital público do país e em 2007 foi certificado em proficiência pelo ONA (Organização Nacional de Acreditação Hospitalar).

O hospital fechou o ano de 2010 com 484.269 atendimentos realizados a 50.865 pacientes vindos de 1.372 municípios de todos os 27 estados do país - um recorde de cobertura.

Além disso, reúne 250 médicos e mais de 2,5 mil funcionários. Mantem, ainda, 13 alojamentos oferecidos gratuitamente a pacientes e acompanhantes de doentes, com 650 lugares. [www.cliquecontraocancer.com.br].
09/04/2011 - Portal Fator

Hospital do Câncer dá início a obras de instalação de UTI, Centro Cirúrgico e Internação

Instituição associada à Abifcc JALES - O Prefeito Humberto Parini informa que o Hospital de Câncer de Barretos, Unidade de Jales, iniciará já no mês de maio obras de instalação de UTI, Centro Cirúrgico e Internação. O total de investimentos, naquilo que Henrique Prata, Diretor Executivo da Fundação Pio XII, definiu como a segunda etapa do Hospital de Câncer de Jales ultrapassa 10 milhões de reais.

Ainda segundo a informação de Henrique Prata ao Prefeito Humberto Parini a obra empregará de imediato 100 trabalhadores e uma vez concluídas as obras o hospital gerará mais 200 empregos para atender aos serviços destas novas instalações.

Esta segunda etapa, agora como ampliação do Hospital de Câncer em Jales, já era esperada e aumentará em muito as possibilidades de atendimento total dos pacientes em Jales.

Com isso será reduzida ainda mais a necessidade de se dirigir até Barretos, além de desafogar a sobrecarga de pacientes que hoje ainda se concentra naquela cidade.
09/04/2011 - da Redação do regiaonoroeste.com

Exames marcam Dia de Combate ao Câncer

SANTA CRUZ DO SUL - O Dia Mundial de Combate ao Câncer, que transcorreu nessa sexta-feira, foi marcado pela realização de exames preventivos no Hospital Ana Nery de Santa Cruz do Sul. Foram realizados procedimentos gratuitos de próstata, mama e colo uterino.

As atividades foram desenvolvidas no Centro de Oncologia Integrado (COI), envolvendo 20 homens e igual número de mulheres, todos inscritos previamente. Eles tiveram palestra com o médico Eduardo Gröhs, coleta de sangue para o PSA (que detecta anomalias na próstata) e exame de toque retal. O projeto contou com o apoio do laboratório Enzilab.

O grupo de mulheres ouviu palestra da enfermeira Cleusa Piovesan e, em seguida, elas realizaram os exames de mama e de colo uterino. A enfermeira lembrou que, no ano passado, em uma das senhoras foi detectado câncer de mama. Ela passou por cirurgia e quimioterapia e está bem de saúde. Se forem constatados casos de alteração dos exames, o Ana Nery entrará em contato com as pessoas para agendar uma consulta no COI.

Cleusa destacou que o grande problema enfrentado no tratamento do câncer é quando a doença está em estado avançado. “Infelizmente, temos recebido muitas mulheres nessas condições.” Campanhas como a dessa sexta-feira, explicou ela, objetivam chamar a atenção para a prevenção. Alertou que homens e mulheres devem se conscientizar para essa necessidade e procurar o seu médico regularmente.

A dona de casa Léia Terezinha Loureiro, residente no Bairro Esmeralda, foi uma das que participou das atividades. Ela tem 59 anos e disse que, há um bom tempo, não realiza exames preventivos. “Quando fiquei sabendo dessa iniciativa, me inscrevi logo.” Avaliou que campanhas semelhantes deveriam ocorrer com mais frequência. “As pessoas esquecem de fazer os exames. Muitas também não possuem condições financeiras. Nas campanhas, é grátis e isso facilita.”

O Centro de Oncologia Integrado presta atendimento para mais de mil pessoas ao mês. São pacientes que fazem quimioterapia, radioterapia, consultas e retirada de medicamentos. Em março, 700 tiveram sessões de quimioterapia e 70 de radioterapia.
09/04/2011 - José Augusto Borowsky para A Gazeta do Sul

Nota Oficial da Liga Bahiana de Combate ao Câncer

Instituição associada à Abifcc SALVADOR - A LIGA BAHIANA CONTRA O CÂNCER - LBCC -, mantenedora do HOSPITAL ARISTIDES MALTEZ - HAM -, considerando a situação criada pela Prefeitura Municipal de Salvador através das Secretarias da Saúde e Fazenda, com endosso da Procuradoria Geral do Município e conivência do Bradesco S.A pelos seus prepostos na Bahia, vem a público dar conhecimento que em virtude de não haver os organismos municipais honrado os compromissos assumidos no pagamento de empréstimo bancário compulsório, feito em nome da Liga Bahiana Contra o Câncer para suprir deficiências administrativas da Secretaria da Saúde do Município de Salvador, encaminhou o Bradesco para a Serasa 2 (dois) títulos vencidos, o que muito vem comprometendo o bom nome da Liga Bahiana Contra o Câncer em suas transações comerciais, mesmo sabendo o Bradesco das peculiaridades por ele impostas na esquisita operação financeira.

Tornamos público as nossas reiteradas gestões junto a Secretaria da Saúde e Fazenda do Município de Salvador, para que seja encontrada a justa solução, sem êxito até o momento e com a firmeza habitual que caracteriza a Diretoria Executiva da nossa Entidade, manifestamos que não pretende a LBCC retirar recursos financeiros que com grandes esforços tem conseguido para assegurar a assistência aos portadores de câncer, carentes, para bolso de banqueiro, nem financiar administração pública, no mínimo desorganizada.
06/04/2011 - Diretoria LBCC no Correio da Bahia e Tribuna da Bahia

HC lança segunda etapa de programa de prevenção

Instituição associada à Abifcc BARRETOS - A segunda etapa do programa de prevenção do câncer do colo de útero e mama do Hospital de Câncer de Barretos, que acontece em 122 cidades, dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Goiás foi lançada ontem em Barretos.

De acordo com o coordenador de prevenção de câncer do colo de útero, Dr. Marcelo Almeida, o cronograma de ações prevê a capacitação de todos os funcionários municipais envolvidos no programa de prevenção, tais como agentes comunitários de saúde, recepcionistas das unidades de saúde e toda a equipe de enfermagem, além de palestras e reestruturação do programa no município.

Dentre essas ações o médico destaca a importância do treinamento dos profissionais da educação para que atuem como propagadores do programa. "Este é um programa de primeiro mundo. É importante ensinarmos às meninas, principalmente as que não iniciaram a vida sexual, a entender o câncer de colo de útero e de mama, para que elas cresçam se prevenindo" disse Almeida.

O objetivo do programa é evitar que a mulher chegue ao hospital com a doença. "Precisamos do apoio da imprensa, administração pública, associação comercial e industrial de Barretos e de todos os formadores de opinião para proporcionar um maior esclarecimento sobre os exames preventivos, para que diminua futuros casos de câncer no município" completou.

Vacinação
Paralelamente ao programa, o HC também está realizando a vacinação contra o HPV, vírus causador do câncer de colo do útero, nas meninas da rede estadual de ensino. Serão três doses gratuitas. Segundo Almeida, este projeto será um aliado do programa de prevenção, por já ter aberto várias portas nas escolas da cidade.
05/04/2011 - Jornal de Barretos

Humanização do Hospital de Câncer será inaugurada dia 31 de maio

Instituição associada à Abifcc CUIABÁ - O projeto de humanização da ala pediátrica do Hospital de Câncer de Mato Grosso será inaugurado no dia 31 de maio. O cronograma foi definido na primeira reunião de trabalho dos arquitetos envolvidos, realizada no dia 31 de março. A iniciativa é do Projeto Casa da Criança e visa tornar os ambientes mais confortáveis e divertidos para as crianças em tratamento de combate ao câncer e mais aconchegantes aos acompanhantes.

Segundo a franqueada do Projeto Casa da Criança em Mato Grosso, Emili Ayoub Giglio, os arquitetos estão entusiasmados. "A expectativa é muito boa porque contamos com profissionais empenhados e dedicados a esta ação louvável", analisa. A reunião também resultou no levantamento das doações recebidas até o momento. Ainda faltam alguns mobiliários, macas, camas e outros equipamentos hospitalares. Os interessados em colaborar podem entrar em contato pelo telefone (65) 3615 7009.

Esta fase do Projeto Casa da Criança, lançada no dia 22 de fevereiro, conta com a instalação de aparelhos de ar condicionado e decoração da ala pediátrica. Na oportunidade, a presidente da entidade, Patrícia Chalaça, agradeceu o empenho da franquia regional. "Definitivamente, a união dessa família que compõe a franquia local pode mudar uma realidade e, com esse trabalho de formiguinha, podemos construir um país melhor", disse.

O projeto está em sua terceira ação em Cuiabá e a 34ª no Brasil, estando presente em 16 Estados. O Abrigo Bom Jesus foi a primeira instituição atendida pelo Projeto Casa da Criança em Mato Grosso, em 2003.

Parceiros - A ação do Projeto Casa da Criança ocorre graças ao apoio dos parceiros master, Cimento Nassau e Instituto Ronald McDonald, na área de saúde, e às empresas patrocinadoras nacionais, que doam o material necessário para a obra. São elas: Cerâmica Eliane, Fabrimar, Araforros, Siemens, Florense, Amanco, Celite, Sicmol, Da Fonte Advogados, E